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Inspiração fotográfica: Bebê dos sonhos

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Numa sequência de fotos em estado de sono de seu filho, a fotógrafa Adele Enersen usou a criatividade e fez ilustrações para tentar decifrar os sonhos do bebê no momento exato do click. O resultado é simplesmente fofo.


Pensamentos que gritam

Teus sinais me confundem da cabeça aos pés, mas por dentro eu te devoro. 
-Djavan 

Não sei como definir os problemas que resolvemos deixar pra trás. Vidas que se cruzam, talvez seja destino. Um momento que se congela, uma saudade que machuca o peito. São pensamentos que gritam num silêncio que diz tudo. E te reencontro, e te sorrio, e te beijo a boca mais uma vez. Olho-te nos olhos, olho novamente, sinto um carinho demorado. Observo, escuto, e fico confusa. Atos e situações contradizem algumas palavras. Minha alma pede a tua numa espera que durará mais do que deveria. Resolvi deixar o orgulho no passado e esperar o destino me guiar.

Quanto vale um amigo?

sábado, 21 de julho de 2012


Que seja difícil, mas diga a todas as pessoas que gosta o quanto elas são importantes, porque você não sabe até que momento elas estarão ao seu lado .

Hoje fiquei aqui pensando e repensando quantas vezes no ano se comemora o dia do amigo? As redes sociais e o celular buzinam isso o dia todo. Acho que dia do amigo não existe, se é amigo mesmo, se lembra várias vezes independente de data comercial ou não. Ser amigo é ouvir, compartilhar, dividir e tantas outras coisas mais. Ter um amigo é ter alguém que ficará ao teu lado, sendo ele ruim ou bom... aquele abraço vai ouvir das suas piores piadas às suas maiores lamentações. E isso não se tem preço.

Confissões

sábado, 16 de junho de 2012


‎"Só eu sei que cheguei à humildade máxima que um ser humano pode atingir: confessar a outro ser humano que precisa dele para existir (...) E no momento que se confessa a precisão, perde-se tudo, eu sei."

Caio F. de Abreu

Sintonizada na saudade

terça-feira, 3 de abril de 2012


São tantas lembranças, mas existe em mim agora uma saudade maior. E talvez eu sintonizasse minha memória na nossa primeira e equivocada despedida. Na verdade um blefe nosso, e existiu sim um amontoado de emoções. Noite inesquecível. Naquele momento eu descobrir o que era de verdade amor. Ter e dar amor. Fazer amor. Sentir amor. Foi mágico. Surreal. Estarei sempre sintonizada na sua onda.



Cheia de hematomas

terça-feira, 6 de março de 2012


E essa tal de realidade que nos soca a cara sem dor nem piedade? Sabe, cheguei num estágio em que pra mim “todo mundo” é mentiroso e finge muito mal. (As aspas são por não querer subjugar todos. É só um parecer meu.) Se é pra ser hipócritas, que sejamos. E que essa minha maneira de tratar abusiva e ironicamente não me torne sagaz demais ao ponto de me tornar insensível, fria e calculista. Aí neste exato momento paro e me pergunto: Porque que eu ainda me incomodo com certas coisas, com certas pessoas? Vai entender né! Talvez eu goste demais, ame demais. Ou apenas esteja louca. Iludida. E que todas as palavras aludidas não se voltem contra me. O realismo já me machuca demais. 

Um pra sempre de repente

domingo, 4 de março de 2012


Algo que surge 
Sonho e magia 
Um longo logo 
Um pra sempre de repente 
Um quase ontem 
Onde? 
- Alice Ruiz S. 

60 segundos, um minuto. 60 minutos, uma hora. O tempo. Pequenos momentos que de tão bons, se tornam imensos. Envolventes. Encantadores. Máquina, de ilusões. O tempo. Ah, o tempo, tempo. Há quem diz ser a cura, a solução das surpresas da vida. Há também quem se contradiz. Eu sou aquela que talvez esteja no meio desta balança. Desequilibrando entre a razão e a emoção. Perdida num instante não mais meu. E à espera de um pra sempre de repente.

Metamorfoseando

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012



Sabe quando agente passa um dia com um pensamento fixo, dorme e acorda e ela está ali? Então, foi o que aconteceu nos últimos dias. Ainda acredito que o pensamento enlouquece. E espero eu que não esteja insana, que não erre com minhas decisões. Mas, eu cansei. Cansei mesmo! Não tem sido fácil lidar com diversas situações em que vivo, resolvi dar um basta a elas e talvez até tornar muitas piores ainda. É, piores. O fato de querer deixá-las melhores ou piores, isso é o destino, o tão poderoso destino, quem vai dizer, porém, tenho pés no chão e sei que elas podem piorar sim (talvez a solução, se piorar eu desisto). Os momentos, os sentimentos e as razões rumarão em direções opostas. Meu coração vai ficar de fora, não quero que ele se envolva nisso porque ele só me deixa mais confusa. Cansei de estar confusa, de fica me auto-julgando disso ou daquilo. Só percebi que tem coisas que se não acontecessem eu não cresceria, não conheceria as pessoas como verdadeiramente são, e muitos outros aprendizados. Uma antiga “Eu” vai voltar, não por completo... Não, porque hoje eu sou uma mulher, que pensa como uma mulher adulta, e que age com outros princípios.  Mas, como dizem que não podemos esquecer as nossas origens, nada melhor do que levá-las consigo né? Sei que muitos torcerão o nariz, mas de narizes tortos eu já estou cheia... E se quiser falar, que fale. Já não falavam antes? Um a mais, um a menos, não vai fazer a mínima diferença... Afinal, quem paga minhas contas sou eu. Posso no meio disso tudo querer voltar atrás. Sou humana, e também erro. O que não gosto, é de não tentar.

