Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador curiosidades. Mostrar todas as postagens

Curiosidades: Sobre o beijo

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Beijar é muito bom e não existe um ser humano na face da terra que não tenha beijado ou sido beijado por alguém alguém. Mesmo que no rosto.


Esse hábito de todos os dias também suas curiosidades. Muitas você talvez até nem tenha se dado conta. Quer ver?
1 – Os lábios humanos são diferentes dos de todos os outros do reino animal. Só eles são revirados para fora.
2 – Não somos a única espécie que dá beijos. Alguns tipos de nossos ancestrais -os macacos – também pressionam seus lábios para expressar emoção, afeto ou reconciliação.
3 – Por que beijamos? Nenhum cientista soube responder exatamente. Mas há suposições. Há quem defenda que nossas experiências precoces de alimentação (o aleitamento, por exemplo) nos levam associar o beijo a um ato de amor.
4 – Foi o militarismo romano quem introduziu o beijo em muitas culturas. Depois de suas conquistas, o beijo era uma espécie de comemoração. O hábito foi copiado em vários países da Europa.
5 – Estar perto o suficiente para beijar ajuda instintivamnte a avaliar a compatibilidade genéticas para fins de reprodução. Em um importante estudo, o biólogo evolucionista Claus Wedekind, da Universidade de Lausanne, Suíça, informou que as mulheres preferem os aromas de homens cuja imunidade e codificação genética é diferente das suas. A mistura dos genes poderia produzir descendentes com um sistema imunológico melhor.
6 – A evidência literária mais antiga sobre beijo vem do norte da Índia em textos em Sânscrito Védico, datados de 1.000 a 2.000 anos atrás.
7 – Dar um beijo em outra pessoa nos faz tão bem por causa da Dopamina, um neurotransmissor associado a sentimentos de desejo e recompensa, usados em respostas a novas experiências.
8 – Quando vem a paixão pela experiência do beijo, em algumas pessoas um choque de dopamina pode causar uma perda de apetite e uma incapacidade de dormir. Esses são sintomas associados com o amor.
9 – Em homens, um beijo apaixonado pode também estimular o hormônio ocitocina, que promove o sentimento de fixação. Quem descobriu foi o neurocientista comportamental Wendy Hill do Lafayette College, EUA.
10 – Beijar de mãos dadas reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, Isso diminuiria a a pressão arterial e aperfeiçoaria a interação do casal.
11 – Um beijo apaixonado tem o mesmo efeito que a Beladona (planta com efeitos farmacêuticos) no processo de dilatação da pupila
12 – Dois terços de todas as pessoas viram a cabeça para a direita no momento em que vão beijar, segundo a psicóloga Onur Gntrkn do Ruhr-University Bochum, na Alemanha.
13 – Psicólogos descobriram que os homens são bem mais propensos a preferir beijos de língua que as mulheres.
14 – Segundo estudos, a troca de saliva pode estimular a reprodução, na medida em que o homem passa um pouco de testosterona para sua parceira nos beijos de língua. Durante semanas e até meses, o ato de repetir o beijo poderia aumentar a libido de uma mulher, tornando-a mais receptiva ao sexo.
15 – Gordon Gallup, psicólogo evolutivo da Universidade Estadual de Nova York, descobriu que as mulheres prestam muito mais atenção do que os homens na respiração e nos dentes do parceiro.
16 – Veja bem quem vai beijar. O beijar pode transmitir doenças, inclusive a HPV. Isso porque 1 ml de saliva contém cerca de 100.000.000 de bactérias.


Curiosidades: Por que 12 de junho

quarta-feira, 12 de junho de 2013



O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. Em Portugal, assim como em muitos outros países, comemora-se no dia 14 de Fevereiro. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho, véspera do dia de Santo Antônio, também conhecido pela fama de "casamenteiro".
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado à troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o comerciante João Dória trouxe a ideia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A ideia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentim — que nos países do hemisfério norte ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

Curiosidades: Negro naturalmente loiro

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nas Ilhas Salomão, ao leste de Papua-Nova Guiné, lugar que a gente só sabe que existe graças aos concursos de Miss Universo, 10% da população nativa é negra de cabelos naturalmente loiros! O fato tem intrigado os cientistas há décadas. Recentemente, estudos da Universidade de Stanford revelaram que os cabelos loiros dos tais ilhéus se devem a uma variante genética DIFERENTE do gene que leva ao cabelo loiro em europeus. O resultado é a população com a pigmentação de pele mais escura fora da África e, ao mesmo tempo, com a maior prevalência de cabelos loiros fora da Europa.
Para quem achava que um negro pintar o cabelo de loiro era o cúmulo da criatividade (ou do mau gosto), a natureza mostra que já pensou nisso antes de nós. E mais uma vez vem nos dar uma lição de diversidade!



