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Elas só estão perdidas

sexta-feira, 3 de maio de 2013


Vivenciamos uma geração extremamente teórica, sem muita prática e/ou real interesse pela mesma. 
Me parece que a atual inversão de valores, em que o parecer é absurdamente mais importante do que "Ser", em todos os possíveis sentidos, acaba por nos proporcionar a estranha mania de apenas testemunhar e relatar o que nos cerca. E isso nos cria uma deplorável dificuldade quando se é necessário agir. 
"(...) Nosso conhecimento nos fez críticos, nossa sabedoria, duros e rudes. Nós pensamos muito e sentimos pouco. Mais que maquinário, nós precisamos de humanidade. Mais do que inteligência, precisamos de bondade e ternura. Sem essas qualidades, a vida será violenta e tudo estará perdido. (...)"
É assustador, mas estamos cultivando uma sociedade cada vez mais individualista. Com estéticas que se esbarram e egos que se confrontam, com medo de viver, optamos pelo breve conforto do ensaio. Pensamos demais e sentimos de maneira escassa e superficial. 
The human being is becoming increasingly more being than human.
No fim das contas, o retrato desta nossa atual realidade só deixa evidente o fato de que não nos falta amor mas nos falta saber amar. Ou a capacidade de.
"As pessoas não são más, elas só estão perdidas. Ainda há tempo."

Rafael Hoscman

Inconstante

domingo, 3 de março de 2013

“O fim nem sempre é o final. A vida nem sempre é real. O passado nem sempre passou. O presente nem sempre ficou e o hoje nem sempre é agora.” 
-Desconhecido 

Não sei você, mas eu vivo uma variante. Pra ser sincera, não tenho tido muita certeza sobre os episódios da vida. Valores, preconceitos, julgamentos. Tudo excessivo. Um exagero de atitudes e muita vacância também. Quando penso que chegou o fim, recomeça ou continua. Quando escolho o real, prefiro voltar pra fantasia. Quando penso que passou, existe resquícios. O presente é obscuro. O hoje, sempre parte. O futuro, nunca fica. Estranho, solitário, perdido. Platônico. Minha alma está encardida de ansiedade. Sinto-me meio vazia, necessitando ser preenchida seja lá do o que for, preciso estar cheia, quero transbordar. As pessoas costumam dizer que quando uma porta se abre, outras possibilidades surgem, outros mundos nos envolvem. Não discordo, mas nem toda porta é igual. Pra tudo existe uma consequência, e ela pode te machucar ou te libertar. Muitas vezes a porta errada pode ser a certa e a porta certa pode ser a errada. As coisas, as pessoas tem se comportado de forma muito contraditória, o que torna tudo um embaralhado de conquistas e decepções.

É infeliz, felizmente

domingo, 11 de novembro de 2012


Que droga! Por que as coisas precisam ser assim, tão julgadas? Queria muito ter a inocência de uma criança, longe de tão ridícula realidade. Por que tem que ser assim? Eu só queria um pouquinho de paz, de companheirismo, de momentos compartilhados. Eu to cheia de ti-ti-tis. Pessoas que nada fazem além de tagarelar vida alheia. Deixem-me em paz! Deixe-me viver minhas alegrias. Desmedida de tudo... Quero emoção, quero virtude, quero amor. Não preciso de satisfações. É tudo tão bonito quando o preconceito não existe. É infeliz, felizmente que me orgulho de mente tão evoluída. É talvez eu seja mesmo de outro mundo.

Por que estragar a fantasia?

sexta-feira, 19 de outubro de 2012


Ri ao ver esta imagem. De fato é a realidade. Outro dia assistindo Amor & Sexo, vi uma psicologa dizendo que contos de fadas, principalmente os das princesas são mensagens subliminares. Todos só passam a ideia de que a mulher é submissa ao homem, e são contados às crianças como forma de educar em um cultura antiga que descrimina as mulheres. Pode até ser! Mas discordo. Discordo pelo fato de tentarem destruir uma imagem que as crianças vêem com outros olhos. Tudo não passa de uma fantasia, de um encanto. É o mesmo que dizer que Papai Noel não existe. Pra que estragar a alegria de uma criança com frustrações de uma vida adulta? Não consigo entender isso. As histórias têm que ser contadas como nos livros. A realidade deixa pra depois... ainda se tem muito pra ser visto pela frente.

