Mostrando postagens com marcador Curioso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curioso. Mostrar todas as postagens

Curiosidades: Sobre o beijo

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Beijar é muito bom e não existe um ser humano na face da terra que não tenha beijado ou sido beijado por alguém alguém. Mesmo que no rosto.


Esse hábito de todos os dias também suas curiosidades. Muitas você talvez até nem tenha se dado conta. Quer ver?
1 – Os lábios humanos são diferentes dos de todos os outros do reino animal. Só eles são revirados para fora.
2 – Não somos a única espécie que dá beijos. Alguns tipos de nossos ancestrais -os macacos – também pressionam seus lábios para expressar emoção, afeto ou reconciliação.
3 – Por que beijamos? Nenhum cientista soube responder exatamente. Mas há suposições. Há quem defenda que nossas experiências precoces de alimentação (o aleitamento, por exemplo) nos levam associar o beijo a um ato de amor.
4 – Foi o militarismo romano quem introduziu o beijo em muitas culturas. Depois de suas conquistas, o beijo era uma espécie de comemoração. O hábito foi copiado em vários países da Europa.
5 – Estar perto o suficiente para beijar ajuda instintivamnte a avaliar a compatibilidade genéticas para fins de reprodução. Em um importante estudo, o biólogo evolucionista Claus Wedekind, da Universidade de Lausanne, Suíça, informou que as mulheres preferem os aromas de homens cuja imunidade e codificação genética é diferente das suas. A mistura dos genes poderia produzir descendentes com um sistema imunológico melhor.
6 – A evidência literária mais antiga sobre beijo vem do norte da Índia em textos em Sânscrito Védico, datados de 1.000 a 2.000 anos atrás.
7 – Dar um beijo em outra pessoa nos faz tão bem por causa da Dopamina, um neurotransmissor associado a sentimentos de desejo e recompensa, usados em respostas a novas experiências.
8 – Quando vem a paixão pela experiência do beijo, em algumas pessoas um choque de dopamina pode causar uma perda de apetite e uma incapacidade de dormir. Esses são sintomas associados com o amor.
9 – Em homens, um beijo apaixonado pode também estimular o hormônio ocitocina, que promove o sentimento de fixação. Quem descobriu foi o neurocientista comportamental Wendy Hill do Lafayette College, EUA.
10 – Beijar de mãos dadas reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, Isso diminuiria a a pressão arterial e aperfeiçoaria a interação do casal.
11 – Um beijo apaixonado tem o mesmo efeito que a Beladona (planta com efeitos farmacêuticos) no processo de dilatação da pupila
12 – Dois terços de todas as pessoas viram a cabeça para a direita no momento em que vão beijar, segundo a psicóloga Onur Gntrkn do Ruhr-University Bochum, na Alemanha.
13 – Psicólogos descobriram que os homens são bem mais propensos a preferir beijos de língua que as mulheres.
14 – Segundo estudos, a troca de saliva pode estimular a reprodução, na medida em que o homem passa um pouco de testosterona para sua parceira nos beijos de língua. Durante semanas e até meses, o ato de repetir o beijo poderia aumentar a libido de uma mulher, tornando-a mais receptiva ao sexo.
15 – Gordon Gallup, psicólogo evolutivo da Universidade Estadual de Nova York, descobriu que as mulheres prestam muito mais atenção do que os homens na respiração e nos dentes do parceiro.
16 – Veja bem quem vai beijar. O beijar pode transmitir doenças, inclusive a HPV. Isso porque 1 ml de saliva contém cerca de 100.000.000 de bactérias.


Curiosidades: Por que 12 de junho

quarta-feira, 12 de junho de 2013



O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. Em Portugal, assim como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, também conhecido pela fama de "casamenteiro".
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o comerciante João Dória trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentim — que nos países do hemisfério norte ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

Curiosidades: Negro naturalmente loiro

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nas Ilhas Salomão, ao leste de Papua-Nova Guiné, lugar que a gente só sabe que existe graças aos concursos de Miss Universo, 10% da população nativa é negra de cabelos naturalmente loiros! O fato tem intrigado os cientistas há décadas. Recentemente, estudos da Universidade de Stanford revelaram que os cabelos loiros dos tais ilhéus se devem a uma variante genética DIFERENTE do gene que leva ao cabelo loiro em europeus. O resultado é a população com a pigmentação de pele mais escura fora da África e, ao mesmo tempo, com a maior prevalência de cabelos loiros fora da Europa.
Para quem achava que um negro pintar o cabelo de loiro era o cúmulo da criatividade (ou do mau gosto), a natureza mostra que já pensou nisso antes de nós. E mais uma vez vem nos dar uma lição de diversidade!



