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Dor

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dor. Só nós resta deixar pra lá, esperar que ela passe sozinha, esperar que a ferida que a causou cicatrize.
Não existem soluções, nem respostas fáceis, agente só respira fundo e espera que ela passe. Na maioria das vezes a dor pode ser contornada, mas as vezes a dor nos pega onde menos esperamos, muito abaixo da cintura e não para mais.
Dor. Só nos resta suportar, porque a verdade é que não da pra contornar, e a vida dói cada vez mais.

Grey's Anatomy

Agora te pergunto

domingo, 19 de maio de 2013

“Quando você me conheceu.. Meu coração era completamente ferido, ele tinha vários buracos, vários machucados, cada ferida com um significado.. Só que então, com o seu jeito, sua simplicidade, seu caráter, basicamente sendo você.. E foi na luta todo santo dia tentar me curar. E foi curando, curando até que o meu coração virou uma verdadeira cicatriz, só que faltou um buraquinho bem pequeno, mas com seus tropeços e erros, fez com que esse buraquinho pequeno ficasse um pouco maior.. Agora eu te pergunto, você vai lutar pra terminar de cicatrizar, pra deixar tudo no seu devido lugar? Ou vai terminar de vez com tudo e cutucar mais ainda minha ferida?”

Natália Loyola

Escuro

segunda-feira, 15 de abril de 2013


O cansaço da alma, além de me deixa ofegante, trouxe fraturas emocionais que levarão tempo e pedirão firme dedicação para que se curem totalmente. 

-Camila Paier


Tenho minha alma espancada, e o que mais sinto é dor. Sinto o rubor na minha pele. Tenho em mim olheiras profundas, de quem dorme um sono inquieto. Que não dorme. Que dorme em excesso. Sinto-me triste, extremamente ferida. Vejo-me abatida, sozinha, chorosa, e irritada. Tenho a cabeça dolorida, o mundo desaba sob ela. E que mundo é esse? Que te trai, que te desaponta, que te decepciona, que te espanta, que te machuca. Que mundo é esse?Não é mundo, são pessoas. O claro de tão alvo e rabiscado se fez demasiadamente escuro, negro. Eu peço trégua, não tenho suportado mais. As feridas não se cicatrizam, aumentam gradualmente, como um vírus infetando o mínimo que tem restado. Suplico! 


O Que Você Faria Se o Amor da Sua Vida Estivesse com os Dias Contados?

terça-feira, 9 de abril de 2013


A vida é muito curta para viver reclamando.



Estamos cansados de saber disso e, mesmo assim, reclamamos do café morno, da bolacha murcha, da segunda-feira, da bolsa pesada, da camisinha no sexo, do bad hair day, do detergente que não rende, do vizinho velhinho que escuta TV no último volume, do preço do iPhone no Brasil. E muitas vezes, imersos nas nossas queixas e nos nossos “first world problems”, esquecemos de aproveitar a vida e de dar valor a quem sempre esteve conosco.


Dê-nos licença para propor um exercício bem simples e rápido. Olhe para o lado, conte as companhias que realmente valem a pena na sua vida e responda: para quantas delas você já dispensou o mínimo de carinho e atenção hoje? Se a sua resposta for ‘nenhuma’, está na hora de rever os seus conceitos. E rápido. A vida é efêmera, imprevisível e vem sem garantia contra defeitos e acidentes de percurso. Se num momento tudo está bem, no instante seguinte tudo pode mudar de figura.


Foi mais ou menos o que aconteceu com o casal Angelo e Jennifer Merendino. Na época casados há cinco meses, Jennifer descobriu um câncer de mama e se submeteu a um tratamento quimioterápico que durou cinco anos. Durante todo esse tempo, Angelo ficou do lado dela, fotografou a luta da amada e disponibilizou as imagens em um projeto chamado The Battle We Didn´t Choose – My wife’s fight with breast cancer (em português, “A batalha que nós não escolhemos – A luta da minha esposa contra o câncer de mama). Infelizmente, o final da história não é como nos filmes de Hollywood. Mas o CSV recomenda esse ensaio como um incentivo à conscientização e à valorização da vida.













Vale muito à pena conferir também Quimioterapia e beleza. Dicas de beleza, receitas, truques, makes e cosméticos para passar essa barra com estilo, e sem tristeza, né?

Doses exageradas

domingo, 27 de janeiro de 2013





O problema é que a xícara de felicidade sempre vem com doses exageradas de medo. 
— Cicatrizar





Ploc, ploc!

quarta-feira, 4 de julho de 2012


“Adoeci, quis sarar, sarei, quis tocar, toquei, quis vestir, vesti,quis dançar, dancei, quis rir, ri.” 
– Mallu Magalhães 

Espera, vontade, angustia, ansiedade. Claramente, olho em volta e vejo amigos que não existem, romances que ficaram pra trás, feridas que não cicatrizaram, e os que ficaram. Apavorei-me, e desistir. Desistir de confiar em mim... Desistir de confiar no outro... Simplesmente desistir. Era tão estranho ver na minha frente aquelas coisas que planejei partindo, tudo fazendo ploc ploc como bolha de sabão. Pensei: O que estou sendo na vida? E automaticamente respondi: NINGUÉM. Fiz coisas, e agir de maneira irônica, não era eu. Nunca foi. Quando fui... Não foi. Nem sei se rir ou chorei. Não dá pra saber, sei apenas que quando mais eu fui, menos eu credibilidade passei.

Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.