Curiosidade: Matrioshka

sexta-feira, 31 de maio de 2013


A Boneca russa é um brinquedo tradicional da Rússia, constituída por uma série de bonecas, feitas de diversos materiais, que são colocadas umas dentro das outras, da maior (exterior) até a menor (a única que não é oca). A palavra provém do diminutivo do nome próprio Matryona.
O número de figuras que se conseguem encaixar é, geralmente de 6 ou 7, ainda que existam algumas com um número impressionante de peças. A sua forma é simples, mais ou menos cilíndrica e arredondada e mais estreita na parte superior, onde se situa a cabeça da boneca. Não têm mãos (a não ser as que são pintadas na(s) sua(s) superfície(s)). O grau de sofisticação das matrioscas reside, de facto, na complexidade dos motivos pintados. Outra característica que diferencia as diversas peças são as figuras que encarnam: desde figuras femininas vestidas com trajes tradicionais campesinos, a personagens de contos de fadas, até aos antigos líderes da União Soviética.

Curiosidades: Morrer de amor

quarta-feira, 22 de maio de 2013


Achava que era lenda, né? Mas não é: dá mesmo para morrer de amor. Quem diz é o cardiologista inglês Alexander Lyon, do Imperial College, em Londres.

A dor de amor tem até um nome, chama-se Cardiomiopatia de Takotsubo. É uma espécie de infarto, só que sem nenhuma artéria bloqueada. Pacientes com sinais de cardiomiopatia sentem dores no peito e os exames de eletrocardiograma mostram as mesmas mudanças. “Oangiograma mostra que a principal câmara de bombeamento do coração tem uma anormalidade peculiar e diferente: falha em contrair e aparece parcialmente ou completamente paralisada”, explicou Lyon, no site The Conversation.

Suspeita-se que a síndrome do coração partido tenha um culpado: a adrenalina, um hormônio de resposta ao estresse que prepara o corpo para correr ou lutar. Em níveis médios, a adrenalina acelera o coração, a fim de deixar o organismo preparado para um esforço físicoextra. Só que quando a dose de adrenalina está muito mais elevada do que deveria, o efeito é contrário. Os batimentos cardíacos começam a diminuir e os músculos do coração podem ficar temporariamente paralisados.

E esse mal acomete algumas das pobres pessoas que tiveram o coração partido. Mas, fiquem tranquilos, é só um mecanismo do corpo para lidar com o excesso de estresse – e, embora a fase inicial seja perigosa, os riscos de morrer são baixos.


