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Gostar, estar apaixonado e amar

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Gostar é muito relativo

Gostar de alguém é sentir um frio na barriga, mas manter os pés no chão. Gostar é querer estar junto, mas sem descartar outras oportunidades. Gostar é beijar, mas de vez em quando, abrir os olhos discretamente para conferir o ambiente. Gostar é abraçar forte, mas não por muito tempo. Gostar é dedicar-se, mas com limites impostos. Gostar é querer ter, mas não ser teu. Gostar é querer dormir junto, mas acordar cedo no dia seguinte para outros compromissos.
Gostar é admirar as qualidades, mas ainda reparar nos poucos ou pequenos defeitos. Gostar é andar de mãos dadas, mas não sentir segurança. Gostar é dividir o chocolate preferido, mas ainda assim, ficar com a maior parte.
Gostar é passar o domingo juntos, mas fazer planos mirabolantes na segunda-feira. Gostar é tirar do sério, mas com a finalidade de testar o ponto fraco do outro. Gostar é frequentar a casa do outro, mas com o status de estarem a conhecer-se. Gostar é fazer planos, mas não ultrapassar mais de três dias. Gostar é viajar, mas sentir saudade do que ainda não acabou.
Gostar de alguém é como ter o jogo ganho, mas faltar uma carta. O verbo gostar traz consigo muitas incertezas e, ao mesmo tempo, muitas descobertas. Gostar de alguém é um risco do desconhecido.

Estar apaixonado é estares louco

Depois de conhecer um pouco esse alguém, as atitudes e as vontades acabam por ficar completamente incontroláveis. A paixão é um sentimento que descontrola qualquer racionalidade. As emoções explícitas são a principal marca dessa sensação.
Apaixonar-se por alguém é sinónimo de entrega absoluta. Os erros tornam-se acertos, o longe torna-se perto, o tarde torna-se cedo, a noite torna-se dia, a pobreza torna-se riqueza, o frio torna-se calor, o ruim torna-se bom, a fome torna-se saudade, o sono torna-se pensamentos.
Apaixonar-se por alguém é perder-se, ou encontrar-se por alguém.
Apaixonar-se é sentir o sangue a correr nas veias …
Apaixonar-se é tirar a roupa sem pensar duas vezes. Apaixonar-se é aproveitar todos os momentos, e em cada brecha, encontrar uma chance para satisfazer os desejos. Apaixonar-se é agir por impulso e depois arcar com as consequências, boas ou ruins. Apaixonar-se é sentir uma atração incontrolável, é deixar a vontade carnal sobressair ao teu juízo. Apaixonar-se é suar, tremer, gritar, gemer, arranhar, morder.
Apaixonar-se é ficar cego. E só depois de incendiar todas as labaredas, tentar acalmar-se e fazer de tudo para manter todas as chamas acesas.

Amar é ter todas as certezas de uma só vez

Amar alguém é viver o presente, absorver o melhor do passado e planear o futuro. Amar alguém é transformar os sonhos em realidade. Amar alguém é cuidar, zelar e proteger. Amar alguém é não ter dúvidas. Amar alguém é transformar uma briga num ensinamento. Amar alguém é criar laços, ter filhos, envelhecer lado a lado. Amar alguém é resistir a todas as tentações, desavenças, crises, ciúmes, egoísmo. Amar alguém é surpreender, é presentear. Amar alguém é deixar claro o quanto essa pessoa é essencial, é dizer o quanto tudo mudou desde que ela se fez notável, é não ter vergonha de demonstrar qualquer afecto.
Amar alguém é libertar-se, partilhar e somar. Amar alguém é oferecermos toda a nossa bagagem de experiências, para conhecer e compreender o outro. Amar alguém é fazer essa pessoa feliz, proporcionar noites de sono tranquilas, é suprir todas as necessidades. Amar alguém é estender as mãos, apoiar, contrariar, mas nunca abandonar.
Amar alguém é trabalhar a paciência. É ressaltar a persistência e provar toda a tua determinação. Amar alguém não é um sacrifício, é sentir-se leve. Amar alguém não é prender-se, é ter muitas opções e ainda assim, escolher ficar.
Amar alguém é abrir mão do teu amor. Amar alguém, às vezes, pode ser a tua pior dor. Amar alguém é uma ferida que nunca vai cicatrizar ou deixar de existir. Amar alguém é carregar consigo a pessoa, por onde quer que tu estejas. Amar alguém é, em alguns casos, uma renúncia. Amar alguém é querer esquecer, e não conseguir. Amar alguém é decisão do teu coração, e não uma opção indicada pelo teu dedo. Amar alguém não é responsabilidade do cupido, é a sentença que precisa ser cumprida. Amar alguém é confiar, transmitir segurança e não medir esforços.
Amar alguém é deixar a pessoa partir, e ainda assim, fazer de tudo para ela voltar. Amar alguém é sofrer calado ao ver que esse amor, não é mais teu. Amar alguém é ser repetitivo, tanto nas lágrimas que insistem em escorrer, quanto nos assuntos recorrentes. Amar alguém é perdoar e ceder.
Amar é precisar desistir, é perder todas as forças, mas apesar disso continuar a insistir.
Em todos os casos mencionados acima, eu não prometo um final feliz. Afinal, os sentimentos são como o mar: seduzem e depois podem afogar. De qualquer forma, a regra é clara: o que me oferecerem, eu ofereço três vezes mais.