Ps.: Quero com essas mudanças me dedicar mais ao blog, espero que vocês gostem... e aviso que vem muita novidade por aí.

Um bichinho que rói

sábado, 26 de novembro de 2011


"É que a saudade é um bichinho que rói, rói, rói
E o coração da gente é que dói, dói, dói
Eu só na madrugada, e essa saudade danada,
Judia!"

Eu sempre tão  singular, tenho me visto tão plural. É uma saudade que brota não sei de onde e se espalha pelos cantos. É assim do nada, vem irracional. E viria até mesmo se não te conhece. Quando histórias têm que acontecer, elas acontecem. Não marca data nem hora, ela simplesmente acontece. Chega de forma rápida, intensa. Invade sem pedir licença e se acomoda como se já conhece aquele lugar a muito tempo. Implanta em nosso coração uma semente de sentimentos vorazes, que predominam cada momento do dia.  Não se deixa ser esquecida. Viaja, vai-se embora, mas sempre deixa ali um bichinho que rói, rói, rói... rói tanto que dói, dói, dói... bate, judia, maltrata. E ali abandona, agonia-se em carência de tanta saudade. Enche-se de ansiedade à espera pelo momento da chegada.

Conselhos

domingo, 30 de outubro de 2011


Vontades confusas. Momentos tristes, noutros contentes. Necessito de amores intensos, impulsionados por ações incompreendidas ao mesmo tempo doces, mas não tão meladas para não enjoar. Preciso viver, viajar, sorrir, rodar, rodar, rodar e quando parar, quero está tonta ao ponto de seguir numa direção desconhecida. Onde a cada novo encontrado, possa  guardar um pouco na minha bolsa. E quando minha bolsa encher, terei a certeza de que colhi o suficiente para poder voltar semeando. Semeando conselhos que aprendi por cada pedra encontrada no caminho, e por cada tombo por tentar voar.

 

Aprendendo

domingo, 3 de julho de 2011


Aprendi que eu não posso exigir o amor de ninguém, posso apenas dar boas razões para que gostem de mim e ter paciência, para que a vida faça o resto. Aprendi que posso passar anos construindo uma verdade e destruí-la em apenas alguns segundos. Que posso usar o meu charme por apenas 15 minutos, depois disso, preciso saber do que estou a falar . Eu aprendi... Que posso fazer algo num minuto e ter que responder por isso o resto da vida. Que por mais que se corte um pão em fatias, esse pão continua a ter duas faces, e o mesmo vale para tudo o que cortamos no nosso caminho. Aprendi... Que vai demorar muito para me transformar na pessoa que quero ser, e devo ter paciência. Mas, aprendi também, que posso ir além dos limites que eu próprio coloquei. Aprendi que preciso escolher entre controlar os meus pensamentos ou ser controlado por eles. Que os heróis são pessoas que fazem o que acham que devem fazer naquele momento, independentemente do medo que sentem. Aprendi que perdoar exige muita prática. Que há muita gente que gosta de mim, mas não consegue expressar isso. Aprendi... Que nos momentos mais difíceis a ajuda veio justamente daquela pessoa que eu achava que iria tentar piorar as coisas. Aprendi que posso ficar furioso, tenho direito de me irritar, mas não tenho o direito de ser cruel. Que jamais posso dizer a uma criança que os seus sonhos são impossíveis, pois seria uma tragédia para o mundo se eu conseguisse convencê-la disso. Eu aprendi... que meu melhor amigo vai me machucar de vez em quando, que eu tenho que me acostumar com isso. Que não é o bastante ser perdoado pelos outros, eu preciso de me perdoar primeiro. Aprendi que, não importa o quanto meu coração esteja a sofrer, o mundo não vai parar por causa disso. Eu aprendi... Que as circunstâncias de minha infância são responsáveis pelo que eu sou, mas não pelas escolhas que eu faço quando sou adulto. Aprendi que numa briga eu preciso de escolher de que lado estou, mesmo quando não me quero envolver. Que, quando duas pessoas discutem, não significa que elas se odeiem; e quando duas pessoas não discutem não significa que elas se amem. Aprendi que por mais que eu queira proteger os meus filhos, eles vão se machucar e eu também. Isso faz parte da vida. Aprendi que a minha existência pode mudar para sempre, em poucas horas, por causa de gente que eu nunca vi antes. Aprendi também que diplomas na parede não me fazem mais respeitável ou mais sábia. Aprendi que as palavras de amor perdem o sentido, quando usadas sem critério. E que amigos não são apenas para guardar no fundo do peito, mas para mostrar que são amigos. Aprendi que certas pessoas vão embora da nossa vida de qualquer maneira, mesmo que desejemos retê-las para sempre. Aprendi, afinal, que é difícil traçar uma linha entre ser gentil, não ferir as pessoas, e saber lutar pelas coisas em que acredito.

