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Curiosidades: Sobre o beijo

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Beijar é muito bom e não existe um ser humano na face da terra que não tenha beijado ou sido beijado por alguém alguém. Mesmo que no rosto.


Esse hábito de todos os dias também suas curiosidades. Muitas você talvez até nem tenha se dado conta. Quer ver?
1 – Os lábios humanos são diferentes dos de todos os outros do reino animal. Só eles são revirados para fora.
2 – Não somos a única espécie que dá beijos. Alguns tipos de nossos ancestrais -os macacos – também pressionam seus lábios para expressar emoção, afeto ou reconciliação.
3 – Por que beijamos? Nenhum cientista soube responder exatamente. Mas há suposições. Há quem defenda que nossas experiências precoces de alimentação (o aleitamento, por exemplo) nos levam associar o beijo a um ato de amor.
4 – Foi o militarismo romano quem introduziu o beijo em muitas culturas. Depois de suas conquistas, o beijo era uma espécie de comemoração. O hábito foi copiado em vários países da Europa.
5 – Estar perto o suficiente para beijar ajuda instintivamnte a avaliar a compatibilidade genéticas para fins de reprodução. Em um importante estudo, o biólogo evolucionista Claus Wedekind, da Universidade de Lausanne, Suíça, informou que as mulheres preferem os aromas de homens cuja imunidade e codificação genética é diferente das suas. A mistura dos genes poderia produzir descendentes com um sistema imunológico melhor.
6 – A evidência literária mais antiga sobre beijo vem do norte da Índia em textos em Sânscrito Védico, datados de 1.000 a 2.000 anos atrás.
7 – Dar um beijo em outra pessoa nos faz tão bem por causa da Dopamina, um neurotransmissor associado a sentimentos de desejo e recompensa, usados em respostas a novas experiências.
8 – Quando vem a paixão pela experiência do beijo, em algumas pessoas um choque de dopamina pode causar uma perda de apetite e uma incapacidade de dormir. Esses são sintomas associados com o amor.
9 – Em homens, um beijo apaixonado pode também estimular o hormônio ocitocina, que promove o sentimento de fixação. Quem descobriu foi o neurocientista comportamental Wendy Hill do Lafayette College, EUA.
10 – Beijar de mãos dadas reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, Isso diminuiria a a pressão arterial e aperfeiçoaria a interação do casal.
11 – Um beijo apaixonado tem o mesmo efeito que a Beladona (planta com efeitos farmacêuticos) no processo de dilatação da pupila
12 – Dois terços de todas as pessoas viram a cabeça para a direita no momento em que vão beijar, segundo a psicóloga Onur Gntrkn do Ruhr-University Bochum, na Alemanha.
13 – Psicólogos descobriram que os homens são bem mais propensos a preferir beijos de língua que as mulheres.
14 – Segundo estudos, a troca de saliva pode estimular a reprodução, na medida em que o homem passa um pouco de testosterona para sua parceira nos beijos de língua. Durante semanas e até meses, o ato de repetir o beijo poderia aumentar a libido de uma mulher, tornando-a mais receptiva ao sexo.
15 – Gordon Gallup, psicólogo evolutivo da Universidade Estadual de Nova York, descobriu que as mulheres prestam muito mais atenção do que os homens na respiração e nos dentes do parceiro.
16 – Veja bem quem vai beijar. O beijar pode transmitir doenças, inclusive a HPV. Isso porque 1 ml de saliva contém cerca de 100.000.000 de bactérias.


Coragem

segunda-feira, 3 de junho de 2013

A coragem para aceitar que não tem mais jeito é a mais difícil de se criar. Não conseguimos enxergar o que já devíamos ter percebido. Ou, simplesmente, não queremos enxergar. O que é mais provável. Achamos que conversar sempre pode trazer o entendimento, mas as diferenças são grandes demais e não permitem. O entendimento não acontece, não de fato. Não queremos abandonar o que acreditamos que pode dar certo, mas não cabe mais a nós. Cada pequeno desentendimento e drama nos corrói por dentro fazendo acreditar que isso só leva a um fim. Está no ser humano ignorar tudo o que indica que você deve desapegar, mas não gostamos de perder. Não aceitamos uma derrota. Não essa. Então, sofremos. Calados. Criamos desculpas que nos cegam, mas que, de certa forma, nos dá a coragem para continuar acreditando que, um dia, vai dar tudo certo.