Curiosidade: Matrioshka

sexta-feira, 31 de maio de 2013


A Boneca russa é um brinquedo tradicional da Rússia, constituída por uma série de bonecas, feitas de diversos materiais, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca). A palavra provém do diminutivo do nome próprio Matryona.
O número de figuras que se conseguem encaixar é, geralmente de 6 ou 7, ainda que existam algumas com um número impressionante de peças. A sua forma é simples, mais ou menos cilíndrica e arredondada e mais estreita na parte superior, onde se situa a cabeça da boneca. Não têm mãos (a não ser as que são pintadas na(s) sua(s) superfície(s)). O grau de sofisticação das matrioscas reside, de facto, na complexidade dos motivos pintados. Outra característica que diferencia as diversas peças são as figuras que encarnam: desde figuras femininas vestidas com trajes tradicionais campesinos, a personagens de contos de fadas, até aos antigos líderes da União Soviética.

Curiosidades: Morrer de amor

quarta-feira, 22 de maio de 2013


Achava que era lenda, né? Mas não é: dá mesmo para morrer de amor. Quem diz é o cardiologista inglês Alexander Lyon, do Imperial College, em Londres.

A dor de amor tem até um nome, chama-se Cardiomiopatia de Takotsubo. É uma espécie de infarto, só que sem nenhuma artéria bloqueada. Pacientes com sinais de cardiomiopatia sentem dores no peito e os exames de eletrocardiograma mostram as mesmas mudanças. “Oangiograma mostra que a principal câmara de bombeamento do coração tem uma anormalidade peculiar e diferente: falha em contrair e aparece parcialmente ou completamente paralisada”, explicou Lyon, no site The Conversation.

Suspeita-se que a síndrome do coração partido tenha um culpado: a adrenalina, um hormônio de resposta ao estresse que prepara o corpo para correr ou lutar. Em níveis médios, a adrenalina acelera o coração, a fim de deixar o organismo preparado para um esforço físicoextra. Só que quando a dose de adrenalina está muito mais elevada do que deveria, o efeito é contrário. Os batimentos cardíacos começam a diminuir e os músculos do coração podem ficar temporariamente paralisados.

E esse mal acomete algumas das pobres pessoas que tiveram o coração partido. Mas, fiquem tranquilos, é só um mecanismo do corpo para lidar com o excesso de estresse – e, embora a fase inicial seja perigosa, os riscos de morrer são baixos.


