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Resenha: Não usem creme depilatório VeeT

domingo, 13 de outubro de 2013

  Oi pessoal! Andei sumida né?! É que estou sem inspiração. Bem, essa vai ser a primeira resenha que vou fazer aqui para o blog, e infelizmente não é sobre uma boa coisa.


Eu tinha o costume de me depilar com um creme depilatório da Depimiel, ótimo além de tirar todos os pelos, não irrita e ainda vem com um creme pra passar depois que retarda o crescimento do pelo, e ao menos em mim demorava muito a nascer. Durou tanto que venceu, joguei fora e aderir a cera quente no salão, mas como fiquei com receio de flacidez no futuro, parei e fiquei na busca pelo Depimiel mas não encontrava.


Então, que eis um belo dia entro na farmácia e me deparo com o Veet, a vendedora disse que era ótimo (claro! ela queria vender né!!?). Fiz o teste não tive nenhuma alergia, então coloquei em prática, na embalagem dizia ficar até no máximo 5 minutos, fiquei 4. Quando retirei, todos os pelos tinha sumido, porém muito vermelho, achei que era normal. No dia seguinte acordei com uma casquinha na pele e ai por diante a pele começou a escurecer. Corri no Google para pesquisar e vi que muita gente passou pelo mesmo constrangimento com a marca Veet.

13 dias após a aplicação de Veet creme depilatório.
 Na pesquisa, deduzi que tive uma queimadura e muitos sugerem a água oxigenada 10 volumes para ferimentos. Prestem bem atenção pessoal! Não é aquela cremosa para cabelos, e sim a que é usada em ferimentos. Comprei por 1,50R$ e comecei a usar, foi dando resultados e a pele começou a clarear. Mas lembre-se muito protetor solar. Evite ao máximo se expor ao sol. Eu tenho usado protetor até  a noite.

Para ferimentos.
Estou usando também a pomada Berlison que me foi receitada pelo dermatologista para dermatite de contato. Me indicaram também a pomada Permut para clarear as manchas mais rápido, mas ainda não comprei.

Mandei um e-mail pra empresa que me respondeu dizendo que me ligaria no número que deixei pra contato. Realmente ligaram, mas estava viajando e não podia responder as informações sobre o produto que a moça me perguntou pois não tinha o mesmo comigo naquele momento, pedi pra que retornasse mais tarde quando já estaria em casa, mas até hoje não recebi mais nenhuma ligação.


A mancha tá clareando, porém tenho que usar protetor mais que o normal e muita base pra disfarçar.
Fica aqui o meu alerta pra vocês não usarem produtos Veet.

Curiosidades: Negro naturalmente loiro

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Nas Ilhas Salomão, ao leste de Papua-Nova Guiné, lugar que a gente só sabe que existe graças aos concursos de Miss Universo, 10% da população nativa é negra de cabelos naturalmente loiros! O fato tem intrigado os cientistas há décadas. Recentemente, estudos da Universidade de Stanford revelaram que os cabelos loiros dos tais ilhéus se devem a uma variante genética DIFERENTE do gene que leva ao cabelo loiro em europeus. O resultado é a população com a pigmentação de pele mais escura fora da África e, ao mesmo tempo, com a maior prevalência de cabelos loiros fora da Europa.
Para quem achava que um negro pintar o cabelo de loiro era o cúmulo da criatividade (ou do mau gosto), a natureza mostra que já pensou nisso antes de nós. E mais uma vez vem nos dar uma lição de diversidade!