Curiosidades: Colecionador de peles tatuadas

sábado, 6 de abril de 2013




Dr. Masaichi Fukushi foi um médico patologista nascido em 1878 que, devido a seu estudo a respeito de sinais (como verrugas e manchas) na pele humana, em 1907, acabou se interessando pela tatuagem ao descobrir que era possível comparar com mais facilidade o movimento do pigmento dos sinais por meio do estudo do movimento do pigmento aplicado em peles tatuadas. Ele descobriu ainda que a pele penetrada por agulhas evitava a recorrência da sífilis em peles recentemente tatuadas – o que aumentou ainda mais seu interesse pela arte da tatuagem.
Em 1920, o Dr. Fukushi aceitou um cargo no Mitsui Memorial Hospital, no centro de Tóquio, onde teve contato com diversas pessoas tatuadas nos moldes japoneses tradicionais. O hospital Mitsui era uma instituição de caridade que atendia as classes mais baixas e, a medida que os tatuados faleciam, por doença ou velhice, Fukushi realizava as autópsias e preservava suas peles. Após ter passado um tempo na Alemanha, o médico retornou ao Japão, indo trabalhar na Nippon Medical University, na qual continuou a pesquisar sobre pigmentos na pele e o crescimento congênito de sinais e verrugas, voltando, então, a estudar peles tatuadas.
Na universidade, ele desenvolveu um método de tratamento e preservação especificamente da camada dermal que continha a tatuagem, podendo esticá-las e colocá-las em molduras sobrepostas com vidros, possibilitando que pesquisas médicas posteriores também pudessem ser feitas.
O projeto de Fukushi teve total cooperação dos tatuados, com quem mantinha boas relações e dividia o pesar de que trabalhos feitos tão meticulosamente fossem perdidos com a morte de quem os carregava. O médico até chegou a ajudar financeiramente aqueles que não tinham condições de terminarem suas tatuagens, pagando para completarem seus fechamentos! Em troca, ele tinha o direito de obter a pele do indivíduo depois que morresse – uma cobrança irrisória, já que muitos tatuados estavam dispostos a doar suas peles de bom grado e fariam qualquer coisa para não ter de lidar com a desgraça e humilhação de viver com uma tatuagem incompleta! Com sua atitude, Fukushi se tornou extremamente respeitado e admirado entre os grandes mestres japoneses da tatuagem, sendo convidado, inclusive, para ser jurado em convenções.
Nos anos de 1927 e 1928, Masaichi Fukushi dedicou-se à divulgação de seu trabalho pelo ocidente, oferecendo cursos e palestras sobre pigmentação, bem como sobre a história e o processo da tatuagem japonesa. Durante suas viagens, um caso desafortunado aconteceu em 1928, na cidade de Chicago, nos E.U.A.: um dos caminhões contendo quadros de peles tatuadas pertencentes ao médico foi roubado e nunca mais visto novamente, apesar de se ter oferecido uma generosa recompensa para quem devolvesse os artefatos levados.
Ao longo de sua vida, o doutor catalogou mais de 2000 desenhos, juntamente com informações detalhadas sobre os “donos” das tatuagens e suas peles, além de ter colecionado mais de 3000 fotos. Infelizmente, a maior parte de suas documentações foram destruídas em 1945, durante o bombardeio de Tóquio na Segunda Guerra Mundial, que deixou os prédios da universidade em ruínas. Contudo, os espécimes de pele estavam guardados em outro lugar, permanecendo intactos.
Nos anos 1940 e 1950, as pesquisas de Fukushi e a tatuagem japonesa chegaram até a aparecer em artigos de revistas e jornais, incluindo duas edições da revista americana Life, uma de 11 de março de 1946 e outra de 3 de abril de 1950! (Cliquem nas respectivas datas para conferir as edições, disponibilizadas no Google Books; as matérias estão na seção “Speaking of pictures…”, na página 12.)
A custódia da coleção de peles tatuadas do médico passou para as mãos de seu filho, Katsunari Fukushi, que, tendo visitado vários estúdios com seu pai quando era apenas um garoto, acabou por seguir seus passos, tornando-se um patologista que se dedicou a estudar o câncer e um amante da arte da tatuagem japonesa. Ele chegou também a preservar guardar peles tatuadas, adicionando mais de vinte exemplares à coleção. Curiosamente, pai e filho não chegaram a fazer tatuagens em si.
Katsunari escreveu e publicou diversos artigos sobre o tema, além de capítulos para os livros “Japanese Tattooing Colour Illustrated” (1972) e “Horiyoshi’s World”(1983), nos quais descreve o trabalho de seu pai e sua paixão pela arte na pele. Também na publicação “Tattoo Time Vol. 4 – Life & Death Tattoos” (número 1, 1987), produzido e editado por Don Ed Hardy, há um excelente artigo de Katsunari intitulado “Remains to be seen” (numa tradução literal, “Restos/Relíquias para serem vistos/as”).
Acredita-se que a Universidade de Tóquio tem 105 quadros contendo as peles tatuadas, sendo boa parte deles fechamentos de corpo inteiro! O departamento médico da universidade não é aberto ao público, mas eventualmente são permitidos agendamentos, de médicos e pesquisadores, para visitar a exposição.


