Desejo-te

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Adaptando palavras que poderiam ter sido escritas por mim para alguém que em um mês, foi meu doce novembro...e que transformou todos os próximos meses em novembro. Tempo ainda indefinido. Mesmo deixando algum dia de ser... eternamente lembrarei.


Eu não posso fazer mais nada. Você fez sua escolha e se quer partir eu só posso te desejar mais flores que espinhos no caminho e... Quer saber? Eu te desejo mais. Que você tenha fé, muita fé. Mais do que a que eu tive em relação a você, a nós. Mais do que a fé de criança. Tenha fé em você, nos seus sonhos, naqueles que te cercam. Tenha mais fé no peito, nos olhos. Acredite! Crer faz toda a diferença. E eu te desejo muita sorte pra que você consiga ser o melhor que pode; pra que descubra o que fazer da vida e descubra, a tempo, a importância que você tem na vida de muitos, na minha. E eu te desejo uma enxurrada de sentimentos pra que você possa ver e sentir na pele, nos ossos, na alma, que sentir pode até doer, mas vale à pena quando você vê aquele sorriso, aqueles olhos, aquele coração disparado.
Que você possa um dia sentir por alguém o que senti por você. É tão bonito, você tem que ver. Espera. Antes de ir, deixa eu te dizer uma coisa? Obrigado! Não por segurar minha mão, mas por me segurar inteira, por me fazer bem. Eu acreditei. Obrigado por ter me cuidado, por ter dividido parte do seu caminho comigo, pelos risos, brincadeiras, cumplicidade. Desejo, com todo o meu coração que você seja feliz nas suas escolhas, na vida. Porque você tem um sorriso que merece ser visto e anda como se soubesse dos passos que dá e porque você é incrível, mesmo que disfarçadamente. Porque eu vou sentir sua falta. Porque vai doer. Porque é você. Eu te desejo... Apenas.
Agora pode ir! Ficarei meio sem rumo, mas vai! E se eu posso te pedir alguma coisa, se você acha que tive um pouquinho de importância nesse seu mundo paralelo, cheio de pessoas e sonhos, só peço que... Não me esqueça.
Desejo-te memórias bonitas. Lembranças das minhas filosofias, dos meus detalhes, da minha trança, do meu sentimento. Lembra do que foi bom e me perdoa o excesso. De palavras, de impulsos, de choro, de sentimento. É que eu transbordo mesmo. Em quase tudo. Em quase todos. E fiquei densa, indo sempre ao fundo de mim, de você, de tudo que me toca. E eu te admiro, muito. Queria ter sido um pouco mais mistério, um pouco menos coração, mas... é isso! Queria ter sido um pouco mais sua.
Então me solta aos poucos...


Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.