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Talvez sem ti

segunda-feira, 29 de julho de 2013


“Gosto quando se entrega pra mim. Quando demonstra que esta feliz por estar comigo, quando ri de qualquer coisinha besta que eu digo. Sei lá, isso me faz bem. Me faz pensar que você gosta dessa coisa de “estar junto”, e que nada mais te importa quando somos só você e eu.” – Obviously, I love you 


Não me lembrava do nosso ultimo beijo. Quando agente fica tanto tempo com alguém, o beijo, o abraço, o toque, nenhum outro vai fazer sentido. Você vai sentir falta, e mesmo sem lembrar, vai ser somente ele que virá a tua mente. Ai, ninguém quer saber e entender o porquê disso que às vezes parece tão tosco, eu simplesmente ignoro e vejo que estou com saudades, e me passa pela cabeça que talvez sem ti eu consiga viver bem e feliz; mas somente passa, e logo vai embora.

Turbulência

quinta-feira, 29 de novembro de 2012


Eu quase que nada não sei. Mas desconfio de muita coisa. 
- Guimarães Rosa 

Acordei num dia estranho. O corpo tenso, a mente longe. Novidades, surpresas, informações. Tudo num complexo desconecto. A saudade. A fragilidade dando as caras... A vontade do choro. Uma tristeza desconhecida, uma ausência. Um vazio. Muitas vezes querendo saber menos, noutras mais. Confusa, chateada, agradecida. Na cabeça, uma turbulência de idéias e pensamentos.

É infeliz, felizmente

domingo, 11 de novembro de 2012


Que droga! Por que as coisas precisam ser assim, tão julgadas? Queria muito ter a inocência de uma criança, longe de tão ridícula realidade. Por que tem que ser assim? Eu só queria um pouquinho de paz, de companheirismo, de momentos compartilhados. Eu to cheia de ti-ti-tis. Pessoas que nada fazem além de tagarelar vida alheia. Deixem-me em paz! Deixe-me viver minhas alegrias. Desmedida de tudo... Quero emoção, quero virtude, quero amor. Não preciso de satisfações. É tudo tão bonito quando o preconceito não existe. É infeliz, felizmente que me orgulho de mente tão evoluída. É talvez eu seja mesmo de outro mundo.

Iguais, diferentes, e uma atração

terça-feira, 7 de agosto de 2012


“Os opostos se atraem” 

Tão clichê que já perdeu a graça. Os opostos podem até se atrair, mas são os iguais que se completam. Ou não! O ser humano vive numa busca pela cara metade, pela tampa da sua panela, a metade da laranja... E ai a frase se encaixa, já que com as diferenças de um completará o outro e vice-versa. Mas, fico me perguntando, será que tanta diferença assim dá certo na prática? Creio que não, no inicio pode até ser um mar de rosas, mas com o tempo surgiram controvérsias e desavenças. Num relacionamento, penso que as pessoas têm que ter gostos parecidos. Pense comigo! Se em um casamento uma das partes gosta de sair pra se divertir e a outra goste de ficar em casa, o que vai acontecer? Óbvio que mais cedo ou mais tarde vai rolar uma traição. Mas, por outro lado, eu me perco a pensar se tanta igualdade junta um dia não cansa. Tudo que é demais sobra... E uma das vantagens humanas é que nenhum ser é igual ao outro, nem quando são gêmeos. Sempre, sempre mesmo, vai haver uma coisa que se discorde. Não existe perfeição, e cada acaba tendo que aprender a conviver não só com as qualidades do próximo, mas também com os defeitos. Talvez os defeitos até superem as qualidades. Pois os mesmo acabam sendo mais percebidos, devido ao terrível olhar que tem o homem, onde a maioria das vezes, por não ver em si acaba criticando o outro. E não adianta dizermos que antes de falar do outro devemos enxergar nossos próprios defeitos, porque está na raça, e apesar de saber que não somos perfeitos acabamos julgando o próximo. Iguais, diferentes, e uma atração. Mente, corpo, e gostos. A física e a química.

Vagando

terça-feira, 20 de março de 2012


Da vida o que espero? Não tenho esperado nada, apenas uma mesma vida. Ando cansada destes dias e mais dias que ando a me desviar. Não sinto mais as vontades que antes sentia. E as horas se passam lentamente, o único desejo que tenho é de apenas acelerar. Tenho sido preguiçosa, desatenta e rigorosa. Tenho seguido regras surgidas nem sei de onde, nem por quem foram inventadas. Sei apenas que sigo. Talvez a me maltratar. Nem sei mais o que quero, nem tenho mais um pensamento fixo. Minha mente anda a vagar. Sozinha, perdida. Nada tenho sabido, nem sei o quanto isso vai durar. Sei que agora é apenas o que sinto. Sinto!? Nem sei se posso chamar tal coisa de sentimento. Devaneio. Devaneio.

 

Antídoto

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012



Não é fácil não pensar em você a cada instante. Fico imaginando onde você está e o que anda fazendo. Uma paranóia sem igual. Como se fosse meu, registrado em cartório. Como se eu tivesse por obrigação saber dos teus passos. Não é fácil. São sensações nunca vividas. Parece que me possui, e pensar em você se tornou uma mania. Na verdade eu preciso aprender, reeducar meus pensamentos. Preciso de controle mental. Por mais que eu tente, não tem sido fácil. Não sei se te encontrar é bom. Mas quando não te vejo é muito ruim. Fico naquela ansiedade terrível. É! Eu sofro desse mal. E quando viaja, a ansiedade em te ver me consome. Deixa-me sem forças, sem animo nenhum pra seguir o dia. É como se tivesse sido envenenada. Mas eu preciso de um antídoto. O único problema é que meu antídoto é você.