São frases perdidas

quarta-feira, 27 de junho de 2012


Hoje acordei com aquela vontade louca de te mandar uma mensagem, de te ligar só pra ouvir tua voz. Saudades... Muita, muita mesmo. Quero teu cheiro, teu gosto, teu toque pra já. Tá difícil essa distância toda. Esse silêncio que nos sonda, esse orgulho que me persegue. E todas essas frases perdidas que encontro se encaixam perfeitamente. É difícil não te ter, complicado demais pra encarar tal realidade, mas se assossegue coração. Não importa as voltas que o mundo dá, se tiver de ser, o destino nos colocará frente à frente novamente.

Insistências e convicções

segunda-feira, 26 de março de 2012


Apesar da saudade, tenho sentido uma distancia enorme entre agente. Mas disso eu já sabia. Só quis acreditar que não fosse acontecer. Só fingi, e ando sem querer ainda enxergar essa realidade. Sei das minhas insistências e convicções. Sei também dos riscos que me pus a correr. Sempre soube de tudo. E quis por muitas vezes controlar. Não envolver. Porém, quando me dei conta, tudo era mais grave do o que imaginava. Desde então, e cada dia mais frequente... Eu durmo você. Sonho você. Rio você. Choro você. Penso você. Escrevo e leio você. Ouço e cantarolo você. E quando acordo! Acordo você. E como disse o Chico Buarque, continuo te adorando até pelo avesso, só pra te mostrar que ainda sou tua.

Eu sou um combinado

terça-feira, 20 de março de 2012


CÉREBRO ESQUERDO
Eu sou o cérebro esquerdo
Eu sou um cientista. Um matemático.
Adoro o que é familiar, eu categorizo. Eu sou preciso. Linear
Analítico. Estratégico. Eu sou prático.
Sempre no controle. Um mestre nas palavras e na linguagem.
Realista. Eu calculo as equações e brinco com os números.
Eu sou a ordem. Eu sou a lógica.
Eu sei exatamente quem eu sou.

CÉREBRO DIREITO
Eu sou o cérebro direito.
Eu sou criatividade, um espírito livre. Eu sou paixão.
Anseio. Sensualidade. Eu sou o som da gargalhada gostosa.
Eu sou sabor. A sensação da areia nos pés descalços.
Eu sou movimento. Cores vibrantes.
Sou o chamado para pintar na tela branca.
Sou imaginação sem limites. Arte. Poesia. Eu percebo. Eu sinto.
Eu sou tudo aquilo que eu quero ser.

 

Cheia de hematomas

terça-feira, 6 de março de 2012


E essa tal de realidade que nos soca a cara sem dor nem piedade? Sabe, cheguei num estágio em que pra mim “todo mundo” é mentiroso e finge muito mal. (As aspas são por não querer subjugar todos. É só um parecer meu.) Se é pra ser hipócritas, que sejamos. E que essa minha maneira de tratar abusiva e ironicamente não me torne sagaz demais ao ponto de me tornar insensível, fria e calculista. Aí neste exato momento paro e me pergunto: Porque que eu ainda me incomodo com certas coisas, com certas pessoas? Vai entender né! Talvez eu goste demais, ame demais. Ou apenas esteja louca. Iludida. E que todas as palavras aludidas não se voltem contra me. O realismo já me machuca demais. 