Curiosidades: Colecionador de peles tatuadas

sábado, 6 de abril de 2013




Dr. Masaichi Fukushi foi um médico patologista nascido em 1878 que, devido a seu estudo a respeito de sinais (como verrugas e manchas) na pele humana, em 1907, acabou se interessando pela tatuagem ao descobrir que era possível comparar com mais facilidade o movimento do pigmento dos sinais por meio do estudo do movimento do pigmento aplicado em peles tatuadas. Ele descobriu ainda que a pele penetrada por agulhas evitava a recorrência da sífilis em peles recentemente tatuadas – o que aumentou ainda mais seu interesse pela arte da tatuagem.
Em 1920, o Dr. Fukushi aceitou um cargo no Mitsui Memorial Hospital, no centro de Tóquio, onde teve contato com diversas pessoas tatuadas nos moldes japoneses tradicionais. O hospital Mitsui era uma instituição de caridade que atendia as classes mais baixas e, a medida que os tatuados faleciam, por doença ou velhice, Fukushi realizava as autópsias e preservava suas peles. Após ter passado um tempo na Alemanha, o médico retornou ao Japão, indo trabalhar na Nippon Medical University, na qual continuou a pesquisar sobre pigmentos na pele e o crescimento congênito de sinais e verrugas, voltando, então, a estudar peles tatuadas.
Na universidade, ele desenvolveu um método de tratamento e preservação especificamente da camada dermal que continha a tatuagem, podendo esticá-las e colocá-las em molduras sobrepostas com vidros, possibilitando que pesquisas médicas posteriores também pudessem ser feitas.
O projeto de Fukushi teve total cooperação dos tatuados, com quem mantinha boas relações e dividia o pesar de que trabalhos feitos tão meticulosamente fossem perdidos com a morte de quem os carregava. O médico até chegou a ajudar financeiramente aqueles que não tinham condições de terminarem suas tatuagens, pagando para completarem seus fechamentos! Em troca, ele tinha o direito de obter a pele do indivíduo depois que morresse – uma cobrança irrisória, já que muitos tatuados estavam dispostos a doar suas peles de bom grado e fariam qualquer coisa para não ter de lidar com a desgraça e humilhação de viver com uma tatuagem incompleta! Com sua atitude, Fukushi se tornou extremamente respeitado e admirado entre os grandes mestres japoneses da tatuagem, sendo convidado, inclusive, para ser jurado em convenções.
Nos anos de 1927 e 1928, Masaichi Fukushi dedicou-se à divulgação de seu trabalho pelo ocidente, oferecendo cursos e palestras sobre pigmentação, bem como sobre a história e o processo da tatuagem japonesa. Durante suas viagens, um caso desafortunado aconteceu em 1928, na cidade de Chicago, nos E.U.A.: um dos caminhões contendo quadros de peles tatuadas pertencentes ao médico foi roubado e nunca mais visto novamente, apesar de se ter oferecido uma generosa recompensa para quem devolvesse os artefatos levados.
Ao longo de sua vida, o doutor catalogou mais de 2000 desenhos, juntamente com informações detalhadas sobre os “donos” das tatuagens e suas peles, além de ter colecionado mais de 3000 fotos. Infelizmente, a maior parte de suas documentações foram destruídas em 1945, durante o bombardeio de Tóquio na Segunda Guerra Mundial, que deixou os prédios da universidade em ruínas. Contudo, os espécimes de pele estavam guardados em outro lugar, permanecendo intactos.
Nos anos 1940 e 1950, as pesquisas de Fukushi e a tatuagem japonesa chegaram até a aparecer em artigos de revistas e jornais, incluindo duas edições da revista americana Life, uma de 11 de março de 1946 e outra de 3 de abril de 1950! (Cliquem nas respectivas datas para conferir as edições, disponibilizadas no Google Books; as matérias estão na seção “Speaking of pictures…”, na página 12.)
A custódia da coleção de peles tatuadas do médico passou para as mãos de seu filho, Katsunari Fukushi, que, tendo visitado vários estúdios com seu pai quando era apenas um garoto, acabou por seguir seus passos, tornando-se um patologista que se dedicou a estudar o câncer e um amante da arte da tatuagem japonesa. Ele chegou também a preservar guardar peles tatuadas, adicionando mais de vinte exemplares à coleção. Curiosamente, pai e filho não chegaram a fazer tatuagens em si.
Katsunari escreveu e publicou diversos artigos sobre o tema, além de capítulos para os livros “Japanese Tattooing Colour Illustrated” (1972) e “Horiyoshi’s World”(1983), nos quais descreve o trabalho de seu pai e sua paixão pela arte na pele. Também na publicação “Tattoo Time Vol. 4 – Life & Death Tattoos” (número 1, 1987), produzido e editado por Don Ed Hardy, há um excelente artigo de Katsunari intitulado “Remains to be seen” (numa tradução literal, “Restos/Relíquias para serem vistos/as”).
Acredita-se que a Universidade de Tóquio tem 105 quadros contendo as peles tatuadas, sendo boa parte deles fechamentos de corpo inteiro! O departamento médico da universidade não é aberto ao público, mas eventualmente são permitidos agendamentos, de médicos e pesquisadores, para visitar a exposição.


Curiosidades: Porquê 8 de março

sexta-feira, 8 de março de 2013


Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher".

Curiosidades: Tatuagem

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Antigamente vista como símbolo de marginalização, a tatuagem hoje é estampada no corpo das pessoas de diferentes níveis sociais. Os motivos que as levam marcar o corpo para o resto da vida são inúmeros: paixão pelo futebol, nome do amor, rosto do filho, iniciais dos pais e avós, letra de uma música etc.
“Muitas pessoas na hora de tatuar esquecem que aquilo ficará para sempre. A remoção de uma tatuagem sai caro e, dependendo do tamanho dela, é difícil retirar 100%”, explica o tatuador Lucas Fernandes.
Segundo a dermatologista Samar El Harati, dependendo das cores da tatuagem o laser não consegue remover. “Para retirar os pigmentos, as tatuagens pretas são as mais fáceis. É importante lembrar que o processo é lento, caro e exige muitas sessões”, esclarece a dermatologista.
É preciso muita cautela na hora de decidir fazer uma tatuagem. “A tattoo é definitiva. É preciso pesquisar a imagem que você tatuará e, além disso, escolher profissionais qualificados. Às vezes o desenho que você escolheu nas mãos de alguém que não sabe executar o trabalho pode ficar totalmente diferente”, explica Lucas Fernandes. O tatuador e a dermatologista tiram outras dúvidas comuns de quem quer desenhar o corpo pela primeira vez:

Fazer tatuagem dói?
“Isso varia muito. Claro que uma dor pequena todo mundo sente, mas é suportável. A dor é relativa e depende do local a ser tatuado, assim como o tamanho e as cores (normalmente as coloridas exigem mais de uma aplicação)”, esclarece Lucas Fernandes.