Curiosidades: Colecionador de peles tatuadas

sábado, 6 de abril de 2013




Dr. Masaichi Fukushi foi um médico patologista nascido em 1878 que, devido a seu estudo a respeito de sinais (como verrugas e manchas) na pele humana, em 1907, acabou se interessando pela tatuagem ao descobrir que era possível comparar com mais facilidade o movimento do pigmento dos sinais por meio do estudo do movimento do pigmento aplicado em peles tatuadas. Ele descobriu ainda que a pele penetrada por agulhas evitava a recorrência da sífilis em peles recentemente tatuadas – o que aumentou ainda mais seu interesse pela arte da tatuagem.
Em 1920, o Dr. Fukushi aceitou um cargo no Mitsui Memorial Hospital, no centro de Tóquio, onde teve contato com diversas pessoas tatuadas nos moldes japoneses tradicionais. O hospital Mitsui era uma instituição de caridade que atendia as classes mais baixas e, a medida que os tatuados faleciam, por doença ou velhice, Fukushi realizava as autópsias e preservava suas peles. Após ter passado um tempo na Alemanha, o médico retornou ao Japão, indo trabalhar na Nippon Medical University, na qual continuou a pesquisar sobre pigmentos na pele e o crescimento congênito de sinais e verrugas, voltando, então, a estudar peles tatuadas.
Na universidade, ele desenvolveu um método de tratamento e preservação especificamente da camada dermal que continha a tatuagem, podendo esticá-las e colocá-las em molduras sobrepostas com vidros, possibilitando que pesquisas médicas posteriores também pudessem ser feitas.
O projeto de Fukushi teve total cooperação dos tatuados, com quem mantinha boas relações e dividia o pesar de que trabalhos feitos tão meticulosamente fossem perdidos com a morte de quem os carregava. O médico até chegou a ajudar financeiramente aqueles que não tinham condições de terminarem suas tatuagens, pagando para completarem seus fechamentos! Em troca, ele tinha o direito de obter a pele do indivíduo depois que morresse – uma cobrança irrisória, já que muitos tatuados estavam dispostos a doar suas peles de bom grado e fariam qualquer coisa para não ter de lidar com a desgraça e humilhação de viver com uma tatuagem incompleta! Com sua atitude, Fukushi se tornou extremamente respeitado e admirado entre os grandes mestres japoneses da tatuagem, sendo convidado, inclusive, para ser jurado em convenções.
Nos anos de 1927 e 1928, Masaichi Fukushi dedicou-se à divulgação de seu trabalho pelo ocidente, oferecendo cursos e palestras sobre pigmentação, bem como sobre a história e o processo da tatuagem japonesa. Durante suas viagens, um caso desafortunado aconteceu em 1928, na cidade de Chicago, nos E.U.A.: um dos caminhões contendo quadros de peles tatuadas pertencentes ao médico foi roubado e nunca mais visto novamente, apesar de se ter oferecido uma generosa recompensa para quem devolvesse os artefatos levados.
Ao longo de sua vida, o doutor catalogou mais de 2000 desenhos, juntamente com informações detalhadas sobre os “donos” das tatuagens e suas peles, além de ter colecionado mais de 3000 fotos. Infelizmente, a maior parte de suas documentações foram destruídas em 1945, durante o bombardeio de Tóquio na Segunda Guerra Mundial, que deixou os prédios da universidade em ruínas. Contudo, os espécimes de pele estavam guardados em outro lugar, permanecendo intactos.
Nos anos 1940 e 1950, as pesquisas de Fukushi e a tatuagem japonesa chegaram até a aparecer em artigos de revistas e jornais, incluindo duas edições da revista americana Life, uma de 11 de março de 1946 e outra de 3 de abril de 1950! (Cliquem nas respectivas datas para conferir as edições, disponibilizadas no Google Books; as matérias estão na seção “Speaking of pictures…”, na página 12.)
A custódia da coleção de peles tatuadas do médico passou para as mãos de seu filho, Katsunari Fukushi, que, tendo visitado vários estúdios com seu pai quando era apenas um garoto, acabou por seguir seus passos, tornando-se um patologista que se dedicou a estudar o câncer e um amante da arte da tatuagem japonesa. Ele chegou também a preservar guardar peles tatuadas, adicionando mais de vinte exemplares à coleção. Curiosamente, pai e filho não chegaram a fazer tatuagens em si.
Katsunari escreveu e publicou diversos artigos sobre o tema, além de capítulos para os livros “Japanese Tattooing Colour Illustrated” (1972) e “Horiyoshi’s World”(1983), nos quais descreve o trabalho de seu pai e sua paixão pela arte na pele. Também na publicação “Tattoo Time Vol. 4 – Life & Death Tattoos” (número 1, 1987), produzido e editado por Don Ed Hardy, há um excelente artigo de Katsunari intitulado “Remains to be seen” (numa tradução literal, “Restos/Relíquias para serem vistos/as”).
Acredita-se que a Universidade de Tóquio tem 105 quadros contendo as peles tatuadas, sendo boa parte deles fechamentos de corpo inteiro! O departamento médico da universidade não é aberto ao público, mas eventualmente são permitidos agendamentos, de médicos e pesquisadores, para visitar a exposição.