Ainda quero tentar

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011


Hoje, parei para refletir sobre o amor. Cheguei à conclusão que senti-lo é completamente ridículo. Não sei, talvez tenha razão. Mas isso não me impedirá de tentar. É insuportável a vontade do outro, a saudade, as sensações de solidão. Isso me torna um ser totalmente desacreditado... Acreditei por muito tempo não poder sentir essa sensação de boba apaixonada; um dia achei já ter sentido, pode até ter sido amor, mas nunca foi e talvez nunca seja tão intenso quanto agora. Quando sonhos são frustrados, começamos a depreciar e idealizar conceitos e devaneios evasivos. Não quero eu aqui dramatizar toda essa questão de amar e ser amado, da troca, do correspondido, porém ainda continuo achando essa mania, esse vício de ter alguém, de estar com alguém, tudo muito mesquinho. Sabemos que a realidade segue bem diferente daquilo que nossa mente insiste em nos confundir. Não! Não posso também fazê-lo um réu incondicional, afinal ainda quero tentar.

Dispnéia

sábado, 3 de dezembro de 2011



Sinto-me em total dispnéia, não é a respiração que me falta. É o coração que, furtaram-me uma parte. Sinto-me incompleta. Eu não estava preparada, na verdade estava em greve afetiva. E num breve susto houve um rompimento. Derrubaram minhas barreiras, minhas condições. E eu aceitei. Aceitei porque minhas exigências foram superadas. De tal forma que me rendi de corpo e alma. E nessa parte furtada era onde guardava minh’alma. Integralmente dispnéica fiquei. Fico sem ar, tenho taquicardias. Não preciso tentar disfarçar, são crises longas e intensas.  Tento dormir, mas a realidade me obriga a ficar acordada e encarar mais uma perca. Achei que seria diferente, mas mais uma vez, eu perdi. Diferente. Mas perdi. Perdi parte daquele que pulsa involuntariamente. Que me faz ter sensações oscilantes.  Mas não importa, aconteceu... Tenho que me conformar... E parar de fingir que estou feliz, quando por dentro, sangro. Tenho uma vida pra seguir...

Me levar pra esse teu sonho

quarta-feira, 23 de novembro de 2011



Acordei gritando. Era meu coração que caíra de grandes alturas. Caiu numa realidade desconhecida. Havia apanhado da minha consciência. Não encontrou um refúgio. Pela primeira vez acordei e não soube qual realidade era aquela. Nos primeiros momentos pensei que a colisão tinha sido muito grande, mas a intensidade da dor que sentia, não me deixava saber o que isso significava. Na verdade não acordara, apenas sonhava e num deslize deixei-o cai-lo e me vi completamente frágil, perdida, dispensada. Nunca fui frágil, perdida em pensamentos eu sempre estou. Dispensada (pelo o homem que me impera,meu por-do-sol)... me sentir um nada, completamente fora de mim. Dói tanto, sei que em ti essa sensação, esse não-furto, tem apunhalado-o. Não fui digna. Mas, eu quero dormir, sonhar esse sonho novamente, só que desta vez, peço-te que não me deixe dúvidas, e saibas quem realmente sou. Ouvir que enganou-se, isso realmente me machucou. Porque foi (é) sincero, digno, e muito do bem declarado. Me adormeço agora, até você se decidir qual a verdadeira realidade e me ensinar a sonhar à sua maneira. Me levar pra esse teu sonho e me trancafia ai dentro.

Máscaras

sábado, 21 de maio de 2011


É tão fácil pra quem observa de fora, julgar e definir quem você é e como vive. O que mal essas pessoas sabem, é que nem tudo o que reluz é ouro. Às vezes posso está sorrindo, quando por dentro estou me definhando em lágrimas. 
Vivemos num mundo preconceituoso e narciso. Passamos os dias escondendo nossas emoções. Medo de ser julgado. Boa parte da pessoas não querem passar a imagem de fraco, baixo-astral. Então o que fazem, é colocar uma máscara na realidade. E sufocar aquele sentimento até que ele se intimide ou até mesmo morra.
Triste, cruel realidade. Porém, precisa. Como diz o ditado: "Felicidade alheia incomoda". E o que menos, a minoria dos humanos querem, é que sintam pena deles. Sempre querem ser superiores.