Agonia-me

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011


Não deixei de sentir nada que sentia antes, apenas estou sabendo colocar da forma que não eu quero. Não tenho tanto sangue frio para dizer que não sinto, quando meu coração explode. Muita coisa tem oscilado. A mente em constante agitação. As palpitações. Os sintomas. A saudade. O orgulho. Cada uma a seu ton. Mas, sabendo se colocar nos seus devidos lugares. A sensibilidade não está tão constante, então tenho conseguido conciliar muito bem esses impertinentes sintomas. Talvez tenha sido a mistura de cinismo e ironia que me deixou assim. Não fria, mas muito calculista. Ouvir negações todo dia é frustrante. Então, o jeito é não pensar pra não enlouquecer. Tenho vontades, mas as guardo em segredo. Ajo do nada, falo o que me vem à cabeça. Agonia-me essa cruel sanidade. 

Às vezes morro de medo
(...)
Essa cruel sanidade
Que me leva a loucura
As vezes dura um dia
As vezes dura pra sempre
As vezes quero o improvável
Eu nunca fui razoável
Com os meus próprios desejos 


Estranha ausência

segunda-feira, 21 de novembro de 2011


Sabe quando você lembra do sorriso dele, e involuntariamente você sorri também? Então... 

–Caio Fernando de Abreu 

Houve um momento hoje, em que experimentei uma estranha ausência. Senti-me incompleta. A cada 5 minutos me perco em pensamentos e os segundos se tornam irritantes. É ruim pensar e não poder sentir. É confuso pensar e desacreditar. É triste pensar e desiludir-se. Mas, lembranças ficam e se esquecem de ir embora. Tento não lembrar, então... teu sorriso me vem a mente, teu fôlego ronda minha audição, teu toque me arrepia a pele e teus pensamentos observados me invadem. Não sei o quanto avassalador foi esse sentimento, mas me surtiu, um efeito insano, onde perco minha lucidez, e em ti volto a lembrar. Ah, como queria te odiar!... Eu não consigo, será por quê?

Faminto de orgulho e saudade

sábado, 5 de novembro de 2011


Com o tempo virei mais seletiva. Isso se deu por tantos fatos acontecidos. Agente cai, quebra a cara e aprende. Aprende sim. Mas tem horas que fingimos que não aprendemos só pra quebrar a cara novamente. O ser humano é assim... adora ser desafiado, mesmo quando dói. Mas, aprendi que nem tudo vale à pena correr riscos e fiz questão de eliminar essas aventuras do meu futuro. Que fique bem claro que passado, vai ser sempre passado e não se encacha mais no meu futuro. Deixei de fazer coisas por alguém que nunca deu valor, parei de acreditar nas palavras com um só significado, sempre observo se não existe um sinônimo por traz destas. Às vezes, a saudade aparece. E aí? Deixa ela na lembrança, é só uma saudade. Ou apenas um blefe da nossa mente. Muitas vezes eu quis te olhar de novo, sentir sua pele, mas hoje quero apenas que o tempo nunca tenha existido entre nós. Quero apenas, que você entenda que esse tempo que se passou não volta mais. E não será seu olhar faminto de orgulho e saudade que vai me fazer voltar atrás.

Tudo muito chato, sem graça

segunda-feira, 18 de abril de 2011


Não sei si é a falta ou o excesso, só sei que está tudo muito chato, sem graça. A casa vazia, muitas vezes minha companhia. Mas Por um momento sinto tanta ausência que o silêncio ousa a me incomodar. 
Saudades, desejos misturado com o que não sobrou daquilo que sentia. Eu já nem sei mais o que é meu, nem quando, nem onde. Um tremenda confusão de sentimentos. A mente por um instante pensativa por outro memórias esquecidas. 
Momentos que quanto tempo faz, aparecem desvairados. Deixam na minha cabeça com um monte de vontades, de tristezas por não ter aproveitado aquele instante. Dúvidas. Aconteceria diferente se minha reação fosse outra? Não sei, talvez sim. Talvez não. Apenas aconteceria. 
Acho que o fato é que eu ainda não consegui ser feliz de verdade. E estou cansada de adiar. Não por um querer meu, mas por falta de oportunidades. Aliás, é o que mais me falta: oportunidades. 
Só queria que elas acontecessem. Se fosse boas ou ruins, não interessa. Queria apenas vivê-las. Me perderia, me procuraria, me acharia... E, quando necessário, enlouqueceria e deixaria rolar.

No momento o que me resta é uma memória que eu nem me lembro mais...

...nem me lembro mais.

Deve-se...

terça-feira, 22 de março de 2011

“.. Deve-se bloquear a mente para o que te faz sofrer, regredir e querer voltar. Querer voltar no que você já sabe que não-vai-dar-pé.”

Idiótica

Algum remédio pra dar alegria

sexta-feira, 15 de outubro de 2010


Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

Que ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno antimonotonia

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio, o mel e a ferida
E o corpo inteiro como um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio pra dar alegria

(Cazuza)

Pouco importa

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

"..Pouco importa o julgamento dos outros. Os seres são tão diversos e tão contraditórios que é impossível atender as suas demandas, satisfazê-los. Tenha em mente simplesmente ser autêntico e verdadeiro..."
Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.