Curiosidades; A fadiga da informação

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informática, dos satélites. A internet levou o processo ao apogeu, criando a nova espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos deste mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicaram, mas o potencial de captação do homem – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbam-se e perdem em eficiência no trabalho.
Já não se trata de imaginar que esse fenômeno possa ocorrer. Na verdade, a síndrome 
da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa que acaba de ser feita, nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1.300 executivos. Entre os sintomas da doença, apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas.
Nada avançou tanto no mundo como as comunicações. Pouco durou, historicamente, para que saíssemos do isolamento para a informação globalizada e instantânea. Essa revolução teria inegavelmente de gerar, ao lado dos efeitos mágicos e benfazejos, aqueles que provocam respostas de perplexidade no ânimo público e das pessoas em particular. Choques comportamentais e culturais surgem como subprodutos menos estimáveis desse impacto modernizador, talvez por excessiva celeridade no desenrolar de sua evolução.
Curiosamente, a sobrecarga de informações pode redundar em desinformação. 
Recebíamos antes a notícia do dia e podíamos ruminá-la durante horas. Hoje temos a notícia renovada e modificada a cada segundo, acompanhando em tempo real o desdobramento dos fatos e das decisões, o que rapidamente envelhece a informação transmitida e nos deixa sem saber, afinal, qual a versão mais próxima da realidade do momento. As agências noticiosas não dispõem de tempo para maturar o seu material, há que lançá-lo logo ao consumo – mesmo sob o risco de uma divulgação incompleta ou deformada, avizinhada do boato.
Há 30 anos, o então estreante Caetano Veloso perguntava numa das estrofes de sua famosa canção Alegria, alegria: “Quem lê tanta notícia?”. Presentemente, a oferta de informações, só nas bancas de jornais, deixaria ainda muito mais intrigado o poeta do tropicalismo. Além da televisão aberta, a TV por assinatura põe o telespectador diante da opção de centenas de canais. Há emissoras nacionais e estrangeiras, de rádio e de TV, dedicadas exclusivamente a transmitir notícias. O CD-ROM ampliou consideravelmente a dimensão multimídia do computador. O fax e o correio eletrônico deixaram para trás o telefone, o telegrama e todos os meios de comunicação postal.
A massa de informações gerais ou especializadas contida na imprensa diária exigiria um super-homem para absorvê-la. E, a cada dia, jornais e revistas se enriquecem de suplementos e de encartes pedagógicos e culturais.
É claro que esse processo não vai estancar e muito menos regredir. A informação não poderia estar à margem do mercado competitivo. Não há dúvida, porém, de que precisamos aprender a filtrá-la, a ajustá-la ao nosso metabolismo de público-alvo. 
A eletrônica e a informática estão a nosso serviço, mas não substituem as limitações orgânicas, cerebrais e emocionais do homem. A informação nos faz também sentir as dores do mundo, onde quer que ocorram sob a forma de calamidades, tragédias, adversidades coletivas ou individuais. Ou buscamos um equilibrado “modus vivendi” com as pressões da prodigiosa tecnologia da comunicação, ou o feitiço vira contra o feiticeiro. O oxigênio da informação, sem o qual no passado recente não conseguiríamos respirar, terá de ser bem inalado para não nos ameaçar com a asfixia, o estresse, as neuroses e, quem sabe, o infarto.

- Augusto Marzagão 

Revista da Comunicação. Rio de Janeiro, ano 12, n.º 46, novembro de 1996, p.20-21.

Curiosidades: Londres de cara nova

terça-feira, 17 de julho de 2012


Colorindo a cidade em meio aos dias cinzas e aos taxis pretos da capital inglesa, as cabines telefônicas vermelhas são um símbolo e levam o espírito da cidade para todo o mundo.

Em 1936, elas foram desenhadas por Sir Giles Gilbert Scott como comemoração do jubileu de prata da coroação do Rei George V. Mais de 70 anos depois, elas recebem um novo look com o projeto London, desenvolvido pela empresa BT ArtBox devido ao jubileu de diamante e os Jogos Olímpicos 2012 na cidade.


Estilistas como Giles Deacon, Julien Macdonald e Zandra Rhodes são alguns dos autores das ilustrações que irão tomar conta das cabines artísticas, que ficarão expostas na vitrine da loja de departamento Harvey Nichols, do bairro de Knightsbridge, para depois serem espalhadas por diversos pontos da cidade. A ação é tão incrível que atraiu nomes como a modelo Lily Cole e o designer de chapéus Philip Treacy.

E se arte nas ruas já não fosse o bastante, após a exposição os projetos serão vendidos para arrecadar fundos para a organização Childline, uma linha de apoio às crianças que está comemorando seu aniversário de 25 anos. Dia 18 de julho acontece um leião com parte do acervo na National Portrait Gallery, e depois o eBay recebe o restante. Isso significa que poderemos participar, vamos ficar antenadas! E salvem a Rainha!





Curiosidades: Passagem de Vênus diante do Sol

terça-feira, 5 de junho de 2012


A passagem de Vênus diante do Sol, nesta terça (05) e quarta-feira (06), um fenômeno excepcional que não voltará a acontecer em 105 anos, será uma oportunidade única para observar planetas distantes onde pode existir vida, afirmaram astrônomos.

