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Suspiro Tube: Um sorriso. Ou dois.
terça-feira, 10 de setembro de 2013

“Tudo tem sua hora”
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Ô frase complicada de se engolir. Ô “expressãozinha” que entala na garganta.
É difícil calar o ansioso. Quase impossível sossegar um inquieto. O apressado tem urgência não por preguiça de planejar, mas pela dificuldade de lidar com aquilo que ainda se apresenta incerto.
Haja desenvoltura para interagir com o silêncio. Para arrumar ocupação nos intervalos eternos que se apresentam entre as conquistas. Distrair-se naquele espaço vazio que se instala quando estamos esperando por algo. Quando a única alternativa é parar. Pensar. Traçar.
Que não nos falte habilidade para desviar do vão que existe entre um sorriso e outro.
Fernanda Gaona

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Teu
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Viver, é o que eu faço quando meu coração acelera, quando meus olhos brilham, ou meu sorriso ri um riso canto de boca.
-Matheus Rocha
Dos detalhes que são mínimos, mas não se apagam. Como canta o Roberto, “detalhes tão pequenos de nos dois”, detalhes que tatuam, que mesmo sendo eles, mínimos, diferenciam. Despercebidos, de vontade própria, suave, de toque quase sensível. A boca toca a pele sob a linha que desenha as costas, que o tal corpo sustenta. E toca mais uma vez, outra, mais outra e se repete repetidas vezes. Detalhes. Sentidos, envolvidos. Teus, meus... Nossos.

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Quero mais...
sábado, 26 de janeiro de 2013
E quando acordo o primeiro pensamento do dia é você. Acompanhado de um saudoso bom dia. Fecho os olhos e lembro-me dos nossos momentos, vividos e futuros. Aquela sensação de quero mais, quero mais, quero mais. E vejo a dependência de te ter aumentando. O pensado foi diferente, e mesmo com as tentativas de fuga, perdi a brincadeira de pique - esconde. Você me achou e estou apaixonada. Com sorriso bobo estampado na cara. Muitas vezes com saudade acumulada. Eu sei! Confesso... Tenho medo. Mas eu quero, e se eu quero, não tem o que se discutir. Te preciso um tantão, e isso é notório.

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Extremos são desequilíbrios
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
"Acho que é mais introspecção meio sério pensando...! Um rosto sorridente pra quê? Pra mostrar o que pra quem? Quem disse que um sorriso vale mais que uma lagrima? Um rosto sempre sorridente provavelmente camufla uma alma vazia, tão desesperado como quem anda gritando, um sorriso pode ser por aparência, é passageiro assim como o desespero de uma crise de choro, onde encontrar sustância e profundidade num mundo tão bizarro , existencial a vida pode ate ser fácil para alguns não sei dizer desconfio dessa historia se for , você pode ficar na sua zona de conforto sem se arriscar numa vida superficial e fútil, pode também tentar mudar alguma coisa sem saber se vai conseguir e tentar mentir para si mesmo e dizer que é forte pra poder seguir em frente pois o mundo não espera, a vida não te prepara e as coisas não acontecem, não hora certa, do jeito certo como alguns espíritas acreditam, em algumas etapas a vida exige isso e se você não esta preparado a vida continua ao seu redor e seus mecanismos de enfrentamento da realidade não batem, pode, quando talvez não o seja e ter coragem para persistir nesse propósito e depois perceber que isso sim é ser forte, força não se mede por comparação com os outros você não precisa ser mais nem melhor que ninguém coisas simples para outras pessoas pode ser uma grande conquista para você, acho que por isso e por outras razões me fechei, sido sim num meu mundinho meio autista porque temer a solidão sou algum monstro tenho q viver fugindo da minha própria sombra uma força maior que a sua própria para erguer a cabeça e seguir suas próprias determinações não porque estava escrito nas estrelas ou por influencia dos Deuses mais porque determinei que seria assim... Como aquele que roubou o fogo dos céus e tem seu coração eternamente roído por abutres na lenda, não há o bem sem o mal e não há o céu sem inferno porque os extremos são desequilíbrios e quem busca extremos vai viver sempre oscilando."