Posso tatuar qualquer parte do corpo?
“Qualquer lugar. Não aconselhamos tatuar os dedos nem as solas das mãos e dos pés. Essas regiões, devido ao excesso de suor, deixam o pigmento da tattoo fraco”, explica Lucas Fernandes.

Menor de 18 anos pode fazer tatuagem?
“Não. Mesmo indo ao estúdio com os pais, o menor por Lei Estadual nº 9.828 de 06/11/1997 não pode fazer tatuagem ou pircing”, esclarece o tatuador.

Depois de feita, quanto tempo devo esperar para ir à praia?
“É preciso esperar o processo de cicatrização da pele. Normalmente isso demora de 10 a 15 dias. Antes disso o sol pode provocar manchas indesejadas. O uso do protetor solar antes do período de cicatrização não é recomendado por causar reação alérgica em algumas pessoas”, explica o tatuador.

Quais são os cuidados principais que a pessoa deve ter ao fazer uma tatuagem?
“Saber sobre a higiene local, dos materiais esterilizados e descartáveis, e sobre a qualidade dos produtos usados. Além disso, a qualificação do tatuador. Isso é muito importante”, esclarece a dermatologista Dra. Samar El Harati.

Quais são os riscos de contaminação?
“Infecção por bactérias, fungos e vírus, hepatite B e C, HIV, além de alergias”, explica a dermatologista.

Existe algum dano que tatuagem pode ocasionar em nossa pele?
“Infecções, alergias e cicatrizes inestéticas”, diz a Dra. Samar El Harati.


Enfim, já estou pensando numa próxima.

Curiosidades: Por que o mundo não vai acabar em 2012?

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Segundo a Revista Galileu, a Nasa divulgou um vídeo de resposta às várias teorias que se popularizaram sobre o fim do mundo em dezembro de 2012. Nele, o cientista do Laboratório de Propulsão de Jatos Don Yeomans discorre sobre cada uma das hipóteses mais conhecidas e explica por que elas não se concretizarão. 
Primeiro, Yeomans explica que toda essa comoção em volta do dia 21 de dezembro de 2012 começou com o calendário Maia, que terminaria neste dia. Mas, segundo o cientista, o que está indicado no calendário é o fim de um ciclo e o início de outro, não o apocalipse. Ele o compara com a forma em que nós contamos os anos – todos os dias 31 de dezembro um ciclo termina, para outro começar no dia 1 de janeiro. 
Depois o especialista da Nasa fala sobre Nibiru, um planeta que seria quatro vezes maior do que a Terra, também conhecido como “Planeta X”. Segundo outra teoria do apocalipse, esse astro estaria em uma rota de colisão com a Terra. Para Yeomans, é impossível que ninguém tenha detectado Nibiru se aproximando, se isso realmente estiver acontecendo. 
“Tem gente que acredita que a Nasa está escondendo essas informações. Mas existem milhares de astrônomos fora da organização que olham para os céus todas as noites. Com certeza, eles teriam notado essa movimentação”, argumenta o cientista. 
Outra hipótese é a de uma grande tempestade solar que aconteceria no dia 21 de dezembro seria a razão do fim do mundo. Este tipo de evento, realmente está se tornando mais frequente – isso porque o Sol passa por ciclos e seu período de maior atividade está previsto para o fim deste ano e o começo de 2013. 
O argumento de Yeomans é que, na verdade, a máxima solar irá acontecer apenas em maio do ano que vem e que, mesmo assim, a atividade não deverá ser tão intensa. Basicamente, não há evidências de que tempestades solares, como as que aconteceram durante o início de março, possam ocorrer novamente. 
Para quem acredita que o apocalipse será causado pelo alinhamento dos planetas, que geraria uma mudança catastrófica nas marés, a resposta do cientista da Nasa é direta: não há nenhum alinhamento previsto para o fim de 2012. Mesmo que houvesse uma movimentação do gênero, outros planetas não poderiam afetar as marés. Os únicos corpos celestes capazes de fazer isso são a Lua, como aprendemos nas aulas de geografia, e o Sol. 
Também existe o boato de que, de alguma forma, os pólos magnéticos da Terra irão se inverter. Isso simplesmente não pode ocorrer por causa da Lua – nosso satélite estabiliza a rotação do planeta e não permite que a rotação dele mude de uma hora para a outra. Os pólos podem, sim, mudar, mas fazem isso aos poucos, demorando milhares de anos até que eles se invertam. 
Yeomans conclui seu vídeo lembrando-se das inúmeras previsões para o fim do mundo que já foram feitas, causaram pânico e não se cumpriram. “Ainda estamos aqui”, declara. 

