Imagináveis, possíveis

sexta-feira, 28 de outubro de 2011




Promessas, promíscuas, aquelas e mais o que venha à boca. A mesma coisa sempre. Indiferente das demais, iludem. Sonha-se, pensa-se, repensa. Acorda! Nem chegou a ser sonho, foi apenas uma vertigem. Entendida de forma única e mesquinha, de forma que ninguém mais possa entender. Apenas por devaneios que talvez por alguns minutos serem bons demais. Porém, insuficientes. Para que? Não consigo definir, nem ao menos mencionar algo, porque não sei, não percebi. Talvez não senti. Ou senti demais. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei... Às vezes acho que estou pirando. Incomuns e insignificantes, pensamentos que não faço a ideia de como surgem, nem qual a intenção deles em minha mente. Abstratos. Imagináveis, possíveis. Contudo, indecifráveis e perigosos. 


Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.