Blocos de areia

quinta-feira, 4 de abril de 2013




Aqueles pulmões envenenados, cérebros se liquefazendo, idéias demasiadamente espontâneas, peles que se rompem por vontade própria, ossos se despedaçando como bloco de areia, memórias perdidas, olhares ávidos ou insolenes, tudo isso é humano e real, mas que o mundo lá fora ver como universo paralelo, uma realidade particular. Um conjunto mobiliário desconexo, presos à sua pior época. 

Adaptando do livro Cartas ao CãoTatiana Busto Garcia

Repense!

domingo, 31 de março de 2013


Entender que o ser humano é bobo e que se importa com coisas supérfluas é o primeiro passo para darmos mais valor a nós mesmos, as pessoas que estão a nossa volta e principalmente para encontrar a felicidade. Se esse texto for traduzido para um relacionamento ou uma paixão é exatamente igual, você tem que valorizar quem está ao seu lado, quem está contigo todo o santo dia, quem aguenta as suas chatices (sim, como eu você também é chato), quem te escuta e principalmente quem te ajuda e te respeita. Todos nós somos burros, cada um do seu jeito, mas burros, alguns pensam que são sempre os “donos da verdade”, outros acham a “grama” do vizinho sempre mais verde, outros pensam que fazer o outro de idiota é ser inteligente, outros não valorizam o que tem e estão sempre a reclamar, outros falam mais do que deveriam, pensam mais do que deveriam, se preocupam mais do que deveriam e assim por diante… 
Então repense antes de intitular a sua vida como “ruim”, lembre-se se a sua vida é ruim é porque você a faz assim :)


Atire a primeira pedra!

terça-feira, 6 de novembro de 2012





Como Charles Chaplin disse uma certa vez, "Não fique triste quando ninguém notar o que fez de bom. Afinal... O sol faz um enorme espetáculo ao nascer,e mesmo assim, a maioria de nós continua dormindo".




Engraçado como nessa vida as pessoas só sabem criticar o tempo todo... Acho que se as pessoas pensassem abertamente, eliminassem um terço dos ensinamentos antigos, e refletissem que os tempos mudaram, muita coisa se resolveria com mais tranquilidade. Quem nunca errou que atire a primeira pedra! Não é isso que prega algum ensinamento bíblico? Muitos se julgam fiéis e pecam pelo individualismo, pela ambição... Julgam sem conhecer, julgam sem ver, julgam o que nunca foi feito. Apenas julgam. Se coloquem no lugar do outro e parem com tais julgamentos sem fundamento algum. Na hora que a situação é inversa, sempre irão achar que a casa do vizinho é melhor que a sua. Porém, quando o outro é o personagem da estoria historia o saco de pedras já está preparado.  As pessoas não percebem as qualidades, adoram apontar defeitos...e esquecem que o ser humano é um ser imperfeito.