Confira o vídeo (em inglês)


Quem não se lembra da música? Quando o segundo sol chegar, para realinhar a órbita dos planetas… Pois é, alguns dizem que estamos próximos do fim e outros que estamos nos aproximando do início de uma nova era. Estamos tão acostumados a acreditar em mentiras que quando ouvimos algumas verdades, achamos graça, fazemos piada. Nunca se sabe. Pro dia das dúvidas, o blog Casal sem Vergonha preparou uma lista de coisas que você deveria carimbar no seu passaporte da vida caso o mundo venha mesmo a acabar ou se o fim do mundo como conhecemos realmente chegar. Se nada acontecer? Não tem problema. Você vai ter vivido um monte de coisas legais que valeram à pena: 

1. Ligue pra aquele amigo ou aquela amiga da qual você gosta muito, mas com quem não conversa há anos.
  • Faço sempre...rs 
2. Coma o último pedaço de bolo. Sim, aquele que todo mundo fica com vergonha de pegar da travessa.
  • Por que não? 
3. Faça uma tatuagem. Aquela que você sempre quis fazer mas adia há séculos.
4. Nade pelado.
  • Primeiro tenho que aprender a nadar....kkk 
5. Pague um almoço para um morador de rua.
  • Vixe! Não vejo um a muito tempo. 
6. Se você não gosta do seu trabalho, peça demissão.
  • A coisa ta tensa, mas preciso me manter. Vai que o mundo não acaba?! 
7. Se você ama, conte, mesmo que não saiba qual vai ser a resposta do outro.
  • Isso já foi feito...rs 
8. Tire um dia de folga no trabalho. Mesmo sem o consentimento do seu chefe – uma falta não vai te fazer perder o emprego e você pode ver aquela coletânea de filme trash que você tanto queria.
  • Boa idéia! 
9. Adote um cachorro.
  • Minha casa já parece um zoo. 
10. Compre um presente e dê para um estranho na rua.
  • Ai já quer demais... 
11. Transe com seu amor como se fosse a última vez.
  • Sempre! 
12. Se não tiver um amor, transe com qualquer pessoa como se fosse a última vez. (use camisinha, vai que o mundo não acaba)
  • Melhor prevenir que remediar.
13. Dance como se ninguém estivesse olhando, mesmo que tenha certeza que está sendo ridículo.
  • Kkk... muitas festinhas chegando.
14. Passe um dia elogiando pessoas.
  • Elogiando quem merece né. Porque tens uns que prefiro mandar pra o raio que o parta.
15. Passe um dia falando somente a total e absoluta verdade. Se conseguir, nos ensine como.
  • Eu consigo! RS 
16. Se ainda não realizou um grande sonho, faça uma coisa por dia que te aproxime dele. Não durma sem conseguir.
  • Sofro de insônia.
17. Faça uma coisa que te assusta todos os dias.
  • Oi?!
18. Escute alguém com mais de 80 anos falando sobre como foi sua juventude.
  • Nostalgico

19. Aprenda a plantar sua própria comida. Mesmo se for começar com um pé de alface numa garrafa pet na sua varanda.
  • Eitah, vou tentar...rs não garanto.
20. Escolha um lugar do mundo que você não gostaria de morrer sem conhecer. Dê um jeito de ir pra lá.
  • Queria mesmo poder fazer isso, porém, contudo, todavia...rs
21. Aprenda a construir um abrigo.
  • Engenheira em ação.
22. Ligue no dia seguinte sem medo de possíveis consequências.
  • Pensável.
23. Aprenda a fazer um curativo. Todo mundo gosta de ganhar um curativo de alguém.
  • Nojento.
24. Faça um álbum impresso das suas melhores fotos. Guardar só no computador é arriscado demais.
  • Vou falir em revelação... tem idéia de quantas 1000 fotos tenho no só noteboook?
25. Compre caixas de chocolate do bom e distribua no seu trabalho. Ganhe sorrisos em troca.
  • Ainda bem que aqui são contados os que merecem.
26. Escolha um alimento do qual você não gosta, vá num restaurante foda e peça um prato com ele. Reveja seus conceitos.
  • Ai já é pedi demais.
27. Aprenda a resolver seus problemas com improvisação. Não fique esperando a solução perfeita – ela pode não chegar.
  • Improviso é comigo mesmo.
28. Não deixe para amanhã. Passe hoje no mercado, compre os ingredientes, e cozinhe o prato preferido dela(e).
  • Miojo serve?! kkk
29. Use a internet para aprender. Há muito mais coisas para serem exploradas do que o Facebook e sites de humor.
  • Mais? Este post é sinal que ando pesquisando.
30. Realize aquela fantasia bizarra da sua mulher/homem que você jurou que nunca toparia.
  • Interessante.

Faça você também!