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Talvez seja...
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
“Talvez seja o seu jeito de andar. Ou quem sabe seja o seu sorriso, ou até mesmo o seu olhar. Não sei dizer ao certo o que realmente me faz gostar de você com tanta intensidade. Talvez seja o seu jeito tímido, mas ao mesmo tempo tão extravagante. Talvez seja esse seu cheiro, que eu sinto todas às vezes que você se vai. Ou o seu toque, que invade a profundidade de minha alma. Pode ser a sua voz que soa como a mais bela das melodias. Ou quem sabe, seja você por inteiro, com suas qualidade e defeitos.”
-Autor desconhecido

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Sonho
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Slow motion e vejo bocas se movendo. Sorrisos, palavras, que não compreendo, não ouço. Tamanhos e formas diferentes, inéditas. Lentamente as feições de seus rostos começam a aparecer. Largos, intrusos, tímidos e arrogantes. As mãos se movem como que puxando um cordão. Chamam-me. Sorrisos, palavras, que não compreendo. Um fundo coberto por uma fina névoa os envolve e não tenho certeza se eles tocam o chão com os pés. Seus olhares me intimidam, me chamam, me obrigam. Será que sou eu que me movo? Sinto que me aproximo deles, como se um violento jato de ar me empurrasse. Cambaleio e quase caio. Suas mãos me amparam e formamos um circulo. Do outro lado vejo um sorriso, puro e angelical, que me faz feliz. Cabelos se emaranham no movimento. Olho para as mãos que me seguram, mas não posso ver seus braços, pois uma espessa camada de névoa parece envolvê-los. Vejo sua cabeça. Cada passo para o lado é um salto no espaço e nunca tenho a certeza se voltarei a Terra novamente. Giramos. O ritmo parece acelerado, mais e mais, a cada rodada. Meus braços estão sendo esticados e o movimento me deixa tonta. Rápido, muito rápido. Não vejo mais silhuetas, nem sorrisos ou cabelos, apenas manchas que parecem desenho de lápis aquarela depois de uma severa pincelada de água. Olho para as minhas mãos e elas estão sozinhas. Começo a escutar. Cochichos, murmúrios, risadas. De quem são essas vozes? Estão por todos os lados e ouço uma forte gargalhada bem atrás de mim. Viro-me para tentar surpreendê-la e então meu corpo é sugado pelo vácuo. Talvez o vácuo do Universo. Silencio absoluto. Meu corpo esta molhado, sinto-me coberta por um plasma. Não vejo, não ouço. Não sei mais se o que sinto na cabeça é o mesmo que sinto nos pés.
Adaptei do livro Cartas ao cão – Tatiana Busto Garcia

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Daqueles que fazem cócegas
sábado, 20 de outubro de 2012
Hoje senti uma vontade absurda de beijos passeados. Doces, suaves, daqueles que fazem cócegas. Um passeio sobre a pele, arrepios, risos, desejos. Que saudade nostálgica. Acarinhar acarinhada, beijo, beijo, beijo. Odaxelagnia. Respiração quente no ouvido. Beijo, pescoço, orelha, sussurro. Humm... Devaneio. Imaginação. Lembranças.

Por que estragar a fantasia?
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Ri ao ver esta imagem. De fato é a realidade. Outro dia assistindo Amor & Sexo, vi uma psicologa dizendo que contos de fadas, principalmente os das princesas são mensagens subliminares. Todos só passam a ideia de que a mulher é submissa ao homem, e são contados às crianças como forma de educar em um cultura antiga que descrimina as mulheres. Pode até ser! Mas discordo. Discordo pelo fato de tentarem destruir uma imagem que as crianças vêem com outros olhos. Tudo não passa de uma fantasia, de um encanto. É o mesmo que dizer que Papai Noel não existe. Pra que estragar a alegria de uma criança com frustrações de uma vida adulta? Não consigo entender isso. As histórias têm que ser contadas como nos livros. A realidade deixa pra depois... ainda se tem muito pra ser visto pela frente.

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Um cafuné
terça-feira, 9 de outubro de 2012
“Ela só quer, como toda mulher, ser vista. Ser notada. Ser elogiada. Ser sentida. Ser amada. Ser reconhecida. Ela só quer que alguém pegue sua autoestima no colo e faça um cafuné.”
— Clarissa Corrêa.
Sabe quando você conhece alguém que te faz rir, que te acaricia, te beija, te abraça, te elogia, isso tudo ao mesmo tempo e toda hora? Não se trata de amor nem de paixão, mas de companheirismo, de conforto, de acolhimento, de amizade, cumplicidade mútua... Ah! Isso é tão bom, faz bem a alma, ao ego. É uma sensação de leveza e riso frouxo. Nossa! Isso é muito, muito bom.

