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Não, você não sabe

quarta-feira, 15 de maio de 2013



“Sabe de uma coisa? Não, você não sabe. Vou te contar. Eu ando tão sensível. Precisando assim de uma palavra suave, de um gesto inesperado - e belo. Você consegue me surpreender de um jeito bom? Diz que sim, preciso tanto de você. Que coisa louca essa: a gente precisa de alguém. Mas, sabe, a gente sempre precisa de alguma coisa que nos coloque no eixo. Ando meio fora dos trilhos, se é que você me entende. Andei pensando na vida - é, sei que isso dá calafrios (…)”

Clarissa Corrêa


Teu

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Viver, é o que eu faço quando meu coração acelera, quando meus olhos brilham, ou meu sorriso ri um riso canto de boca. 
-Matheus Rocha 

Dos detalhes que são mínimos, mas não se apagam. Como canta o Roberto, “detalhes tão pequenos de nos dois”, detalhes que tatuam, que mesmo sendo eles, mínimos, diferenciam. Despercebidos, de vontade própria, suave, de toque quase sensível. A boca toca a pele sob a linha que desenha as costas, que o tal corpo sustenta. E toca mais uma vez, outra, mais outra e se repete repetidas vezes. Detalhes. Sentidos, envolvidos. Teus, meus... Nossos.


Diz que sim

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

“Sabe de uma coisa? Não, você não sabe. Vou te contar. Eu ando tão sensível. Precisando assim de uma palavra suave, de um gesto inesperado - e belo. Você consegue me surpreender de um jeito bom? Diz que sim, preciso tanto de você. Que coisa louca essa: a gente precisa de alguém. Mas, sabe, a gente sempre precisa de alguma coisa que nos coloque no eixo. Ando meio fora dos trilhos, se é que você me entende. Andei pensando na vida - é, sei que isso dá calafrios…”

-Clarissa Corrêa

Suspiro Tube: Amor pra depois - Rafinha

segunda-feira, 4 de junho de 2012


Desilusão machuca fecha a porta para o amor,
um dia me entreguei e hoje sei o que é a dor,

Eu conheci então o lado escuro da paixão,
somente um grande amor vai reabrir meu coração...

Não se teu desejo te permite esperar,
amenizar feridas que eu tento esquecer,
se eu me entregar e o destino castigar também
eu nunca mais vou ser capaz de amar de novo alguém...

A vida não espera eu devia me arriscar,
pois se eu perder a chance nunca irei me perdoar,

Ainda tenho medo de amar como eu amei,
deixar o tempo me arrancar os sonhos que sonhei...

Desculpe se acabei de te perder mesmo sem ter,
ninguém tem nada a ver com o que passei um dia eu sei,

Queria te querer eu só te peço pra esperar,
se teu amor resiste ao tempo me ensina a te amar...

Você na hora errada apareceu nao foi por mal,
ainda estou perdido mais sensível que o normal,

Não vou dizer que quero ter agora um beijo seu, só
espero que um dia o seu caminho encontre o meu...

Agonia-me

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011


Não deixei de sentir nada que sentia antes, apenas estou sabendo colocar da forma que não eu quero. Não tenho tanto sangue frio para dizer que não sinto, quando meu coração explode. Muita coisa tem oscilado. A mente em constante agitação. As palpitações. Os sintomas. A saudade. O orgulho. Cada uma a seu ton. Mas, sabendo se colocar nos seus devidos lugares. A sensibilidade não está tão constante, então tenho conseguido conciliar muito bem esses impertinentes sintomas. Talvez tenha sido a mistura de cinismo e ironia que me deixou assim. Não fria, mas muito calculista. Ouvir negações todo dia é frustrante. Então, o jeito é não pensar pra não enlouquecer. Tenho vontades, mas as guardo em segredo. Ajo do nada, falo o que me vem à cabeça. Agonia-me essa cruel sanidade. 