Curiosidades; A fadiga da informação

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Há uma nova doença no mundo: a fadiga da informação. Antes mesmo da internet, o problema já era sério, tantos e tão velozes eram os meios de informação existentes, trafegando nas asas da eletrônica, da informática, dos satélites. A internet levou o processo ao apogeu, criando a nova espécie dos internautas e estourando os limites da capacidade humana de assimilar os conhecimentos e os acontecimentos deste mundo. Pois os instrumentos de comunicação se multiplicaram, mas o potencial de captação do homem – do ponto de vista físico, mental e psicológico – continua restrito. Então, diante do bombardeio crescente de informações, a reação de muitos tende a tornar-se doentia: ficam estressados, perturbam-se e perdem em eficiência no trabalho.
Já não se trata de imaginar que esse fenômeno possa ocorrer. Na verdade, a síndrome 
da fadiga da informação está em plena evidência, conforme pesquisa que acaba de ser feita, nos Estados Unidos, na Inglaterra e em outros países, junto a 1.300 executivos. Entre os sintomas da doença, apontam-se a paralisia da capacidade analítica, o aumento das ansiedades e das dúvidas, a inclinação para decisões equivocadas e até levianas.
Nada avançou tanto no mundo como as comunicações. Pouco durou, historicamente, para que saíssemos do isolamento para a informação globalizada e instantânea. Essa revolução teria inegavelmente de gerar, ao lado dos efeitos mágicos e benfazejos, aqueles que provocam respostas de perplexidade no ânimo público e das pessoas em particular. Choques comportamentais e culturais surgem como subprodutos menos estimáveis desse impacto modernizador, talvez por excessiva celeridade no desenrolar de sua evolução.
Curiosamente, a sobrecarga de informações pode redundar em desinformação. 
Recebíamos antes a notícia do dia e podíamos ruminá-la durante horas. Hoje temos a notícia renovada e modificada a cada segundo, acompanhando em tempo real o desdobramento dos fatos e das decisões, o que rapidamente envelhece a informação transmitida e nos deixa sem saber, afinal, qual a versão mais próxima da realidade do momento. As agências noticiosas não dispõem de tempo para maturar o seu material, há que lançá-lo logo ao consumo – mesmo sob o risco de uma divulgação incompleta ou deformada, avizinhada do boato.
Há 30 anos, o então estreante Caetano Veloso perguntava numa das estrofes de sua famosa canção Alegria, alegria: “Quem lê tanta notícia?”. Presentemente, a oferta de informações, só nas bancas de jornais, deixaria ainda muito mais intrigado o poeta do tropicalismo. Além da televisão aberta, a TV por assinatura põe o telespectador diante da opção de centenas de canais. Há emissoras nacionais e estrangeiras, de rádio e de TV, dedicadas exclusivamente a transmitir notícias. O CD-ROM ampliou consideravelmente a dimensão multimídia do computador. O fax e o correio eletrônico deixaram para trás o telefone, o telegrama e todos os meios de comunicação postal.
A massa de informações gerais ou especializadas contida na imprensa diária exigiria um super-homem para absorvê-la. E, a cada dia, jornais e revistas se enriquecem de suplementos e de encartes pedagógicos e culturais.
É claro que esse processo não vai estancar e muito menos regredir. A informação não poderia estar à margem do mercado competitivo. Não há dúvida, porém, de que precisamos aprender a filtrá-la, a ajustá-la ao nosso metabolismo de público-alvo. 
A eletrônica e a informática estão a nosso serviço, mas não substituem as limitações orgânicas, cerebrais e emocionais do homem. A informação nos faz também sentir as dores do mundo, onde quer que ocorram sob a forma de calamidades, tragédias, adversidades coletivas ou individuais. Ou buscamos um equilibrado “modus vivendi” com as pressões da prodigiosa tecnologia da comunicação, ou o feitiço vira contra o feiticeiro. O oxigênio da informação, sem o qual no passado recente não conseguiríamos respirar, terá de ser bem inalado para não nos ameaçar com a asfixia, o estresse, as neuroses e, quem sabe, o infarto.

- Augusto Marzagão 

Revista da Comunicação. Rio de Janeiro, ano 12, n.º 46, novembro de 1996, p.20-21.

Inspiração fotográfica: Ruivos

terça-feira, 13 de novembro de 2012


30 curiosidades sobre os ruivos 

1. Os antigos gregos acreditavam que os ruivos se transformariam em vampiros depois de mortos. 

2. Cerca de 1-2% das pessoas, ou cerca de 2 em cada 100 pessoas no mundo, tem o cabelo vermelho. 

3. Os cabelos escuros podem ficar vermelhos ou loiros, nos casos de deficiência grave de proteínas por inanição grave. 

4. O cabelo de cor mais rara em seres humanos é o vermelho. 

5. Atualmente na Inglaterra, crianças ruivas têm sido chamadas de “red knobs” ou “tampon tops.” 

6. Os cabelos vermelhos não ficam cinza como as outras cores de cabelo. Eles tendem a tornar-se aloirados e, depois, brancos. 