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Riso apaixonado
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Hoje deitei, e descansei o queixo em minhas mãos. Observei tua foto, como criança adorando o doce. Encarei-te talvez como nunca... Teus olhos me enfeitiçam. Então fiquei a observar teu sorriso, dentes desalinhados num perfeito alinhamento. Lembrei então, que a noite sonhei contigo, surgiu-me certo sorriso bobo. Um riso espontâneo e estranho, em desarmonia com o meu sentimento agridoce. E me dei conta que ri apaixonada dos pelos braçais que diversas vezes acariciei. Foi sensações boas, até eu me perguntar por que olhava tua foto. A resposta? Só saudades.
Inércia
terça-feira, 18 de setembro de 2012
É, tem dias que a inércia é mais forte que eu, mais forte que qualquer coisa. Digo isso não só me referindo à mim fisicamente ou mentalmente, mas principalmente emocionalmente. Eu sei, eu preciso mudar as coisas, elas não andam bem, não podem continuar assim ou vai tudo piorar. Eu sei que tá tudo errado, ando pondo sentimento de mais onde cabe coisas pequenas e ando tirando a esperança de onde deveriam sair os risos. Como deixar de adubar um solo fértil, para tentar a sorte do num solo pobre e sertanejo. Eu sei o fim da história, mas no fundo permaneço relutando contra mudanças, acomodado com a pouca felicidade, como se eu precisasse apenas de pouco pra ser feliz, mas só se é feliz sendo pleno, não pela metade. Mas a outra metade ainda tá desnorteada que tá tentando achar o direção seguindo as nuvens do céu, invés das estrelas.
-Bruna Gameiro
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Curiosidades: Encantamento amoroso
domingo, 9 de setembro de 2012
“O mundo é como um espelho: se sorris, ele te sorri; se choras, ele, forçosamente, te parecerá triste”
Quando o bebê entra na fase do sorriso - daquele sorriso que responde à presença e a estímulos - explode a sensação de encantamento mútuo. Nossos olhos brilham, nossas palavras são ternas, apaixonadas e apaixonantes.
O olhar dos pais funciona como um espelho. Ainda que o bebê não disponha de palavras que denominem e qualifiquem os sentimentos, essa experiência psíquica deixa profundas marcas. A sensação é de prazeres compartilhados quase que em uníssono. E, mais do que isto, o bebê sente que ele é capaz de despertar amor, de exercer encantamento. A autoimagem e a autoestima encontram aqui seus principais alicerces. E não é exatamente isto que acontece ao longo de toda a nossa história?
As pessoas que nos recebem com amplos sorrisos, com brilho no olhar e com palavras acolhedoras, no geral são descritas como simpáticas, agradáveis, e passam a figurar entre nossos melhores amigos e nossos principais amores: “Adoro Fulano! Ele é simplesmente MARAVILHOSO!”. Maravilhoso, a bem da verdade, é o olhar que ele me dirige e faz com que eu me sinta tão especial. Isto é o que cada um anseia, fazendo com que haja correspondência na troca de estímulos. Essa operação acontece instintiva e espontaneamente.
Geralmente, as pessoas que foram mais e melhor amadas são as que, para sempre, mais facilmente recebem amor, despertando encantamentos. Uma criança linda, limpa, alegre e confiante é capaz de estender os braços, pois sabe, de antemão, que encontrará braços abertos. Mas também seleciona, distinguindo quem é conhecido, familiar e merecedor de confiança, daqueles que lhe são estranhos. Pode encolher-se. Pode defender posições. É capaz de dizer “não” e de dizer “talvez” ou “espere”. Não entra em “frias” pela necessidade de agradar a qualquer pessoa.
Crianças abandonadas, mal amadas ou pouco estimuladas facilmente tornam-se arredias e, até, hostis. Outras, pelo contrário, parecem famintas, jogam-se nos braços de quem lhes dá a impressão de que podem fornecer suprimentos. Que suprimentos? Amor, alimentos, abrigo, cuidados e, até, limites. Precisam desesperadamente de um lar, para o corpo e para a alma. Estão carentes. Em consequência disso, são as que encontram mais dificuldades em amar e ser amadas.
Pois não é exatamente isso que ocorre entre adultos? Quantos são os adultos carentes, que repetem relacionamentos frustrantes, por se encantarem à toa ou por não se sentirem merecedoras daquilo que, num plano consciente, almejam? Autoestima e autoconfiança estão na base de escolhas felizes. São condições para que se possa experimentar e despertar encantamentos.
Considero-as princípios básicos em processos de mútuos encantamentos, desde que éramos bebês até o último de nossos dias.
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Sinto faltas
segunda-feira, 3 de setembro de 2012
Sinto falta. Falta de você o tempo todo. Sinto falta. Falta da espontaneidade, falta de certos sorrisos e malicias, falta das bobagens ditas sem pensar e ao ser percebidas, serem envergonhadas. Sinto falta, falta de toques, de palavras, de momentos, de beijos e cheiros. Sinto falta, de cada gota caída no vidro, da neblina que ofuscava as luzes da cidade. Falta de olhos que observam e devoram; braços que acolhem e aconchegam; falta do colo. Sinto falta de adjetivos, falta de como me saudava. São faltas.