Curiosidades: Colecionador de peles tatuadas

sábado, 6 de abril de 2013




Dr. Masaichi Fukushi foi um médico patologista nascido em 1878 que, devido a seu estudo a respeito de sinais (como verrugas e manchas) na pele humana, em 1907, acabou se interessando pela tatuagem ao descobrir que era possível comparar com mais facilidade o movimento do pigmento dos sinais por meio do estudo do movimento do pigmento aplicado em peles tatuadas. Ele descobriu ainda que a pele penetrada por agulhas evitava a recorrência da sífilis em peles recentemente tatuadas – o que aumentou ainda mais seu interesse pela arte da tatuagem.
Em 1920, o Dr. Fukushi aceitou um cargo no Mitsui Memorial Hospital, no centro de Tóquio, onde teve contato com diversas pessoas tatuadas nos moldes japoneses tradicionais. O hospital Mitsui era uma instituição de caridade que atendia as classes mais baixas e, a medida que os tatuados faleciam, por doença ou velhice, Fukushi realizava as autópsias e preservava suas peles. Após ter passado um tempo na Alemanha, o médico retornou ao Japão, indo trabalhar na Nippon Medical University, na qual continuou a pesquisar sobre pigmentos na pele e o crescimento congênito de sinais e verrugas, voltando, então, a estudar peles tatuadas.
Na universidade, ele desenvolveu um método de tratamento e preservação especificamente da camada dermal que continha a tatuagem, podendo esticá-las e colocá-las em molduras sobrepostas com vidros, possibilitando que pesquisas médicas posteriores também pudessem ser feitas.
O projeto de Fukushi teve total cooperação dos tatuados, com quem mantinha boas relações e dividia o pesar de que trabalhos feitos tão meticulosamente fossem perdidos com a morte de quem os carregava. O médico até chegou a ajudar financeiramente aqueles que não tinham condições de terminarem suas tatuagens, pagando para completarem seus fechamentos! Em troca, ele tinha o direito de obter a pele do indivíduo depois que morresse – uma cobrança irrisória, já que muitos tatuados estavam dispostos a doar suas peles de bom grado e fariam qualquer coisa para não ter de lidar com a desgraça e humilhação de viver com uma tatuagem incompleta! Com sua atitude, Fukushi se tornou extremamente respeitado e admirado entre os grandes mestres japoneses da tatuagem, sendo convidado, inclusive, para ser jurado em convenções.
Nos anos de 1927 e 1928, Masaichi Fukushi dedicou-se à divulgação de seu trabalho pelo ocidente, oferecendo cursos e palestras sobre pigmentação, bem como sobre a história e o processo da tatuagem japonesa. Durante suas viagens, um caso desafortunado aconteceu em 1928, na cidade de Chicago, nos E.U.A.: um dos caminhões contendo quadros de peles tatuadas pertencentes ao médico foi roubado e nunca mais visto novamente, apesar de se ter oferecido uma generosa recompensa para quem devolvesse os artefatos levados.
Ao longo de sua vida, o doutor catalogou mais de 2000 desenhos, juntamente com informações detalhadas sobre os “donos” das tatuagens e suas peles, além de ter colecionado mais de 3000 fotos. Infelizmente, a maior parte de suas documentações foram destruídas em 1945, durante o bombardeio de Tóquio na Segunda Guerra Mundial, que deixou os prédios da universidade em ruínas. Contudo, os espécimes de pele estavam guardados em outro lugar, permanecendo intactos.
Nos anos 1940 e 1950, as pesquisas de Fukushi e a tatuagem japonesa chegaram até a aparecer em artigos de revistas e jornais, incluindo duas edições da revista americana Life, uma de 11 de março de 1946 e outra de 3 de abril de 1950! (Cliquem nas respectivas datas para conferir as edições, disponibilizadas no Google Books; as matérias estão na seção “Speaking of pictures…”, na página 12.)
A custódia da coleção de peles tatuadas do médico passou para as mãos de seu filho, Katsunari Fukushi, que, tendo visitado vários estúdios com seu pai quando era apenas um garoto, acabou por seguir seus passos, tornando-se um patologista que se dedicou a estudar o câncer e um amante da arte da tatuagem japonesa. Ele chegou também a preservar guardar peles tatuadas, adicionando mais de vinte exemplares à coleção. Curiosamente, pai e filho não chegaram a fazer tatuagens em si.
Katsunari escreveu e publicou diversos artigos sobre o tema, além de capítulos para os livros “Japanese Tattooing Colour Illustrated” (1972) e “Horiyoshi’s World”(1983), nos quais descreve o trabalho de seu pai e sua paixão pela arte na pele. Também na publicação “Tattoo Time Vol. 4 – Life & Death Tattoos” (número 1, 1987), produzido e editado por Don Ed Hardy, há um excelente artigo de Katsunari intitulado “Remains to be seen” (numa tradução literal, “Restos/Relíquias para serem vistos/as”).
Acredita-se que a Universidade de Tóquio tem 105 quadros contendo as peles tatuadas, sendo boa parte deles fechamentos de corpo inteiro! O departamento médico da universidade não é aberto ao público, mas eventualmente são permitidos agendamentos, de médicos e pesquisadores, para visitar a exposição.


Curiosidades: Tatuagem

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013


Antigamente vista como símbolo de marginalização, a tatuagem hoje é estampada no corpo das pessoas de diferentes níveis sociais. Os motivos que as levam marcar o corpo para o resto da vida são inúmeros: paixão pelo futebol, nome do amor, rosto do filho, iniciais dos pais e avós, letra de uma música etc.
“Muitas pessoas na hora de tatuar esquecem que aquilo ficará para sempre. A remoção de uma tatuagem sai caro e, dependendo do tamanho dela, é difícil retirar 100%”, explica o tatuador Lucas Fernandes.
Segundo a dermatologista Samar El Harati, dependendo das cores da tatuagem o laser não consegue remover. “Para retirar os pigmentos, as tatuagens pretas são as mais fáceis. É importante lembrar que o processo é lento, caro e exige muitas sessões”, esclarece a dermatologista.
É preciso muita cautela na hora de decidir fazer uma tatuagem. “A tattoo é definitiva. É preciso pesquisar a imagem que você tatuará e, além disso, escolher profissionais qualificados. Às vezes o desenho que você escolheu nas mãos de alguém que não sabe executar o trabalho pode ficar totalmente diferente”, explica Lucas Fernandes. O tatuador e a dermatologista tiram outras dúvidas comuns de quem quer desenhar o corpo pela primeira vez:

Fazer tatuagem dói?
“Isso varia muito. Claro que uma dor pequena todo mundo sente, mas é suportável. A dor é relativa e depende do local a ser tatuado, assim como o tamanho e as cores (normalmente as coloridas exigem mais de uma aplicação)”, esclarece Lucas Fernandes.

Posso tatuar qualquer parte do corpo?
“Qualquer lugar. Não aconselhamos tatuar os dedos nem as solas das mãos e dos pés. Essas regiões, devido ao excesso de suor, deixam o pigmento da tattoo fraco”, explica Lucas Fernandes.

Menor de 18 anos pode fazer tatuagem?
“Não. Mesmo indo ao estúdio com os pais, o menor por Lei Estadual nº 9.828 de 06/11/1997 não pode fazer tatuagem ou pircing”, esclarece o tatuador.

Depois de feita, quanto tempo devo esperar para ir à praia?
“É preciso esperar o processo de cicatrização da pele. Normalmente isso demora de 10 a 15 dias. Antes disso o sol pode provocar manchas indesejadas. O uso do protetor solar antes do período de cicatrização não é recomendado por causar reação alérgica em algumas pessoas”, explica o tatuador.

Quais são os cuidados principais que a pessoa deve ter ao fazer uma tatuagem?
“Saber sobre a higiene local, dos materiais esterilizados e descartáveis, e sobre a qualidade dos produtos usados. Além disso, a qualificação do tatuador. Isso é muito importante”, esclarece a dermatologista Dra. Samar El Harati.

Quais são os riscos de contaminação?
“Infecção por bactérias, fungos e vírus, hepatite B e C, HIV, além de alergias”, explica a dermatologista.

Existe algum dano que tatuagem pode ocasionar em nossa pele?
“Infecções, alergias e cicatrizes inestéticas”, diz a Dra. Samar El Harati.


Enfim, já estou pensando numa próxima.

Teu

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Viver, é o que eu faço quando meu coração acelera, quando meus olhos brilham, ou meu sorriso ri um riso canto de boca. 
-Matheus Rocha 

Dos detalhes que são mínimos, mas não se apagam. Como canta o Roberto, “detalhes tão pequenos de nos dois”, detalhes que tatuam, que mesmo sendo eles, mínimos, diferenciam. Despercebidos, de vontade própria, suave, de toque quase sensível. A boca toca a pele sob a linha que desenha as costas, que o tal corpo sustenta. E toca mais uma vez, outra, mais outra e se repete repetidas vezes. Detalhes. Sentidos, envolvidos. Teus, meus... Nossos.


Daqueles que fazem cócegas

sábado, 20 de outubro de 2012


Hoje senti uma vontade absurda de beijos passeados. Doces, suaves, daqueles que fazem cócegas. Um passeio sobre a pele, arrepios, risos, desejos. Que saudade nostálgica. Acarinhar acarinhada, beijo, beijo, beijo. Odaxelagnia. Respiração quente no ouvido. Beijo, pescoço, orelha, sussurro. Humm... Devaneio. Imaginação. Lembranças.


Coberta por suspiros

quarta-feira, 25 de abril de 2012


“É bizarro o efeito da ausência. Bizarro mesmo...” 
-@harianamk 

Acordei intensamente coberta por suspiros. Eu não dormia, mas era tudo tão real. Eu te sentia. Sentia teu toque em cada detalhe. Degustava teu sabor. Abraçava-me tão forte que me sentia esmagada de desejos. Tudo tão íntimo e tão sagaz que me despenteava a alma. Teu corpo sobre o meu. A pele arrepiada. Completamente envolvida. Era tudo tão aconchegante que me perdi entre beijos e caricias. Perdida ali não me acharia pelo resto da noite envolta a teus braços. Porque mesmo longe... A sensação era de ter-te me tocando e beijando. Então, acordo! Percebo que não sonhava, foi tão real que teu cheiro invadiu meu quarto. 