A verdade dói

sexta-feira, 1 de abril de 2011


Passeando por blogs e tumbrls hoje, percebi que muita gente critica  o dia da mentira e sugerem o dia da verdade. Quer saber? Eu acho que não existe o dia da verdade porque a intenção seria de que todos os dias fossem ditas as verdades. Mas, não é bem assim, não adianta, até nossos pais já mentiram dizendo que se não fizéssemos tal coisa o "bicho papão" iria vir nos pegar. Ok! estou exagerando, mas pense... Quantas vezes você já disse que estava tudo bem com você, quando na verdade sua vida estava desmoronando? Coisas que falamos automaticamente quando se juntam podem se tornar grandes demais. Logo você, que presa a sinceridade, confiança e afins. É aí que você percebe, o quanto foi hipócrita, todo esse tempo. 

Dizer que a mentira pode criar algum bem, é mentira? Não, não é. Às vezes é preciso sim dizer algumas mentirinhas, não porque queremos, mas porque muita gente não gosta de ouvir a verdade. A verdade muitas vezes dói, fere de forma cruel. É triste, mas vivemos numa realidade assustadora.

Então, o dia da mentira é na verdade só uma brincadeira, uma descontração daqueles dias em que as mentiras são camufladas. 

Eu não sei você, mas essa data não me faz diferença. Só afirmo que odeio as piadinhas do dia da mentira.


Uma coisa monstruosa

terça-feira, 22 de março de 2011


Nós dividimos o tempo quando ele na realidade não é divisível. Ele é sempre imutável. Mas nós precisamos dividí-lo. E para isso criou-se uma coisa monstruosa: o relógio.

Pretensões previamente estimadas

sábado, 27 de novembro de 2010


Queria saber dizer o que acontece quando todas as verdades parecem ganhar lugar devidamente apropriado. Não sirvo para ser bem resolvida, pois as turbulências que se seguem atestam a verdade fugidia. Assim tento constituir no indescritível um sentido, síntese das idéias difusas que rebatem aqui dentro.
É uma vontade de que a intencionalidade se concretize, no entanto, pressinto uma total falta de disposição e simplesmente me entrego. A desistência me angustia, me corrói, me inunda. Enquanto o aperto na garganta insiste, o mais puro dissabor me invade. É assim, antítese do que me faz respirar cada vez mais fundo.
Os dentes se cerram intensamente e os olhos vão perdendo força, aos poucos vão pesando. Enquanto o peito exposto se descortina cada vez mais, surge aquele receio inevitável de não saber onde começa e onde termina cada sorriso. Cada sorvo inebriante retumba uma consternação que pouco se explica e muito se experiencia.
Não consigo manejar as palavras que despendem pretensões previamente estimadas. Sobram-me fonemas perdidos na satisfação de entender essas frases faltantes em letras e que transbordam sentido intrínseco. O sorriso que transparece indica algo que transcende o imediato, o claramente observável.

Vou sonhando até surgir em preto e branco a inverdade temida. Os momentos de tensão dão lugar a dias cada vez mais coloridos e incalculados. É o suspiro que encerra a realidade prenunciada: o medo de ser felicidade.