Saiba se expressar

terça-feira, 21 de agosto de 2012


Estou cansada dessas pessoas que só sabem apontar os erros dos outros. Errar é humano, mas mais humano é reconhecer seus próprios erros. Não é agredindo verbalmente o outro que se mostrara superior ou melhor que ele. Se todo mundo começasse a ver qualidades, talvez não houvesse tanta agressão. Mas é aquilo, todos querem ser superior, ninguém quer ficar por baixo. Repensem seus conceitos ao invés de sair por ai falando coisas sem fundamentos. É válido o direito de expressão. Mas saiba se expressar pra ser valorizado. 

Iguais, diferentes, e uma atração

terça-feira, 7 de agosto de 2012


“Os opostos se atraem” 

Tão clichê que já perdeu a graça. Os opostos podem até se atrair, mas são os iguais que se completam. Ou não! O ser humano vive numa busca pela cara metade, pela tampa da sua panela, a metade da laranja... E ai a frase se encaixa, já que com as diferenças de um completará o outro e vice-versa. Mas, fico me perguntando, será que tanta diferença assim dá certo na prática? Creio que não, no inicio pode até ser um mar de rosas, mas com o tempo surgiram controvérsias e desavenças. Num relacionamento, penso que as pessoas têm que ter gostos parecidos. Pense comigo! Se em um casamento uma das partes gosta de sair pra se divertir e a outra goste de ficar em casa, o que vai acontecer? Óbvio que mais cedo ou mais tarde vai rolar uma traição. Mas, por outro lado, eu me perco a pensar se tanta igualdade junta um dia não cansa. Tudo que é demais sobra... E uma das vantagens humanas é que nenhum ser é igual ao outro, nem quando são gêmeos. Sempre, sempre mesmo, vai haver uma coisa que se discorde. Não existe perfeição, e cada acaba tendo que aprender a conviver não só com as qualidades do próximo, mas também com os defeitos. Talvez os defeitos até superem as qualidades. Pois os mesmo acabam sendo mais percebidos, devido ao terrível olhar que tem o homem, onde a maioria das vezes, por não ver em si acaba criticando o outro. E não adianta dizermos que antes de falar do outro devemos enxergar nossos próprios defeitos, porque está na raça, e apesar de saber que não somos perfeitos acabamos julgando o próximo. Iguais, diferentes, e uma atração. Mente, corpo, e gostos. A física e a química.

Confissões

sábado, 16 de junho de 2012


‎"Só eu sei que cheguei à humildade máxima que um ser humano pode atingir: confessar a outro ser humano que precisa dele para existir (...) E no momento que se confessa a precisão, perde-se tudo, eu sei."

Caio F. de Abreu

Curiosidades: Humanos estrelares

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Feitos de estrelas? que papo maluco é esse?


É isso mesmo! De acordo com o astrônomo americano, Carl Sagan, no livro O Cosmos, o ser humano é formado por matéria estrelar. Cada átomo do nosso corpo veio da explosão de uma estrela, e mais, os átomos da sua mão direita provavelmente são provenientes de uma estrela diferente da sua mão esquerda. Estamos todos conectados.
O Macrocosmo é o universo como o conhecemos e o microcosmo é o universo que existe dentro de cada um de nós.
Não há separação entre matéria e espírito…Tudo é energia. Brilhar faz parte da nossa essência!!!