Riso frouxo
quarta-feira, 25 de julho de 2012
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Provoque meu riso
domingo, 27 de maio de 2012
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SuspiroTube: Quero uma história assim
sábado, 25 de fevereiro de 2012
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Aaah saudade! Deixa eu sonhar
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Ontem, deitada na cama, sentir saudades. Mas, não foi aquela saudade de algo vivido. Foi saudade de um futuro incerto. De um futuro que alguém mostrou que poderia me dar. Uma situação simples, mas tão boba e boa, tão mansa e tão voraz. Aaah saudade! Se tu soubesse como você nos faz imaginar e sentir sensações diversas. Eu queria misturar uma pitada desse futuro ao meu presente... Queria tanto que fosse real! A saudade foi de um sonho. Sonho de fantasias até comuns, porém únicas. Únicas, pois no sonho, tinha alguém ali parado, me observando. Tão sem ação que me incomodava. Aquilo era uma afronta. Mas como o sonho é meu, eu invento e reinvento projeções na hora que quiser. Então, aquele individuo se levantou e me puxou pra bailar, rodopiou, beijou, brincou, acariciou, enfeitiçou. Arrancou-me suspiros e risos há muito tempo guardados. Risos os quais eu mesmo com raiva, ele consegue provocar. Aaah saudade! Deixa eu sonhar.
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Porque gosto tanto de você?
sábado, 26 de novembro de 2011
Ah, sei lá. Eu gosto do jeito como nos conhecemos, da forma que falou do meu "Coffe". Gosto quando me observa em silêncio, mesmo achando assustador. Gosto do seu jeito de falar e do seu sorriso. Gosto das suas palavras. Gosto quando me chama com adjetivos cheios de peculiaridades. Gosto das suas histórias e viagens. Gosto da sua cara de bobo quando diz ou pensa besteiras. Gosto dessa nenhuma timidez que se faz ter por puro charme. Gosto dos seus beijos passeados em minha pele, do seu toque suave, da sua barba por fazer, desse furinho no queixo e de um certo sinal escondido. Gosto da sua cara de convencido toda vez que me conta algo grandioso do trabalho. Gosto da forma como me faz rir, e de como me faz sonhar. Gosto do seu jeito desencanado e dos seus questionamentos antropológicos. Gosto de não conseguir te odiar por mais de um dia seguido, mesmo que eu queira. Gosto do seu mistério e da animação no seu “oi princesa!”. Gosto do seu jeito inquieto e que me inquieta quando quieto fica. Gosto de coisas jamais publicáveis e que me fazem suspirar só de pensar. Gosto de você por tudo isso e simplesmente por gostar. Talvez mais do que eu devo ou você mereça. Sem nenhum motivo ou explicação científica. Gosto porque gosto, não sei explicar o porquê.
Readaptei daqui, porque inspiração? a minha tem nome, endereço e identidade própria. Não é mesmo meu anônimo preferido?rs.

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Estranha ausência
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Sabe quando você lembra do sorriso dele, e involuntariamente você sorri também? Então...
–Caio Fernando de Abreu
Houve um momento hoje, em que experimentei uma estranha ausência. Senti-me incompleta. A cada 5 minutos me perco em pensamentos e os segundos se tornam irritantes. É ruim pensar e não poder sentir. É confuso pensar e desacreditar. É triste pensar e desiludir-se. Mas, lembranças ficam e se esquecem de ir embora. Tento não lembrar, então... teu sorriso me vem a mente, teu fôlego ronda minha audição, teu toque me arrepia a pele e teus pensamentos observados me invadem. Não sei o quanto avassalador foi esse sentimento, mas me surtiu, um efeito insano, onde perco minha lucidez, e em ti volto a lembrar. Ah, como queria te odiar!... Eu não consigo, será por quê?

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