Prefiro acreditar no irreal, talvez faça bem!

domingo, 29 de agosto de 2010

Adoro a sensação da liberdade, amo aquilo que me desafia, prefiro o gosto suado da vitória, prefiro assistir a justiça sendo feita e dar risadas do que fazer justiça com as próprias mãos. Prefiro coisas absurdas, do que apenas coisas. Gosto do nada sendo apenas ele, gosto de rir pra você e de você. Gosto de fugir, até de mim mesma, às vezes é bom. Amo estar comigo, mais ninguém. Naqueles momentos raros...Prefiro acreditar no irreal, talvez faça bem! A realidade é dolorosa. Eu não penso muito, eu sonho demais, às vezes tenho que acordar...Eu não escolho nada, eu não escrevo minha história, eu desejo demais, eu não me arrependo, eu faria tudo de novo, viveria todos os segundos outra vez...Às vezes tento fugir, às vezes quero ficar. Eu vou, eu volto, eu estou ou não. Uma parte minha pode ficar e outra pode ir embora. Eu sou feita de mudanças, eu posso pensar duas, três, quatro vezes. Eu gosto de você ou apenas posso falar isso da boca pra fora. Você pode me ver, mas não consegueria enxergar o que realmente sou, onde estou e o que eu quero; como eu te vejo, o que te desejo e o que eu quero de você...Estou aonde eu quero sempre que vou lá. Adoro a sensação de satisfação, não há nada melhor! Adoro dizer o que penso e adoro mais ainda quando você se surpreende com o que eu digo...

Preciso apenas respirar…

quarta-feira, 18 de agosto de 2010


Às vezes, queria poder me esconder, esconder de tudo. Deixar o tempo passar, deixar o mundo dar voltas e voltas. Poder parar um pouco, não precisar encarar meu dia-a-dia, apenas sumir. Voltaria para a realidade, quem sabe, mas apenas no dia em que pudesse olhar com outros olhos tudo o que estou vendo. Não me importo de me perder no tempo, ou deixar tudo de lado.

Preciso apenas respirar…


Ao meu desconhecido

domingo, 18 de julho de 2010


Ando me exibindo por ai, para rostos anônimos que correm as ruas sem esquinas. Mostro pedaços soltos, letras miúdas, rimas perdidas... Ando tão menina! Longe do medo, coberta por uma esperança boba que me abraça, eu sigo pela praça! E lá vou eu, rebolando a minha poesia solta pela calçada. Os meus passos tentam prestar atenção em cada número que se apresenta e, ás vezes, no meio de tanta face diferente, eu acabo perdida nas minhas entre - quadras. E quando me vejo assim, no meio dessa confusão, fecho os meus olhos. E de repente: tudo acontece! Ultimamente, eu costumo sonhar com o desconhecido! De cara velada, ele me pega pela mão e me arrasta para longe... Suspensa! E vai me guiando para um lugar onde não preciso mais pisar no chão, segurar os meus pertences e muito menos me preocupar com números chatos. Ele me faz rir, fazendo cócegas no meu ego inflado e me deixa assim: curiosa e exibida! Eu tento manter os meus olhos fechados e busco uma pista qualquer que me leve ao seu esconderijo. Um desconhecido íntimo. Anônimo. Misterioso. Mas de repente, meus olhos já estão abertos e sopram a realidade a minha face: “Quando a gente não sabe onde pisa, é sempre melhor ficar de letras caladas.”

Cansa ser simplesmente

domingo, 23 de maio de 2010


Uma entre um milhão e não fazer a diferença, cansa ver meus sonhos não se realizando e me fazendo desacreditar, cansa encarar que a cada passo a vida fica mais complicada e não saber se estarei pronta para o que há por ai, cansa tentar disfarçar os sentimentos e dar sorrisos em vez de demonstrar o que realmente sentimos , cansa seguir a vida levando tombos e nunca ter a certeza de que conseguirá se levantar sem ficar com um arranhão , cansa enxergar um mundo numa bola cor de rosa e depois ver a cruel realidade.. Cansa ter que recomeçar um capítulo da história quando se queria chegar ao ponto final, cansa ver aquele aperto no peito mostrando que ainda há esperança de que tudo mude, cansa contar os minutos do dia sem ao menos procurar aproveitá-los como quisesse, cansa perder o tempo planejando o futuro se ele é incerto, cansa remoer o passado já que ele não volta... Cansa tentar agradar a todos, esconder os defeitos e achar as qualidades.

Simplesmente cansei!

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.