Fonte: http://www.sabiaspalavras.com/as-diferencas-completamente-logicas-entre-gostar-estar-apaixonado-e-amar/

Curiosidades: Morrer de amor

quarta-feira, 22 de maio de 2013


Achava que era lenda, né? Mas não é: dá mesmo para morrer de amor. Quem diz é o cardiologista inglês Alexander Lyon, do Imperial College, em Londres.

A dor de amor tem até um nome, chama-se Cardiomiopatia de Takotsubo. É uma espécie de infarto, só que sem nenhuma artéria bloqueada. Pacientes com sinais de cardiomiopatia sentem dores no peito e os exames de eletrocardiograma mostram as mesmas mudanças. “Oangiograma mostra que a principal câmara de bombeamento do coração tem uma anormalidade peculiar e diferente: falha em contrair e aparece parcialmente ou completamente paralisada”, explicou Lyon, no site The Conversation.

Suspeita-se que a síndrome do coração partido tenha um culpado: a adrenalina, um hormônio de resposta ao estresse que prepara o corpo para correr ou lutar. Em níveis médios, a adrenalina acelera o coração, a fim de deixar o organismo preparado para um esforço físicoextra. Só que quando a dose de adrenalina está muito mais elevada do que deveria, o efeito é contrário. Os batimentos cardíacos começam a diminuir e os músculos do coração podem ficar temporariamente paralisados.

E esse mal acomete algumas das pobres pessoas que tiveram o coração partido. Mas, fiquem tranquilos, é só um mecanismo do corpo para lidar com o excesso de estresse – e, embora a fase inicial seja perigosa, os riscos de morrer são baixos.


Comigo mesma

domingo, 25 de novembro de 2012

Acho que descobri muito sobre mim nos últimos tempos, talvez não tenha sido tão tarde e sim um reconhecimento de sentimentos que 
ano após ano eu tentei apagar,
ou fingir que não faziam mais parte de mim, mas que por algum motivo todos eles voltaram a aparecer, que coisa estranha que é a vida…
Eu fiquei me desenhando me moldando me mudando e excluindo de dentro de mim certos sentimentos que só me faziam mal, e eu juro que achei que estava livre, e descobri que na verdade no fundo no fundo eu sempre continuei querendo amar, e que atrás daquela mulher aparentemente fria e sem sentimentos que eu me tornei eu escondia isso de mim mesma, minha vida é um grande teatro.. e agora eu tenho certeza, nunca vou me conhecer por inteira, sempre vou me surpreender comigo mesma, e sempre vou mudar, acho que agora posso mostrar sinceramente o que eu sinto, sem precisar esconder mais nada,e que na verdade sempre fui super apaixonada por tudo o que eu faço e pelas minhas atitudes ,mas todas elas mesmo, eu sou os restos de ontem, restos de sentimentos, restos de aprendizados…
Uma coisa é certa: eu mudei, eu aprendi que eu realmente tenho uma facilidade enorme de me apegar as pessoas, e acreditar no ‘dessa vez vai ser diferente’ mais eu também tenho uma facilidade enorme de esconder tudo isso caso seja preciso, eu ainda continuo dando o máximo de mim pra não me apegar pra não demonstrar e muito menos pra me apaixonar só que agora não mais por uma questão de medo.. só por garantia mesmo, porque agora eu sei que sou eu que me construo, e que demoro pra erguer e mesmo assim as vezes tenho recaídas.. Mais faz parte, ás vezes é preciso me desconstruir e reconstruir, me reinventar, me adaptar e aprender a viver.. eu venho conseguido tudo que eu quero aos poucos, e acredito que ainda vou olhar no espelho e escolher a 
mulher que eu quero ser…
”E AINDA BEM MELHOR DO QUE SOU HOJE” Sem máscaras, sendo simplesmente eu..


Curiosidades: Encantamento amoroso

domingo, 9 de setembro de 2012



“O mundo é como um espelho: se sorris, ele te sorri; se choras, ele, forçosamente, te parecerá triste”


Quando o bebê entra na fase do sorriso - daquele sorriso que responde à presença e a estímulos - explode a sensação de encantamento mútuo. Nossos olhos brilham, nossas palavras são ternas, apaixonadas e apaixonantes.

