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Decisões

terça-feira, 19 de junho de 2012


“Tenho medo de te perder por falta de atenção ou por excesso dela. Tenho todos os motivos do mundo pra te pedir pra ficar comigo, do meu lado, mas não posso (mais) fazer isso, preciso sentir que você também quer estar comigo.”
 -Tati Bernardi

São apenas decisões. Tenho sofrido com isso. Não sei se vai ser melhor ou ruim assim. Mas decisões, são decisões. Sem mais.

(Magoada e triste.)

Não me magoe

segunda-feira, 4 de junho de 2012


Peço-te, favor não me magoar. Já estou cansada de ser tratada desta forma. To carente, e aprisionada de tal forma que me consome. Eu to cansada de correr atrás e de não ter respostas. Eu to cansada de combinações desfeitas. De promessas não cumpridas. Magoada estou. Metade do pulsante dentro de mim está ferido e em pedaços. Hematomas enormes. Por muito tempo tenho acreditado que o tempo será minha cura. Estou chateada, às vezes é mesmo muito difícil entender. Esse vazio, essa distância... Fico tão indecisa. Meu orgulho fala muito alto e age por se só. A única certeza que tenho é que sou louca e apaixonada por você. Então, não me magoe.

Nota de despedida

quarta-feira, 30 de novembro de 2011


Me perdoe por ser tão insistente, insegura, ingênua, exagerada, dramática, apaixonada, protetora, manhosa, azeda, infantil, sozinha, neurótica (…) era tudo tão novo que me assustei, me iludi, me magoei. 

Não pense que não desejei. Não pense que não tentei. Eu só me enganei.  Estou aflita. Mas achei que deveria esta claro agora que desejei ter um lugar em teu coração. Não tenho mais o que declarar. 

Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos.-Fernanda Mello

Chorastes? Chorei!

terça-feira, 22 de novembro de 2011


Desconcentrada, desconcertada envolta a pensamentos que me maltratam, me fazem lembrar, sorrir, chorar. Na vida agente tem que fazer certas escolhas que doem. Mesmo dizendo eu não quero, elas doem porque no fundo, bem lá no fundo eu quero. Eu quero demais. Porém, esse querer judia. Ele não depende apenas de mim. perdida nesse cativamento, já sorrir, momento de intensa felicidade vivi. Já me decepcionei, mas perdoei. Me entristeci numa despedida, me reanimei. Me envolvi, não menti. Magoei. Chorastes? Chorei!... corroeu minh'alma. E o coração transplantado entrou em processo de rejeição. Poucas palavras, e uma ansiedade que bate-me na cara. Perdão pela insatisfação. Também não é justo me condenar dessa forma. Eu quero, quero muito, não queria fazer desses momentos uma lembrança guardada numa caixinha no fundo do armário. Eu só preciso de um retorno.

Contagiosa e incurável

domingo, 21 de agosto de 2011


Dentre as coisas que a gente não escolhe, se apaixonar ou magoar alguém. Acontece do nada, surreal. Um ciclo de gostos e desgostos. A vida é assim, alguém ama fulano, que ama ciclano, que ama beltrano. Magoa-se sem intensão. E pelo fato do coração ser um órgão traiçoeiro, condenamos ele por nossas decisões sem sentido. Algo inexplicável.  Como pode gostar de alguém à primeira vista, ou odiar sem nunca ter visto? Deve ter sido pela sua formula complicada que surgiu a tal química do amor. É preciso haver cheiro, toques, sabores. Um olhar, um gesto, uma frase. Uma ação pra ficar sem reação. Não importa, uma única é suficiente. Te seduz, te amarra, te tortura. Mesmo assim o domínio é tamanho que te venda os olhos, e não importa o que digam o sentimento é mais forte. É uma doença contagiosa e incurável.

Era uma vez...

domingo, 7 de agosto de 2011


Era uma vez...
Quantas histórias já foram contadas assim. Amor e ódio, com finais felizes. Triste introdução. "Era", passado. Pretérito imperfeito. Imperfeito. É tão lindo quando se é. Inevitável não ser. O coração é tão complicado. Idolatra tanto o passado que envelhece junto à ele. Morre aos poucos de lembranças incomodas. Lembranças essas, que insistem em retornar periodicamente. Impossíveis que são, aparecem sempre naqueles momentos em que estamos carentes. E por mais que você queira correr, um dia ela esbarra cara-a-cara e te põe contra a parede. Não dá pra fugir. Uma vez ouvir, que as grandes paixões não morrem, elas ficam guardadas esperando a hora de viver outra vez. Ninguém vive sozinho muito tempo. Não sem sentir a falta de outrem. É procurando pelo futuro, mas sempre pensando no passado. Porém uma vez magoada, duas vezes mais fria. 
O "era", boa parte me aprisionou. O "é", me preocupa.

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.