7. Por razão de o cabelo ruivo natural manter seu pigmento mais do que as outras cores, é mais difícil tingir. 

8. Durante a caça às bruxas nos séculos XVI e XVII na Europa, muitas mulheres foram queimadas na fogueira como bruxas simplesmente porque tinham os cabelos vermelhos. 

9. As ruivas sofrem contusões mais facilmente do que mulheres com outras cores de cabelos. 

10. Pessoas com cabelos ruivos têm duas vezes mais chance de desenvolver a Doença de Parkinson. 

11. Os ruivos têm um cabelo mais grosso do que pessoas com outras cores de cabelo, por isso eles possuem menos fios. Por exemplo, enquanto os loiros têm em média 140 mil fios de cabelos, ruivos têm cerca de 90.000. 

12. Mark Twain disse certa vez que “Enquanto o resto das espécies é descendente de macacos, os ruivos são descendentes dos gatos”. 

13. Hitler teria proibido o casamento de ruivos, a fim de evitar uma “descendência impura”. 

14. Segundo uma peça de George Chapman, Bussy d’Amboise, o veneno ideal deve incluir a gordura de um homem de cabelos vermelhos. 

15. Segundo a lenda, o primeiro ruivo foi o Prince Idon de Mu, que, assim que descobriu Atlântida, ficou maravilhado com o lugar e desejou que seus descendentes pudessem contemplar o que ele via. Assim seus cabelos tornaram-se vermelhos como o deslumbrante pôr do sol da ilha vermelha e seu corpo ficou coberto por sardas como as folhas do lugar, sendo essas características repassadas para as gerações futuras. 

16. O cabelo vermelho é uma característica recessiva, o que significa que uma criança para ser ruiva deve herdar um gene responsável pelos cabelos vermelhos de cada um dos pais. Características recessivas muitas vezes vêm em pares, dessa forma ruivos que sejam também canhotos são mais comuns do que em outras cores de cabelo.

17. Alguns estudiosos especulam que Adão era da “terra vermelha”, sendo que a palavra hebraica para “vermelho” é Adom. Então, Adão teria sido ruivo?

18. os cabelos vermelhos também são conhecidos nos EUA como ‘Titian’ ou ‘ginger hair’. 

19. Na Roma antiga, escravos ruivos eram bem mais caros do que os demais com outras cores de cabelo. 

20. Satanás é frequentemente retratado como ruivo. Muito provavelmente porque o vermelho era visto como a cor do desejo sexual e da degradação moral. 

21. Em 1995, o professor Jonathan Reese descobriu que as mutações do gene MC1R do cromossomo 16 são responsáveis pelo cabelo vermelho (conhecido como “ginger gene”). A mutação do gene responsável pelo cabelo ruivo nos seres humanos provavelmente surgiu há milhares de anos atrás. 

22. Alguns estudiosos afirmam que a mesma mutação genética responsável pelos cabelos vermelhos também afeta a maneira como os ruivos respondem à dor e anestésicos. 

23. No Egito antigo, ruivas foram enterradas vivas como forma de sacrifícios ao deus Osíris.

24. Há uma especulação corrente de que os ruivos seriam extintos em 100 anos. No entanto, um artigo da National Geographic afirma que, o número de ruivos pode até reduzir, mas, salvo uma catástrofe, o gene do cabelo vermelho não irá se extinguir. \o/ 

25. Embora a Escócia tenha a maior proporção de ruivos (13%), seguido da Irlanda com 10%, os Estados Unidos têm a maior população de ruivos no mundo, com 6 a 18 milhões de ruivos, ou 2-6% de sua população . 

26. O gene responsável pelo cabelo vermelho inicialmente representava um benefício aumentando a capacidade do corpo para produzir a vitamina D, o que foi importante para as pessoas que vivem mais longe do equador. No entanto, os ruivos de hoje são mais propensos para desenvolver câncer de pele e rugas prematuras. 

27. O cabelo vermelho é uma mutação do gene MC1R do cromossomo 16. A mutação bloqueia a produção de eumelanina (pigmento marrom/preto), o que provoca um acúmulo da feomelanina (pigmentos loiro/vermelhos). Alguns cientistas acreditam que altos níveis de feomelanina pode produzir mais mutações e efeitos perigosos quando expostos à radiação UV. 

28. Em A tentação de Michelangelo e na Catedral de São Paulo. Eva é representada como tendo cabelos castanhos e loiros, respectivamente. Mas, em ambas as interpretações artísticas, depois que ela come a maçã e ela e Adão são expulsos do Jardim do Éden, Eva é pintada como uma ruiva. 

29. “Gingerphobia” é como se designa o medo de pessoas ruivas. Enquanto “Gingerism” é como é designado o bullying ou preconceito contra ruivos. 

