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Repense!

domingo, 31 de março de 2013


Entender que o ser humano é bobo e que se importa com coisas supérfluas é o primeiro passo para darmos mais valor a nós mesmos, as pessoas que estão a nossa volta e principalmente para encontrar a felicidade. Se esse texto for traduzido para um relacionamento ou uma paixão é exatamente igual, você tem que valorizar quem está ao seu lado, quem está contigo todo o santo dia, quem aguenta as suas chatices (sim, como eu você também é chato), quem te escuta e principalmente quem te ajuda e te respeita. Todos nós somos burros, cada um do seu jeito, mas burros, alguns pensam que são sempre os “donos da verdade”, outros acham a “grama” do vizinho sempre mais verde, outros pensam que fazer o outro de idiota é ser inteligente, outros não valorizam o que tem e estão sempre a reclamar, outros falam mais do que deveriam, pensam mais do que deveriam, se preocupam mais do que deveriam e assim por diante… 
Então repense antes de intitular a sua vida como “ruim”, lembre-se se a sua vida é ruim é porque você a faz assim :)


Iguais, diferentes, e uma atração

terça-feira, 7 de agosto de 2012


“Os opostos se atraem” 

Tão clichê que já perdeu a graça. Os opostos podem até se atrair, mas são os iguais que se completam. Ou não! O ser humano vive numa busca pela cara metade, pela tampa da sua panela, a metade da laranja... E ai a frase se encaixa, já que com as diferenças de um completará o outro e vice-versa. Mas, fico me perguntando, será que tanta diferença assim dá certo na prática? Creio que não, no inicio pode até ser um mar de rosas, mas com o tempo surgiram controvérsias e desavenças. Num relacionamento, penso que as pessoas têm que ter gostos parecidos. Pense comigo! Se em um casamento uma das partes gosta de sair pra se divertir e a outra goste de ficar em casa, o que vai acontecer? Óbvio que mais cedo ou mais tarde vai rolar uma traição. Mas, por outro lado, eu me perco a pensar se tanta igualdade junta um dia não cansa. Tudo que é demais sobra... E uma das vantagens humanas é que nenhum ser é igual ao outro, nem quando são gêmeos. Sempre, sempre mesmo, vai haver uma coisa que se discorde. Não existe perfeição, e cada acaba tendo que aprender a conviver não só com as qualidades do próximo, mas também com os defeitos. Talvez os defeitos até superem as qualidades. Pois os mesmo acabam sendo mais percebidos, devido ao terrível olhar que tem o homem, onde a maioria das vezes, por não ver em si acaba criticando o outro. E não adianta dizermos que antes de falar do outro devemos enxergar nossos próprios defeitos, porque está na raça, e apesar de saber que não somos perfeitos acabamos julgando o próximo. Iguais, diferentes, e uma atração. Mente, corpo, e gostos. A física e a química.

Existem duas pessoas em mim

sábado, 17 de julho de 2010


O que eu faço e o que eu sou. São pessoas diferentes que, aos olhos de muitos, são absolutamente iguais. No entanto, tamanha semelhança não justifica tanta confusão. Caixas cheias, contendo toneladas de decepções são empilhadas a cada vez que o que eu faço entra em conflito com o que eu sou. E não há como juntar as pessoas em uma. São almas feitas para serem somadas, não subtraídas. Se houvesse algum jeito de fazê-lo, os verbos ser e fazer seriam um só, com o mesmo significado. Portanto, não confunda.

A TV no armário

segunda-feira, 5 de julho de 2010


As emissoras se pautam mesmo pelo preconceito e pela falta de informação?
As emissoras têm uma grande dificuldade de mergulhar no universo da homossexualidade. É muito mais confortável elaborar matérias a partir de um ângulo já conhecido e aceito socialmente. Partem de um princípio heterocentrado e binário de ver as relações e, portanto, excluem qualquer possibilidade de abordagem fora desse plano. Com isso, reproduzem o preconceito e perdem a chance de romper barreiras e conhecer um universo de pessoas que são exatamente iguais a todas e com direito de serem felizes longe dos estereótipos produzidos pela mídia.

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.