A próxima passagem de Vênus entre o Sol e a Terra não voltará a acontecer até dentro de 105 anos, em 2117. Este tipo de trânsito ocorre aos pares em intervalos de oito anos e não voltam a aparecer em mais de um século. No século XXI, o último foi em 2004. Não houve nenhum no século XX.

"A passagem de Vênus diante do Sol é exatamente o mesmo fenômeno que o telescópio (americano) Kepler capta ao orbitar outras estrelas, quando seus planetas transitam diante delas", explicou.

No entanto, no caso destes exoplanetas, planetas distantes que orbitam em torno do Sol, "sua estrela não é mais do que um ponto de luz porque estão muito longe de nós e por isso é difícil ver o que acontece", disse o astrônomo Alan MacRobert, editor da revista Sky and Telescope.

Tudo o que se vê quando um planeta passa pela frente é uma suave redução do brilho da estrela, informou à AFP.

Mas a luz da estrela que atravessa a atmosfera destes exploplanetas deixa uma "marca" espectrográfica que permite reunir informação valiosa sobre sua composição, acrescentou MacRobert.

"Poderemos fazer medições da atmosfera de Vênus durante sua passagem diante do Sol e ver que tipo de sinais são obtidos tomando medidas similares de exoplanetas que passam em frente à sua estrela e depois comparar os resultados sabendo que no caso de Vênus são exatos", disse Gerard van Belle, astrônomo do Observatório Lowell (Arizona, sudoeste).

Feinberg informou que os primeiros e últimos 20 minutos da passagem de Vênus, fenômeno com duração total de seis horas e meia, serão os melhores momentos para obseração porque então a luz solar através da atmosfera de Vênus formará uma espécie de camada em todo o planeta.

"Será então que os astrônomos tentarão medir a composição da atmosfera de Vênus", acrescentou.

O início do trânsito será visível na América do Norte, América Central e norte da América do Sul na última hora da tarde de 5 de junho, desde que o céu esteja limpo. O final do fenômeno não será visto nas regiões devido ao pôr-do-sol.

Toda a passagem de Vênus diante do sol poderá ser vista na Ásia oriental e na região do Pacífico Ocidental. Em Europa, Oriente Médio e Sul da Ásia se verão as etapas finais desta passagem à medida que for amanhecendo na região, em 6 de junho.

O fenômeno poderá ser visto a olho nu, informaram os astrônomos, lembrando que devido ao risco de cegueira ou dano permanente na vista, não se deve olhar diretamente para o sol sem um filtro apropriado.

Para mais informações, consultar:



Curiosidades: Humanos estrelares

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Feitos de estrelas? que papo maluco é esse?


É isso mesmo! De acordo com o astrônomo americano, Carl Sagan, no livro O Cosmos, o ser humano é formado por matéria estrelar. Cada átomo do nosso corpo veio da explosão de uma estrela, e mais, os átomos da sua mão direita provavelmente são provenientes de uma estrela diferente da sua mão esquerda. Estamos todos conectados.
O Macrocosmo é o universo como o conhecemos e o microcosmo é o universo que existe dentro de cada um de nós.
Não há separação entre matéria e espírito…Tudo é energia. Brilhar faz parte da nossa essência!!!

Curiosidades: A Barbie e suas releituras

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012


Das mais clássicas às mais modernas, a boneca Barbie encarnou célebres figuras do mundo da Arte e vestiu personagens como a Monalisa, de Leodardo DaVinci, e Neytiri, personagem do filme Avatar, de James Cameron. 


A responsável pela obra foi a artista plástica e fotógrafa francesa Jocelyne Grivaud. Suas diversas releituras deram à boneca adorada por uma geração de meninas, uma outra vida.
Ela conta que a idéia surgiu com as lembranças de seu primeiro exemplar, um presente de sua mãe em 1967. “O vestido era cor de rosa e extremamente delicado”, ela conta. “Mas eu cresci e a boneca desapareceu, mas a elegância e a graça da Barbie permaneceram junto aos sapatinhos no fundo de uma caixa de segredos”.
A ideia era, além de se divertir com a boneca, retratar a evolução da figura feminina durante os séculos, fazendo uma reflexão da figura física e dos papéis sociais da mulher.