Texto retirado daqui.

E tudo o mais

sábado, 2 de julho de 2011


Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… E continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos. E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem pra me dar.

Caio Fernando Abreu

Só que esse pouquinho não me é suficiente. É muito pouco. Ruim. Não que esteja sendo egoísta, ou até mesmo mal agradecida. Mas é verdade. Me sinto muito só, me falta carinho atenção e tudo o mais. Meus pensamentos vem e vão e todo um sentimento se desfaz. É questão de segundos. É tudo tão der-repente, quando penso, detalhes me fazem mudar completamente aquilo que eu pensava que era e uma simples coisinha me faz deixar de ver aquele sentimento como antes.  Um minuto a mais agora tanto faz. Não vai mudar. O que eu quis era pra já. Se sente verdadeiramente, demonstre. Seja sincero, não to pedindo muito, ao mesmo tempo achando que sim. Só é uma necessidade muito própria. Não sei de onde, nem como vem. Mas é necessária. Têm sido um momento carência mesmo. Afetos pra mim se tornaram muito importantes. E todos que me forem dados serão muito bem-vindos.

Tatuados na lembrança

domingo, 12 de junho de 2011


É em dias como estes que sentimos saudades. Paralisados a pensar em romances vividos. Dos bons e maus momentos. Os bons principalmente. Como seria se tivesse dado certo? Os pensamentos vão e voltam numa ciranda, cujos os personagens são trocados no decorrer das lembranças, dos pequenos detalhes que cada um fez questão de tatuar naquele cantinho que será eternamente seu. Penso, que dentre todos, não importando o motivo pelo qual não deu certo, sempre terá seu lugarejo ali na memória. São detalhes que não se consegue apagar. Mesmo quando colocamos um ponto final, não esquecemos. Mesmo dispostos a esquecer, esquecer jamais. Podemos perdoar as palavras mal pensadas que ecoaram por muito tempo, as mágoas. Mas esquecer como? Seria possível perdoar sem esquecer ou esquecer sem perdoar? O ideal é não falar mais no assunto, fazer de conta que nada acontecera. Mas esquecer? Jamais. Não dá para deletar de uma biografia um momento marcante na sua vida. O que resta é relembrar e sentir saudade.

Saudades de algumas pessoas. E se pudesse, passaria uma hora deste com cada uma delas.

Talvez... talvez eu perca

sábado, 5 de março de 2011


Um dia a cabeça e tudo isso 
se esqueça por mais uma vez, 
por quantas vezes mais,
pra sempre o nunca, talvez o jamais...

nesse momento, tanto faz.


Cinco minutos

domingo, 26 de setembro de 2010

Quantas vezes na vida, demoramos cinco minutos a mais do que deveríamos?


Somos acostumados a sempre adiar, por menos que seja: uma ação, uma palavra, um gesto. Essa mania que adquirimos com o tempo pode nos fazer perder o momento exato, o momento planejado. Em cinco minutos vidas se perdem, outras nascem. Em cinco minutos uma pessoa encontra um olhar perdido. Em cinco minutos uma descoberta muda uma vida. Em cinco minutos uma perda cria um vazio. Cinco minutos podem ser uma eternidade e podem ser uma fração de segundo. Podem ser os melhores cinco minutos ou os piores. Oportunidades aparecem e se perdem nesse curto espaço de tempo. A vida é dividida entre presente, passado e futuro. Viva o presente, não adie a sua decisão, o seu momento. Cabe somente a você viver uma vida sem arrependimentos, sem pensar que poderia ter sido diferente se você tivesse feito aquilo, se você tivesse dito aquele outro. Se você tivesse vivido aquele presente. Nos últimos cinco minutos você leu esse texto. E nos próximos cinco minutos, mude suas atitudes.

A ansiedade que me vence

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Às vezes a ansiedade nos vence, e nos faz escrever coisas que pensavamos que estavamos sentindo, ai passa uns dias, ou até mesmo horas, e percebemos que aquilo era só mais uma ilusão mórbita da vida, e que nada daquilo existe mesmo, e que na verdade, você só sentiu aquilo naquele momento. Há postagens aqui que eu poderia apagar porque pra mim já não me interessam, mais eu só não apago pra saber como eu me senti naquele dia, e de como somos capazes de nos entregar sem ao mesmo saber a nossa verdade!

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.