Porque gosto tanto de você?

sábado, 26 de novembro de 2011


Ah, sei lá. Eu gosto do jeito como nos conhecemos, da forma que falou do meu "Coffe". Gosto quando me observa em silêncio, mesmo achando assustador. Gosto do seu jeito de falar e do seu sorriso. Gosto das suas palavras. Gosto quando me chama com adjetivos cheios de peculiaridades. Gosto das suas histórias e viagens. Gosto da sua cara de bobo quando diz ou pensa besteiras. Gosto dessa nenhuma timidez que se faz ter por puro charme. Gosto dos seus beijos passeados em minha pele, do seu toque suave, da sua barba por fazer, desse furinho no queixo e de um certo sinal escondido. Gosto da sua cara de convencido toda vez que me conta algo grandioso do trabalho. Gosto da forma como me faz rir, e de como me faz sonhar. Gosto do seu jeito desencanado e dos seus questionamentos antropológicos. Gosto de não conseguir te odiar por mais de um dia seguido, mesmo que eu queira. Gosto do seu mistério e da animação no seu “oi princesa!”. Gosto do seu jeito inquieto e que me inquieta quando quieto fica. Gosto de coisas jamais publicáveis e que me fazem suspirar só de pensar. Gosto de você por tudo isso e simplesmente por gostar. Talvez mais do que eu devo ou você mereça. Sem nenhum motivo ou explicação científica. Gosto porque gosto, não sei explicar o porquê.

Readaptei daqui, porque inspiração? a minha tem nome, endereço e identidade própria. Não é mesmo meu anônimo preferido?rs.

Assim por fazer

quinta-feira, 2 de junho de 2011


Mistério, sedução. Masculinidade, vigor. Tão ágil e sorrateira. Poder insano. Toca arranhando suavemente a pele. Provoca arrepios reconhecidos de outras vidas, nos mais simples gestos. Barbas são coisas inexplicáveis. Adornam o maxilar do homem. O torna viril, não mais menino. Desenvolve sensações. Nem se tem o que explicar. São realmente poderosas. E me deixam com saudades.

Senhorita TPM

sábado, 14 de maio de 2011


Chega assim de mansinho, como quem não quer nada. Começa decorando a pele com espinhas. Te dá aquele desejo de doce . E tem horas que é exigente. Só aceita chocolate. Do nada ela te dá uma rasteira. Aí tudo dói. As  pernas, parece que andaram quilômetros. As costas se partem. Os rins? Coitados. O apetite até some em meio a tanto enjôo e dor de cabeça. E a soberana? Quem? Não sabem de quem estou falando? É a cólica. Ela é a pior de todas. Difícil até de descrever. Só dá pra dizer que te deixa se contorcendo. Na cama ou em qualquer outro lugar. E ainda reclamam do nosso mal humor. Depois deste turbilhão de sensações, ainda querem um bom humor? Fala sério!

Sedução

quinta-feira, 27 de maio de 2010


Você indo embora com aquele seu cabelo
Você, cabelo, boca e tudo
E o maldito tchau nas mãos
Me deixando tão traumatizada com tudo que lembra você
Seu nome em outra pessoa
As suas preferências
O nosso tema de amor
Fico vendo até você beijar
Outra boca enquanto faz arrepiar
Outra pele, dizendo as mesmas coisas
Que tanto eu ouvi
Tenho pena de quem ainda vai chorar
Seu amor e em vão acreditar
Em você que logo, logo cantará
Em outra freguesia

Sedução é fazer o que você fez
Eu em paz, você atacar de vez
Parecendo ter a chave do meu íntimo
Descobriu e até curou traumas antigos
Com seus gestos, fala, olhares (estilo) e carícias
Pro meu corpo, mente e alma deu comida
E de brinde, até um doentio ciúme,
Simulando um falso amor

Se fazendo mais carente do que eu
Outra parte desse mesmo jogo seu
Parecendo invadir os meus segredos foi perfeito
E eu me envolvi sem medo
Mas cuidado, pois na vida é bem possível
Seduzir um sedutor

[Helena Elis]

As saias sobem e as meias diminuem

quinta-feira, 20 de maio de 2010


As minis voltaram. Saias e shorts vão arrasar neste inverno, dos estilos mais esportivos aos sociais, as combinações são variáveis. Mas para combater o frio sem as pernas ficarem arrepiadas, as meias 7/8 vão tomar conta da estação. Os modelos são em média dois palmos acima do joelho e apresentam uma série de opções em cores, que realçam o tom da pele, e outras mais neutras, influenciadas pelo estilo militar. Claro que as tradicionais cores do frio aparecem junto ao look mais convencional, como roxo, verde, azul e bordô. Com a variedade de opções, as mulheres vão ficar muito mais sensuais, pois a meia deixa à mostra uma pequena parte da perna, dando mais graça ao estilo feminino.

Fonte: Colcci

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.