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Teu

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Viver, é o que eu faço quando meu coração acelera, quando meus olhos brilham, ou meu sorriso ri um riso canto de boca. 
-Matheus Rocha 

Dos detalhes que são mínimos, mas não se apagam. Como canta o Roberto, “detalhes tão pequenos de nos dois”, detalhes que tatuam, que mesmo sendo eles, mínimos, diferenciam. Despercebidos, de vontade própria, suave, de toque quase sensível. A boca toca a pele sob a linha que desenha as costas, que o tal corpo sustenta. E toca mais uma vez, outra, mais outra e se repete repetidas vezes. Detalhes. Sentidos, envolvidos. Teus, meus... Nossos.


Senhorita TPM

sábado, 14 de maio de 2011


Chega assim de mansinho, como quem não quer nada. Começa decorando a pele com espinhas. Te dá aquele desejo de doce . E tem horas que é exigente. Só aceita chocolate. Do nada ela te dá uma rasteira. Aí tudo dói. As  pernas, parece que andaram quilômetros. As costas se partem. Os rins? Coitados. O apetite até some em meio a tanto enjôo e dor de cabeça. E a soberana? Quem? Não sabem de quem estou falando? É a cólica. Ela é a pior de todas. Difícil até de descrever. Só dá pra dizer que te deixa se contorcendo. Na cama ou em qualquer outro lugar. E ainda reclamam do nosso mal humor. Depois deste turbilhão de sensações, ainda querem um bom humor? Fala sério!

Sei lá

terça-feira, 25 de maio de 2010


Tudo que é necessário não precisa ser difícil
Ganhar o seu carinho Pra que tanto sacrifício
Antes de te conhecer é verdade, eu passava muito bem
Quem fica sofre mais Se quem vai é quem não ama
Você nem me deu as costas e eu já estou vivendo o drama
Eu devia aproveitar que está no início
E jogar água na chama

Você tem o olhar carente que pede pra gente te amar
Ou sou eu que quero me justificar
Nessa coisa doida que não me deixa respirar
Sei lá, eu estou é perdendo tempo
Tentando explicar o amor já está lá dentro
E só quem vai tirar é você ou eu
Deixando você passar

Quem sabe eu tenha o beijo que faltava em sua boca
Quem sabe depois disso você tire até a roupa
Vai que todo dia você queira a mesma coisa
E eu estou feita
Vai ver que no início
Você só marcava toca
E agora que eu te amei
As suas garras estão mais soltas
Vai que o jogo vira
E antes que eu fique mais louca
Você deixa, deixa o dia amanhecer
E eu acordo com você, eh, eh
Vai ser bom demais

E aí será que você volta
Tudo à minha volta, é triste
E aí, o amor pode acontecer
De novo pra você, palpite

[Helena Elis]

a gente cresce através da gente mesmo

sexta-feira, 5 de março de 2010

Fizeram a gente acreditar que amor mesmo, amor pra valer, só acontece uma vez, geralmente antes dos 30 anos. Não contaram pra nós que amor não é acionado, nem chega com hora marcada. Fizeram a gente acreditar que cada um de nós é a metade de uma laranja, e que a vida só ganha sentido quando encontramos a outra metade. Não contaram que já nascemos inteiros, que ninguém em nossa vida merece carregar nas costas a responsabilidade de completar o que nos falta: a gente cresce através da gente mesmo. Se estivermos em boa companhia, é só mais agradável. Ah, também não contaram que ninguém vai contar isso tudo pra gente. Cada um vai ter que descobrir sozinho. E aí, quando você estiver muito apaixonado por você mesmo, vai poder ser muito feliz e se apaixonar por alguém.

(John Lennon)

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.