Curiosidades: Facebook é mais viciante que cigarro, diz estudo

domingo, 5 de fevereiro de 2012


Cientistas norte-americanos fizeram um estudo para avaliar o quanto as pessoas podem resistir a seus desejos. O resultado mostrou que é mais difícil resistir a verificação do Facebook, Twitter ou e-mail, do que consumir cigarros ou álcool.

Ainda que dormir e fazer sexo podem ser os instintos mais poderosos, as pessoas estão mais propensas a ceder ao desejo de usar as mídias sociais .

Quanto mais fácil o acesso, mais difícil de resistir

Wilhelm Hofmann, líder da pesquisa e membro da Universidade de Chicago, disse que o desejo pelas redes sociais pode ser mais de difícil resistir, devido a sua alta disponibilidade e porque não custa muito ceder a essas atividades, ainda que se empreenda esforços para tal.
Hofmann fez uma comparação com o cigarro, que ao contrário de redes sociais, tem um valor monetário, o que aumenta a dificuldade para seu consumo e pode torná-lo um pouco mais fácil resistir.

Mensagens de texto coletaram as informações

A equipe de pesquisadores usou Blackberrys para medir a força de vontade de 205 pessoas entre 18 e 85 anos.
Mensagens SMS foram enviadas aos participantes do teste, sete vezes ao dia durante sete dias consecutivos, para que eles enviassem uma resposta revelando se estavam sentindo algum desejo nos últimos 30 minutos, que tipo de desejo e sua intensidade, bem como uma avaliação se era possível resistir. Em 10.558 respostas, em 7.827 delas as pessoas disseram que o desejo as venceu.
Dormir e resistir a preguiça são os desejos mais problemáticos, e, segundo Hoffman, sugere uma “tensão dominante entre as inclinações naturais para descansar e relaxar e à multiplicidade de trabalho e outras obrigações”.
Com efeito, a pesquisa revela que a facilidade de acesso ao objeto do desejo favorece que o indivíduo ceda. Tal informação é uma arma poderosa que pode ser usada por empresários interessados em promover seus produtos.


Ps.: Eu não queria. Juro! Mas Isla Allana praticamente me obrigou a fazer um facebook. No começo achava um saco. Mas hoje confesso-me uma viciada.

Não quero sofrer

domingo, 5 de junho de 2011


As pessoas costumam dizer que eu sou do tipo que se apaixona pouco, que se envolve racionalmente e que gosta de sofrer. Já ouvi tantas vezes que por essa minha necessidade de ser seletiva eu vou acabar sozinha que eu fico a pensar onde foi que eu me tornei assim.

Não, na verdade eu não vou falar de mim. Vou falar de todas nós que já sentiram a frustração de ter alguém nos amando e de não retribuir. Falar de todas nós que aprenderam que se não for intenso e recíproco não vale a pena.
Nenhuma de nós gosta de ser desprezada, pisada ou de sofrer. Mas a gente precisa de mistérios, de curiosidade e mais uma vez de equilibro. Não tem como falar se sentimentos, e aceitar que as pessoas busquem sofrer. Eu não busco. Mas eu quero alguém que pense coisas de modo diferente do meu, que tenha auto estima suficiente pra não abaixar a cabeça pra tudo que eu disser, que me beije de olhos fechados e que sorria um sorriso bobo depois disso. Quero alguém que tenha a própria vida, os próprios medos, e problemas. Alguém que se arrisque por mim, o mesmo tanto que eu me arrisco por ele. Quero reciprocidade, verdade e vontade.
Quero ter vontade de ligar no meio da noite e perguntar que serie ele esta assistindo, primeiro por saber que ele está tão acordado quanto eu, e segundo por não saber tudo sobre ele, ainda. Quero ser surpreendida com uma mensagem offline no msn, com um video qualquer sobre alguma coisa que eu disse. Quero ser surpreendida com um poema, ou texto que seja adequado ao nós. Quero nós. 
Não quero traição, lágrimas, nem mentiras. Não quero ser só mais uma. Mas eu preciso querer ser alguém melhor. Preciso de alguém que não ignore meus defeitos, mas que esteja disposto a suportá-los.
E isso não é gostar de sofrer. É querer sentir o melhor sentimento, da melhor maneira.


Curioso, incomum e criativo

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Criatividade não é simplesmente uma maneira de fazer melhor as coisas.
Sem ela somos incapazes de fazer pleno uso das informações
e experiências que já estão disponíveis
e presas a antigas estruturas,
padrões, conceitos e percepções.
Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.