Vozinha safada

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

O que nos leva a desejar ou querer algo? Querer, desejar é algo tão humano que está misturado aos temperos de nossa sopa sanguínea. Por esse motivo viemos nos tornando aquilo que alcançamos.E vamos combinar, querer e não poder não é para ninguém. Muito menos para humanos.Dentro das minhas meditações vim descobrindo uma vozinha traiçoeira, toda vez que eu mirava em algum projeto, ela soltava: “Chiiii, tem futuro não!”, “Isso aí!, difiiiiicil”.Dei uma apelido singelo à ela: Expectativa Negativa, e sei que ela está embutida nos dispositivos de funcionamento da comunidade humana, e se reflete naqueles pensamentos esquisito que desmerecer nosso desejo, embasados em acontecimentos anteriores que não por um acaso você se deixou levar pela mesma vozinha safada e não obteve o que desejou.

Resumo: ela só serve para minar a vontade e transformar-nos numa pessoa que “acha” que não pode. Se acharmos que não podemos, logo, não podemos.

Isso não tem nada haver com pensamento positivo, e sim com o frescor de se sentir capaz. O que move o universo é a forma que sentimos em relação ao que desejamos.O que quero dizer é que tudo depende da construção da nossa auto estima, é ela que viabiliza e arca com os riscos daquilo que almejamos. Temos um déficit na construção de auto estima por que não somos estimulados a nos conhecer e desenvolver dessa forma. Estamos acostumados a adequar nossas habilidades ao mercado, e nunca descobrir novos mercados que se adéquem às nossas potencialidades. O próprio mercado nos diz que é preciso ter essa ou aquela qualificação, e que sem ela, não estaremos inseridos.Mediante essa necessidade de encaixe, desenvolvemos várias expectativas negativas, pois até que você descubra seu potencial, é bem provável que se leve algumas portas na cara. E cada não, se transforma numa vozinha-safada-desanimante, que é reforçada por vozes de senso comum: “Eu não te disse!”.Não há dificuldades no Universo, tudo é fluido, em fluxo e constante. A dificuldade está sempre dentro de nós. Eu sei, compreendo que este é um princípio difícil de se engolir, mas a beleza desse universo está refletida na fluidez da água, do sangue, dos ciclos e na necessidade de constante movimento que existe dentro de cada um de nós. O movimento e a corrente desse fluxo são determinados pela fonte de nossos desejos: ele veio do coração ou foi uma necessidade que compramos de fora?Somos movidos por várias vozinhas-internas-sabotantes, que passam despercebidas no dia-a-dia frenético. Mas elas não são só vozinhas, elas nos movem, de forma automática e inconsciente. Nos tornamos robôs compulsivamente repetitivos em nossos comportamentos, passando vezes sem fim pelas mesmas situações sem tirar seu proveito. Ao tirar o proveito das situações, seu aprendizado, conseguimos realinhar o tom de nosso fluxo na vida, e com isso, fazer um upgrade no sistema rumo a um salto na cadeia comportamental.É nesse momento que deixamos as vozinhas-sabotantes para trás, transformamos impossibilidades em possibilidades e damos nosso Grito de Liberdade.

Liberdade

domingo, 20 de junho de 2010


"Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda."

Cecília Meireles

Amor e ódio

quarta-feira, 5 de maio de 2010


Sempre achei que ambas eram coisas passageiras e controláveis ao longo do tempo, que só deixa as pessoas enlouquecidas e insanas. Apesar de serem completamente distintas, os meus pensamentos sempre estiveram certos, ou quase. Quando ama, o ser humano fica enlouquecido pelo outro, se esquece de todas as regras e padrões, não se importa quem é que está amando, só quer de alguma maneira possuí-lo. Não negue que já fez planos mirabolantes para ficar ao lado de quem se ama. O amor e o ódio possuem uma linha fina que os delimitam, mas a diferença é que o amor cura e o ódio destrói. O amor te une, a raiva destrói. Antes de agir com ódio, pense no amor, pois ele te salvará da solidão.

Alegria

sexta-feira, 30 de outubro de 2009


“A vida revela-se ao mundo como uma alegria.
Há alegria no jogo eternamente variado dos seus matizes,
na música das suas vozes, na dança dos seus movimentos.
A morte não pode ser verdade enquanto não desaparecer
a alegria do coração do ser humano.”

Rabindranath Tagore
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