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Ser bandido virou moda

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Se o politicamente correto é chato, o politicamente escroto é insuportável. 
-Jean Wyllys

Cresci ouvindo que o mundo não acaba o que acaba são as pessoas. Agora me pergunto que mundo é esse que estamos vivendo? Mundo que mata e morre por migalhas, por amor, por loucura, por centavos, pizza, celular, ira. Há dias venho observando que ligo a TV e não tem outra notícia, entro na internet, a mesma coisa. Ouço o rádio, nada muda... Pior saio na rua e vejo a realidade mais perto do o que já pude imaginar. Que mundo é esse? Mundo que não se tem liberdade nem de respirar, temos sempre que está ali, atento, pra não se tornar mais uma porcentagem. Poxa! Que mundo é esse que o menor só tem de menor sua mente? Que mundo é esse que já nem se sabe mais quem é criança? Triste e cruel realidade. O “brinquedo” mais desejado se tornou uma arma, um cigarro, uma pílula, uma pedra. Não se fabricam mais infâncias? As crianças já nascem adultas, adultas sem nenhuma sanidade, onde seu olho só alcança o seu umbigo, e se esquecem de ver que a vida não é isso. Penso! E o adulto? Esse talvez tenha apenas se camuflado no passado quando não tiveram a ousadia do jovem de hoje, onde o crime não tem mais limite e ser bandido virou moda.



Detesto fujões, detesto covardes!

terça-feira, 19 de outubro de 2010


Não queria fazer política aqui, mas acabei de receber este e-mail e achei ótimo o texto do Bial.

O Hino Nacional diz em alto e bom tom (ou som, como
preferir) que um filho seu não foge à luta. Tanto Serra como Dilma
eram militantes estudantis, em 1964, quando os militares, teimosos e
arrogantes, resolveram dar o mais besta dos golpes militares da
desgraçada história brasileira. Com alguns tanques nas ruas, muitas
lideranças, covardes, medrosas e incapazes de compreender o momento
histórico brasileiro, colocaram o rabinho entre as pernas e foram para
o Chile, França, Canadá, Holanda. Viveram o status de exilado político
durante longos 16 anos, em plena mordomia, inclusive com polpudos
salários. Foi nas belas praias do Chile, que José Serra conheceu
a sua esposa, Mônica Allende Serra, chilena.

Outras lideranças não fugiram da luta e obedeceram ao que está
escrito em nosso Hino Nacional. Verdadeiros heróis, que pagaram com
suas próprias vidas, sofreram prisões e torturas infindáveis,
realizaram lutas corajosas para que, hoje, possamos viver em
democracia plena, votar livremente, ter liberdade de imprensa.

Nesse grupo está Dilma Rousseff. Uma lutadora, fiel guerreira da
solidariedade e da democracia. Foi presa e torturada. Não matou
ninguém, ao contrário do que informa vários e-mails clandestinos que
circulam Brasil afora.

Não sou partidário nem filiado a partido político. Mas sou
eleitor. Somente por estes fatos, José Serra fujão, e Dilma Rousseff
guerreira, já me bastam para definir o voto na eleição presidencial de
2010. Detesto fujões, detesto covardes!

Pedro Bial, jornalista.

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.