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Ências...
domingo, 2 de dezembro de 2012
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E tudo o mais
sábado, 2 de julho de 2011
Eu vou gostando, eu vou cuidando, eu vou desculpando, eu vou superando, eu vou compreendendo, eu vou relevando, eu vou… E continuo indo, assim, desse jeito, sem virar páginas, sem colocar pontos. E vou dando muito de mim, e aceitando o pouquinho que os outros tem pra me dar.
Caio Fernando Abreu
Só que esse pouquinho não me é suficiente. É muito pouco. Ruim. Não que esteja sendo egoísta, ou até mesmo mal agradecida. Mas é verdade. Me sinto muito só, me falta carinho atenção e tudo o mais. Meus pensamentos vem e vão e todo um sentimento se desfaz. É questão de segundos. É tudo tão der-repente, quando penso, detalhes me fazem mudar completamente aquilo que eu pensava que era e uma simples coisinha me faz deixar de ver aquele sentimento como antes. Um minuto a mais agora tanto faz. Não vai mudar. O que eu quis era pra já. Se sente verdadeiramente, demonstre. Seja sincero, não to pedindo muito, ao mesmo tempo achando que sim. Só é uma necessidade muito própria. Não sei de onde, nem como vem. Mas é necessária. Têm sido um momento carência mesmo. Afetos pra mim se tornaram muito importantes. E todos que me forem dados serão muito bem-vindos.

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Somente hoje…
domingo, 1 de agosto de 2010

“HOJE… Somente hoje… Queria imaginar teu abraço. Ouvir tua voz num telefonema inesperado. Receber uma nova mensagem, explicando a tua ausência. HOJE… Somente hoje… Queria estar em completo silêncio, pra fantasiar nosso encontro. Queria estar aí do seu lado, preenchendo toda minha carência. HOJE… Somente hoje… Queria ser forte o bastante, pra transpor todos os obstáculos, sair da lucidez, cair em demência e me perder em teus beijos e abraços.”

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Ausência e carência se misturam
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Os calafrios que percorrem meu ser
São testemunhas incontestáveis de meu abandono
Entrego-me à solidão ao deitar-me à noite
Percebendo o vazio que se alastra em mim...
Ausência e carência se misturam
Até que as letras do texto se confundam
E a angústia solidária
Assim, se dissipe...
Um sono conturbado,
Doido... Perturbado?
Na minha insanidade,
Minha algoz, a quem venero...
Me jura lealdade!
Sinto o chicote cortando
A lâmina afiada do punhal
Rasgando minhas entranhas
Traído...
Acordo... E os mesmos calafrios
Retomam seu assento
Expulsam a assassina...
Venerada, amada... Estranha.
[ Douglas Naegele]

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