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Inspiração Fotográfica: Dogs

terça-feira, 6 de março de 2012


Mais novidade no blog! Agora a nova tag Inspiração Fotográfica. Ela traz alegria para quem gosta de fotografar ou apenas admira. 

O fotógrafo de hoje é o Seth Casteel, ele possui uma galeria de imagens pets, mas a que mais me chamou a atenção foi a dos cães embaixo d'água. Incrível essa visão. Vejam só alguns dos click's dele.




Descartáveis

sábado, 9 de julho de 2011


Comecei a interpretar as pessoas do meu jeito. Simulando destinos, transformei-os em personagens. É mais fácil lidar com pessoas quando não ficamos imaginando o que elas vão pensar. É como um livro, eu sou a autora, e assim vou dando rumo aos meus personagens. 
Alguns sentimentos antes recriminados afloraram-se, outros tão expressados morreram. Não por mim, mas pelos outros. A minha visão antes distorcida, hoje só vê-los sem graça. Não me emocionam mais como antes. Eu sei que você muda, eu mudo, pessoas mudam o tempo todo. A diferença é que essa mudança pode ser pra melhor ou pra pior. Muitas mudaram e me decepcionaram. Ou será que elas sempre foram aquilo e eu nunca quis enxergar? Não dá pra saber, prefiro acreditar nas mutações.
Num dia eu posso matar a mocinha e tornar o vilão em herói da história. Num outro eu deixo tudo como está. E quando eu enjoar... troco de personagens.

O bom da vida é ser original

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Hoje aprendi que não adianta dar corda aos loucos, eles sempre voltam, eles sempre falam, mas eles nunca entendem.Aprendi também que preocupante não é a visão que as pessoas têm de você, às vezes essa é a própria visão que elas têm de si, que o importante mesmo é rir, engolir o vinho doce da amargura alheia e perceber que estas pessoas simplesmente queriam ser como você, caminhar teu caminho, sair da escuridão, se libertar da cegueira de suas almas e assim deixarem de ser tão vazias.

O bom da vida é ser original, criar e criar. Uma lastima ter tanta gente sem criatividade neste mundo.

Você é assim?

Calafrios

sexta-feira, 23 de julho de 2010


Aqui dentro

O nó na garganta aperta, palpita. A pedra vai pesando, aos poucos. As têmporas latejam, persistem. O estômago revira, pouco entendo. O ar que me falta, sufoca.
As verdades roçam suavemente pelo meu rosto. Pouco saberia dizer sobre as vontades que insistem, gritam e me tiram o sono. Se ninguém compreende o que falo vez após vez com os olhos fechados e os pés no chão, o que tenho a atestar?
Brevemente, posso enxergar as palavras pálidas que deslizam por entre a melodia. As palavras que se fizeram de canção tinham sentido? Não seria somente a intenção se fazendo presente nessas letras que nada explicam? É assim, em um baque, as notas se insinuam em meio ao ambiente ecoante e a falta de ar que inebria me atinge.
O soneto se fazia de dissonâncias confusas e harmonias inexplicáveis. A visão fica turva e as pernas já não sabem bem por aonde vão. O que seria essa vontade indescritível de simplesmente se deixar levar pelo descontentamento? As pessoas passam por mim e tudo fica assim, meio desbotado, um tanto blasé.

Lá fora

As mãos gélidas empalidecem cada vez mais, enquanto o vento bate na janela carmim. A expressão, quase cadavérica denota uma mudez quase intencional. Os meus olhares furtivos parecem sem propósito. Ninguém nota meu silêncio desesperado.

É só mais outro daqueles dias, inevitáveis, dias de marasmo.

[autor desconhecido, mas adaptado por mim]

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.