O olhar dos pais funciona como um espelho. Ainda que o bebê não disponha de palavras que denominem e qualifiquem os sentimentos, essa experiência psíquica deixa profundas marcas. A sensação é de prazeres compartilhados quase que em uníssono. E, mais do que isto, o bebê sente que ele é capaz de despertar amor, de exercer encantamento. A autoimagem e a autoestima encontram aqui seus principais alicerces. E não é exatamente isto que acontece ao longo de toda a nossa história?

As pessoas que nos recebem com amplos sorrisos, com brilho no olhar e com palavras acolhedoras, no geral são descritas como simpáticas, agradáveis, e passam a figurar entre nossos melhores amigos e nossos principais amores: “Adoro Fulano! Ele é simplesmente MARAVILHOSO!”. Maravilhoso, a bem da verdade, é o olhar que ele me dirige e faz com que eu me sinta tão especial. Isto é o que cada um anseia, fazendo com que haja correspondência na troca de estímulos. Essa operação acontece instintiva e espontaneamente.

Geralmente, as pessoas que foram mais e melhor amadas são as que, para sempre, mais facilmente recebem amor, despertando encantamentos. Uma criança linda, limpa, alegre e confiante é capaz de estender os braços, pois sabe, de antemão, que encontrará braços abertos. Mas também seleciona, distinguindo quem é conhecido, familiar e merecedor de confiança, daqueles que lhe são estranhos. Pode encolher-se. Pode defender posições. É capaz de dizer “não” e de dizer “talvez” ou “espere”. Não entra em “frias” pela necessidade de agradar a qualquer pessoa.

Crianças abandonadas, mal amadas ou pouco estimuladas facilmente tornam-se arredias e, até, hostis. Outras, pelo contrário, parecem famintas, jogam-se nos braços de quem lhes dá a impressão de que podem fornecer suprimentos. Que suprimentos? Amor, alimentos, abrigo, cuidados e, até, limites. Precisam desesperadamente de um lar, para o corpo e para a alma. Estão carentes. Em consequência disso, são as que encontram mais dificuldades em amar e ser amadas.

Pois não é exatamente isso que ocorre entre adultos? Quantos são os adultos carentes, que repetem relacionamentos frustrantes, por se encantarem à toa ou por não se sentirem merecedoras daquilo que, num plano consciente, almejam? Autoestima e autoconfiança estão na base de escolhas felizes. São condições para que se possa experimentar e despertar encantamentos.

Considero-as princípios básicos em processos de mútuos encantamentos, desde que éramos bebês até o último de nossos dias.

Contagiosa e incurável

domingo, 21 de agosto de 2011


Dentre as coisas que a gente não escolhe, se apaixonar ou magoar alguém. Acontece do nada, surreal. Um ciclo de gostos e desgostos. A vida é assim, alguém ama fulano, que ama ciclano, que ama beltrano. Magoa-se sem intensão. E pelo fato do coração ser um órgão traiçoeiro, condenamos ele por nossas decisões sem sentido. Algo inexplicável.  Como pode gostar de alguém à primeira vista, ou odiar sem nunca ter visto? Deve ter sido pela sua formula complicada que surgiu a tal química do amor. É preciso haver cheiro, toques, sabores. Um olhar, um gesto, uma frase. Uma ação pra ficar sem reação. Não importa, uma única é suficiente. Te seduz, te amarra, te tortura. Mesmo assim o domínio é tamanho que te venda os olhos, e não importa o que digam o sentimento é mais forte. É uma doença contagiosa e incurável.

Mostre sua face

domingo, 30 de maio de 2010

Não se deve julgar ninguém sem saber os motivos do comportamento da pessoa, se deve viver com o coração, agir pela emoção. A maioria das pessoas pensa muito, tem medo de se apaixonar, de gostar de alguém de verdade, e quando gostam muitas vezes não admitem pra si mesmos, elas acabam sendo mais tristes por viverem pela razão e pensar só no bem físico. Se deve viver para sorrir, e o que te faz sorrir? Um sorriso de quem se ama, uma palavra que mesmo baixa é verdadeira, risos provocados por besteiras, e não importa se vão te julgar, viva para si. Não se deve ter medo de mostrar a verdadeira face, de mostrar a SUA face.

Se apaixonar

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Virou perda de tempo. As coisas nunca mais vão ser as mesmas, e eu acho que eu nunca mais vou acreditar em alguém quando me disserem: 'eu te amo, pra sempre. '
pra sempre virou um mês, uma semana, um dia.
se apaixonar virou moda. E como toda moda, um dia passa, e esse sentimento fica velho e desgastado com o tempo.
se apaixonar virou se machucar.
amar virou suicídio --'

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.