Nem princípio nem fim
segunda-feira, 8 de abril de 2013
O ritmo dos pingos
sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Daqueles que fazem cócegas
sábado, 20 de outubro de 2012

Outra vez...
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Gira por ti
terça-feira, 22 de maio de 2012
Céu de lua cheia
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Sintonizada na saudade
terça-feira, 3 de abril de 2012
Estranha ausência
segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Eu tenho sede de vida!
segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Sinto saudades
domingo, 19 de setembro de 2010
(Clarice Lispector)

“Meu livro”...
sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Não. Eu não escrevi um livro.
Mas como muitas pessoas dizem por ai: - minha vida é um livro aberto.
Não a minha não é, e quando ele tenta se abrir um pouquinho suas histórias começam a desabar, formando um embralhado de letras, as quais, não consigo reorganiza-las na mesma ordem. Não que também eu queria que elas voltem a ser totalmente como eram. Mas também não queria que elas fossem lidas, quando lidas são lembradas, são sentidas, são choradas. E o que eu menos preciso agora é me sentir assim. Eu preciso ter mais histórias para serem escritas, do meu jeito, do meu gosto, do meu querer. Então pense bem antes de querer abrir meu livro, você pode me trazer lembranças das quais já havia me esquecido, mas sempre que alguém lembra elas ainda mechem comigo.

Quero o melhor
terça-feira, 15 de junho de 2010
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Quero os melhores romances, ou prefiro ficar sozinha. Quero as melhores lembranças, ou prefiro não lembrar. Ou vivo intensamente, ou vou levando essa rotina que não incomoda, não interfere, não fere, mas também não é vida.

São tantos caminhos;
quinta-feira, 15 de abril de 2010

Datas
domingo, 4 de abril de 2010

As palavras nem sempre dizem o que querem dizer. O silêncio cala mais alto, e dói mais fundo. Que você sempre tenha voz pra dizer ao mundo suas vontades, sejam certas ou incertas. Teu caminho é aquele que escolhestes pra ti. Ande sem olhar para o que para trás ficou. Que a sorte seja tua companheira fiel e que encontres a paz que porventura nem estejas procurando. Ao longe, ficam as pessoas. No peito, carregam-se as lembranças. À frente, brilha o futuro. Teu!









