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É infeliz, felizmente

domingo, 11 de novembro de 2012


Que droga! Por que as coisas precisam ser assim, tão julgadas? Queria muito ter a inocência de uma criança, longe de tão ridícula realidade. Por que tem que ser assim? Eu só queria um pouquinho de paz, de companheirismo, de momentos compartilhados. Eu to cheia de ti-ti-tis. Pessoas que nada fazem além de tagarelar vida alheia. Deixem-me em paz! Deixe-me viver minhas alegrias. Desmedida de tudo... Quero emoção, quero virtude, quero amor. Não preciso de satisfações. É tudo tão bonito quando o preconceito não existe. É infeliz, felizmente que me orgulho de mente tão evoluída. É talvez eu seja mesmo de outro mundo.

Quem sabe? Só o tempo

domingo, 12 de setembro de 2010


Quem pode dizer aonde vai a estrada? Para onde vão os dias? Só o tempo.
E quem pode dizer se o seu amor crescerá conforme seu coração escolher? Só o tempo.
Quem pode dizer porque seu coração suspira conforme seu amor flutua? Só o tempo.
E quem pode dizer porque seu coração chora quando seu amor morre? Só o tempo.
Quem pode dizer quando os caminhos se cruzam, que o amor deve estar em seu coração? E quem pode dizer quando o dia termina se a noite guarda todo o seu coração?
Se a noite guarda todo o seu coração...
Quem pode dizer se o seu amor crescerá conforme seu coração quiser? Só o tempo.
E quem pode dizer aonde vai a estrada? Para onde vão os dias?
Só o tempo.

Quem sabe?
Só o tempo

"Tudo tem o seu tempo determinado e há tempo para todo propósito debaixo do céu: há tempo de nascer e tempo de morrer; tempo de chorar e tempo de rir; tempo de abraçar e tempo de afastar-se; tempo de amar e tempo de aborrecer; tempo de guerra e tempo de paz." (Eclesiastes)

A outra metade, não sei…

sexta-feira, 16 de julho de 2010


Que essa minha vontade de ir embora, se transforme na calma e na paz que eu mereço… Que o medo da solidão se afaste, e que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável; que o espelho reflita em meu rosto, um doce sorriso que eu me lembro ter dado na infância, porque metade de mim é a lembrança do que fui; e a outra metade, não sei…

Oswaldo Montenegro

Apenas não quero

sábado, 17 de abril de 2010

Quem alguém morra de amor por mim. Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto a mim, abraçando-me. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim, nem que eu faça a falta que elas me fazem. O importante, para mim, é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível, e que esse momento será inesquecível. Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre, e que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou e não pelo o que tenho.

Decisão

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Tudo sempre igual, todo ano, o ano todo. A página está em branco, eu fico um tempo pensando, tentando fazer minha mais intima retrospectiva. Lembro de pessoas, lembro de fatos, lembro que não esqueci tudo o que precisava e descubro que muitas coisas eu sequer me lembrava. Não há por onde começar. As palavras não soltam de mim, não carregam desejos de paz e prosperidade àqueles com quem eu quero tanto falar. Não há obrigados despencando por entre os nomes daqueles a quem eu quero tanto agradecer. Há um silêncio que rodeia e se abriga em mim própria. (Como assim?) Não vejo a necessidade de contar minhas promessas não cumpridas, turvos pontos de vista e tantas vontades infundadas. As mudanças que ocorreram dentro de mim, à esperança que sem motivo ressurgia, a falta que sem perceber em mim já não doía. Relevâncias e irrelevâncias só minhas. Eu até tento buscar um ponto que me faça reverter o sentimento, afinal sempre foram tantos textos e tantos livros, estrofes de música e tantas frases de efeito. Tudo sem efeito algum. Tenho a sensação que meus 20 anos passaram em rascunho. Eu sei que não foi, mas parece que não sei. Mas saiba que eu sei bem a quem agradecer pela presença e a quem culpar pela ausência. Também sei a quem dei meu melhor abraço e quem de mim recebeu o melhor sorriso. Sei quem estava comigo enquanto eu chorava e o quanto de lágrima que comigo sozinha estava. Conheço o senhor das minhas melhores palavras, e por quem vem minha risada incontida. Quando da minha dúvida e quando da certeza eu sei quem estava aqui. Eu sei quem me fez o melhor pedido e quem me deu uma grande oportunidade. Meu amor incondicional, eu sei. Eu sei quem eu tanto achei que amei. De quem eu sinto falta e quanta falta me faz sentir, eu sei também. Eu sei que eu não fiquei menos racional, mas deveria. Não fiquei tão corajosa quanto gostaria. Toda a memória ficou registrada em mim ai eu resolvi não escrever para ninguém, por falta de palavras... Quantas palavras!

Datas

domingo, 4 de abril de 2010


As palavras nem sempre dizem o que querem dizer. O silêncio cala mais alto, e dói mais fundo. Que você sempre tenha voz pra dizer ao mundo suas vontades, sejam certas ou incertas. Teu caminho é aquele que escolhestes pra ti. Ande sem olhar para o que para trás ficou. Que a sorte seja tua companheira fiel e que encontres a paz que porventura nem estejas procurando. Ao longe, ficam as pessoas. No peito, carregam-se as lembranças. À frente, brilha o futuro. Teu!

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.