30.  A primeira ruiva: Lilith, a suposta primeira esposa de Adão, tinha o cabelo vermelho. Ela acabou expulsa do Jardim do Éden por ter se recusado a ficar subordinada ao Adão. Ela, então, voou para o Mar Vermelho e começou a viver uma vida promíscua com “demônios lascivos”. Ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido.


Doe medula óssea!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


Quando não há um doador aparentado (um irmão ou outro parente próximo, geralmente um dos pais), a solução para o transplante de medula é procurar um doador compatível entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos etc.) semelhantes, mas não aparentados. Para reunir as informações (nome, endereço, resultados de exames, características genéticas) de pessoas que se dispõem a doar medula para o transplante, foi criado, em 2000, o Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), instalado no Instituto Nacional de Câncer (INCA). Desta forma, com as informações do receptor, que não disponha de doador aparentado, busca-se no REDOME um doador cadastrado que seja compatível com ele e, se encontrado, articula-se a doação. 

Doação de Medula Óssea
O número de doadores voluntários tem aumentado expressivamente nos últimos anos. Em 2000, existiam apenas 12 mil inscritos. Naquele ano, dos transplantes de medula realizados, apenas 10% dos doadores eram brasileiros localizados no Redome. Agora há 2 milhões de doadores inscritos e o percentual subiu para 70%. O Brasil tornou-se o terceiro maior banco de dados do gênero no mundo, ficando atrás apenas dos registros dos Estados Unidos (5 milhões de doadores) e da Alemanha (3 milhões de doadores). A evolução no número de doadores deveu-se aos investimentos e campanhas de sensibilização da população, promovidas pelo Ministério da Saúde e órgãos vinculados, como o INCA. Essas campanhas mobilizaram hemocentros, laboratórios, ONGs, instituições públicas e privadas e a sociedade em geral. Desde a criação do REDOME, em 2000, o SUS já investiu R$ 673 milhões na identificação de doadores para transplante de medula óssea. Os gastos crescerem 4.308,51% de 2001 a 2009. 

Como é feito o acesso ao REDOME?
O processo é simples e totalmente informatizado. O médico responsável inscreve as informações do paciente, incluindo o resultado do exame de histocompatibilidade ¿ HLA - (exame que identifica as características genéticas de cada indivíduo), no sistema do REREME - Registro nacional de receptores de medula óssea. Imediatamente, a busca é iniciada. Quando são identificados possíveis doadores compatíveis, a informação é logo transmitida ao médico, que junto com a equipe do REDOME, analisa os melhores doadores, faz a escolha, e é dado início aos procedimentos de doação. O doador é, então, convocado a realizar os testes confirmatórios e fazer a doação. A retirada das células para a doação é feita no hospital habilitado mais próximo da residência do doador. Assim que retiradas, as células são transportadas até o centro onde o será feito o transplante.

Quantos hospitais fazem o transplante no Brasil?
São 70 centros para transplantes de medula óssea e 20 para transplantes com doadores não-aparentados: Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais, Real Hospital Português de Beneficência em Pernambuco, Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (UFRJ), INCA, Hospital das Clínicas Porto Alegre, Casa de Saúde Santa Marcelina, Boldrini, GRAAC, Escola Paulista de Medicina - Hospital São Paulo, Hospital de Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (USP), Hospital AC Camargo, Fundação E. J. Zerbini, Hospital de Clínicas da UNICAMP, Hospital Amaral Carvalho, Hospital Israelita Albert Einstein e Hospital Sírio Libanês.

Quantos transplantes o INCA faz por mês?
A média é de dois transplantes com doadores não-aparentados. Mensalmente são realizados sete transplantes do tipo autólogo (de uma pessoa para si mesma) e com doador aparentado. 

O que a população pode fazer para ajudar os pacientes?
Todo mundo pode ajudar. Para isso é preciso ter entre 18 e 55 anos de idade e gozar de boa saúde. Para se cadastrar, o candidato a doador deverá procurar o hemocentro mais próximo de sua casa, onde será agendada uma entrevista para esclarecer dúvidas a respeito das doações e, em seguida, será feita a coleta de uma amostra de sangue (10 ml) para a tipagem de HLA (características genéticas importantes para a seleção de um doador). Os dados do doador são inseridos no cadastro do REDOME e, sempre que surgir um novo paciente, a compatibilidade será verificada. Uma vez confirmada, o doador será consultado para decidir quanto à doação. O transplante de medula óssea é um procedimento seguro, realizado em ambiente cirúrgico, feito sob anestesia geral, e requer internação de, no mínimo, 24 horas. Saiba mais

Importante: um doador de medula óssea deve manter seu cadastro atualizado sempre que possível. Caso haja alguma mudança, preencha este formulário.


Compartilhe essa ideia!


Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.