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Nem princípio nem fim
segunda-feira, 8 de abril de 2013
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Nunca fica
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Tenho lido trechos, aceitado sugestões, mas quando é a tão chegada hora de renovar, surge aquela figura humana que me enfeitiça mais uma vez, e tudo vira mais do que surreal. Por alguma razão, algo me leva a crer que isso é um sinal. Sinal de que eu não sei, é só um sinal. Sinto uma vontade absurda de viver, sigo numa incessante busca em ser amada. É um vazio que carrego na procura de algo o alguém que possa preencher até derramar. Preciso que me desafie, que vire meu mundo do avesso... Que acarinhe todo o sentimento guardado. É como se tivesse depositado numa gaveta e trancado todo o amor. E guardado a chave num lugar onde o único alguém que sabe, volta... Mas nunca fica.
Não se preocupe mais
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
…com tanta bobagem, apenas viva. Quem te merece não te faz chorar, se for chorar que seja de felicidade. Não se preocupe tanto assim com o que dizem de você, o único que te conhece como ninguém é você mesmo. De valor a quem te ama, guarde as cartas de amor, jogue fora as ofensas. Viva cada dia como se fosse o último, não tente entender o mundo nem as pessoas, é perda de tempo. Apenas viva e sorria, permita que a felicidade entre na sua vida, e não deixe que ela vá embora.

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Ausência e carência se misturam
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Os calafrios que percorrem meu ser
São testemunhas incontestáveis de meu abandono
Entrego-me à solidão ao deitar-me à noite
Percebendo o vazio que se alastra em mim...
Ausência e carência se misturam
Até que as letras do texto se confundam
E a angústia solidária
Assim, se dissipe...
Um sono conturbado,
Doido... Perturbado?
Na minha insanidade,
Minha algoz, a quem venero...
Me jura lealdade!
Sinto o chicote cortando
A lâmina afiada do punhal
Rasgando minhas entranhas
Traído...
Acordo... E os mesmos calafrios
Retomam seu assento
Expulsam a assassina...
Venerada, amada... Estranha.
[ Douglas Naegele]

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