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Surpreenda-me!

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013


Quero conhecer pessoas só por uma noite. Esquecê-las no dia seguinte. Quero desapegar de velhos sentimentos e mágoas antigas. Esquecer de pessoas que não me fazem bem algum. Quero também conseguir me despedir de pessoas que insisto em segurar ao meu lado. Elas precisam ir. Elas tem que ir. Quero aprender a amar sem doer. Amar sem acreditar demais. Quero matar a saudade que corta o peito. Quero encontrar amores que perdi no caminho. Quero transformar o errado em certo. Quero quebrar algumas regras. Criar novas. Quebrá-las novamente. Quero terminar ciclos. Quero acreditar mais nas pessoas - mesmo sabendo que elas podem me decepcionar. Quero me jogar de cabeça no abismo das oportunidades. Quero terminar capítulos. Começar novas histórias. Dar um ponto final nas minhas vírgulas. Parar de colocar reticências no que deveria ter um fim. Portanto, não fazer planos é fazer planos. É esperar que a vida te surpreenda. Porque ela vai te surpreender.


Sintonizada na saudade

terça-feira, 3 de abril de 2012


São tantas lembranças, mas existe em mim agora uma saudade maior. E talvez eu sintonizasse minha memória na nossa primeira e equivocada despedida. Na verdade um blefe nosso, e existiu sim um amontoado de emoções. Noite inesquecível. Naquele momento eu descobrir o que era de verdade amor. Ter e dar amor. Fazer amor. Sentir amor. Foi mágico. Surreal. Estarei sempre sintonizada na sua onda.



Já vai tarde

sábado, 31 de dezembro de 2011



Hoje é dia das clichês mensagens e despedidas de ano. Não muito diferente das demais blogueiras venho deixar aqui o meu último post. Não vou fazer listinhas de desejo para o ano que chega. Não queria também fazer retrospectivas. 2011 foi um ano que indubitavelmente não foi. Já vai tarde... Nunca desejei tanto que um ano se fosse. Mas de fato, já vai tarde. Dele só me restará uma única e boa lembrança.  Outro dia alguém me perguntou sobre ele, e eu inevitavelmente respondi que a melhor coisa que me aconteceu neste ano, infelizmente ficará nele, pois de certa forma a arrancaram de mim. Responderam-me: “Quanto peso nas palavras!”. Não é um peso, mas uma verdade. Pra que ficar fingindo o que aconteceu, na verdade o que nem chegou a acontecer? Foi como arrancar um doce de uma criança. Lamentável. Mas o tempo faz tudo valer à pena, nem mesmo o erro é desperdício. Levo na bagagem, mais um momento. Momento que me apresentou o respeito, me despertou a vontade de amar e ser amada. Agradeço as poucas horas de dialogo inteligente, de toques incomparáveis, de devaneios indeléveis. Mais um ano se vai deixando feridas que ainda não se cicatrizaram. Só que a vida não pode parar, sentindo ou não, viver é preciso. Não faço pedidos para o próximo ano, gosto de deixar as coisas acontecerem. Então, não peço, apenas afirmo que não quero mais perdas.

A vocês meus queridos leitores, um Feliz Ano Novo. Que suas listas de desejos se realizem.

Nota de despedida

quarta-feira, 30 de novembro de 2011


Me perdoe por ser tão insistente, insegura, ingênua, exagerada, dramática, apaixonada, protetora, manhosa, azeda, infantil, sozinha, neurótica (…) era tudo tão novo que me assustei, me iludi, me magoei. 

Não pense que não desejei. Não pense que não tentei. Eu só me enganei.  Estou aflita. Mas achei que deveria esta claro agora que desejei ter um lugar em teu coração. Não tenho mais o que declarar. 

Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos.-Fernanda Mello

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.