Às vezes morro de medo
(...)
Essa cruel sanidade
Que me leva a loucura
As vezes dura um dia
As vezes dura pra sempre
As vezes quero o improvável
Eu nunca fui razoável
Com os meus próprios desejos 


Áspera e sensível

terça-feira, 27 de dezembro de 2011


Tudo é forte e fugidio, avassalador e acometedor. Hoje atração, amanhã gestos apaixonados, depois de amanhã insegurança, na semana seguinte, nunca mais. Sumiço, desfechos entreabertos, brechas para o futuro; buracos para o passado. Qualquer dia, na casualidade, um outro encontro, novo tom de sentimentos, um enredo inovador praquilo que deixamos para mais tarde.
 - Camila Paier 

A maneira como as pessoas chegam e partem da nossa vida é intrigante. Não a convidamos para entrar, mas mesmo assim elas invadem; não pedimos para sair, mas elas se vão. Pedimos para entrar, mas elas se recusam; expulsamos, e elas insistem em ficar. Ai tudo se torna um amontoado de casualidades que uma hora dão certo e outras não. Tenho esperado por muito tempo certas realizações. A vida tem me tirado metade das minhas esperanças. Em alguns momentos, em alguns sonhos, o furto é total. Essas idas e vindas me ferem, me deixam áspera, me deixam sensível. Deixam-me irreconhecível. Já faz um tempo que não me reconheço mais... Tenho agido demais... Meus sentimentos pedem ação. O problema é que essas ações, muitas vezes em outros tempos não seriam minhas, isso têm me assustado. Não sei se estou agindo certo ou errado. Sei apenas que to agindo com meu coração.

Antes...apenas antes

quarta-feira, 16 de março de 2011


Antes céu do que terra, antes ação que espera. Antes extremista que em cima do muro, antes tudo claro que submergir escuro. Antes fogo que água, antes tudo que nada. Antes sensível que petrificada, antes sentimental que mal amada. Antes louca que coisa pouca. Antes inconstante que acomodada, antes adiantada à atrasada. Antes ansiosa que desestimulada. Antes sincera que dissimulada. Antes quente e letrista que fria e calculista. Antes mandona, que submissa. Antes prolixa, que calada. Antes impulsiva, que indiferente. Antes opinião à complacência, antes emoção que ciência. Antes na fossa que enrolada, antes amor e mais nada. Antes vento que ventania, antes bom senso à ironia. Antes respeito à admiração, antes charme à beleza; antes cama, à mesa. Antes sorriso a desagrado, antes um beijo e abraço apertado. Antes seletiva que influente, antes bicho do mato que crente. Antes ferina que fugaz, antes pra frente que pra trás. Antes sensível que apática, antes sensata que trágica. Antes insone que adormecida, antes fera que ferida. Antes ingênua a cética, antes arte à estética. Antes detalhes à generalização, antes voz que violão. Antes intuição à lógica, antes tequila à vodka. Antes flor que fruto, antes terno que bruto. Antes originalidade que imitação, antes liberdade à segregação. Antes simplicidade à complicação, antes mergulho que superficialidade; antes afago que maldade. Antes contos de fada que terror, antes paixão e agora amor. Antes selvageria que delicadeza, antes alegria e de repente, tristeza. Antes timidez que euforia, antes sozinha que maioria. Antes sol que mormaço, antes inteiro que pedaço. Antes coragem a medo e sinceridade que segredo. Antes tentativa que imaginação, antes harmonia à frustração. Antes dramática que glacial, antes imperfeita que artificial. Antes lembrança que memória, antes enredo que história. Antes companhia que solidão, antes sim e nunca não. Antes afetos, que fatos; antes ao vivo que retrato. Antes viagem que sumiço, antes por que e depois por isso. Antes energia que sedentarismo, antes vôo que abismo. Antes o mundo que o país, antes alguns sonhos, que refiz. Antes eu, depois você.

Camila Paier

porque será que ligamos

sexta-feira, 21 de maio de 2010

tanto pra o que os outros acham ? Isso é psicológico, cada vez que você pensa isso dá vontade de não fazer nada. eu quero mais é que se explodam, quero viver a minha vida sem a intervenção de NINGUÉM ! :}}}

"A maioria pensa com a sensibilidade, eu sinto com o pensamento. Para o homem vulgar, sentir é viver e pensar é saber viver. Para mim, pensar é viver e sentir não é mais que o alimento de pensar."

(Fernando Pessoa)

PARABÉNS MULHER !!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

Mulher
SER que dá conta,
que vai além da conta,
que multiplica,
divide, soma e subtrai, sem perder a conta,
sem se dar conta, de que esse século foi seu parto,
na direção de seu espaço,
de seu lugar de direito e de fato,
de seu mundo que lhe foi usurpado e que agora é por ela ocupado.
PARABÉNS MULHER !!!
Não pelo oito de marco,
nem pelo beijo e pelo abraço,
nem pelo cheiro e pelo amaço.
Mas por ser o que és...
Humus da humanidade,
Raiz da sensibilidade,
Tronco da multiplicidade,
Folhas da serenidade,
Flores da fertilidade,
Frutos da eternidade...
Essência da natureza humana.

Parabéns...

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.