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Não existe mais magia

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011


Muitos de vocês talvez tenha esperado aqui um lindo post de natal. Isso, não foi possível pois natal não é pra mim uma data que me emocione, ou que eu julgue tão importante. Quando criança, acreditei sim em Papai Noel. Mas eu cresci, talvez tenha crescido demais, pois essa magia deixou de existir. E o que restou foi apenas sonhos frustrados. Por muitos anos tenho esperado realizações. Desejos até simples, possíveis, só que desiludidos. Talvez o meu pecado tenha sido esperar muito, ou esperar demais de pessoas que se dizem sentir, de laços sanguíneos e afins. Não gosto de esperar, mas a vida tem me sido assim. Então ela me dá presentes, e me furta de volta. Talvez, tenho sido uma menina má. Ou não! Talvez ela apenas goste de brincar com meus sentimentos. E me deixa sempre na espera... até eu aprender algo que ela ainda não me ensinou.

Imagináveis, possíveis

sexta-feira, 28 de outubro de 2011




Promessas, promíscuas, aquelas e mais o que venha à boca. A mesma coisa sempre. Indiferente das demais, iludem. Sonha-se, pensa-se, repensa. Acorda! Nem chegou a ser sonho, foi apenas uma vertigem. Entendida de forma única e mesquinha, de forma que ninguém mais possa entender. Apenas por devaneios que talvez por alguns minutos serem bons demais. Porém, insuficientes. Para que? Não consigo definir, nem ao menos mencionar algo, porque não sei, não percebi. Talvez não senti. Ou senti demais. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei... Às vezes acho que estou pirando. Incomuns e insignificantes, pensamentos que não faço a ideia de como surgem, nem qual a intenção deles em minha mente. Abstratos. Imagináveis, possíveis. Contudo, indecifráveis e perigosos. 


Fica comigo?

terça-feira, 26 de outubro de 2010


Fica comigo agora, uma última vez, ou várias ultimas vezes. Fica comigo agora e depois, apenas fica, nem que apenas se cale, apenas me abrace, não importa. A verdade é que nada é importante quando você está perto, nada além de ouvir as batidas do seu coraçao e sentir a sua respiração tão perto da minha como se fosse possivel tocá-la .

Uma ingênua (?) menina...

domingo, 29 de novembro de 2009


Ela acreditava que um dia seria possível. Aliás, ela mal e mal sabe distinguir o possível do impossível. Ela é apenas uma menina, uma ingênua (?) menina... Que está descobrindo (e precisando saber) o que é o verdadeiro poder do amor. Ela engolia os sentimentos como se fossem demônios a incorporando. Ela queria intensidade, só intensidade... Sede de sentimentos inéditos, fome de sensações adversas, desejo por qualquer tipo de paixão. E, de tanto que buscou, ela desistiu. Mas a vida, essa vida e seu destino em que insistem pregar peças, resolveram a surpreender. Um beijo e um gosto mal lembrado foi o suficiente para que a instigasse. O almejo para conhecer melhor aquilo que ela não se recordava estava tomando sua alma por completo. Ela enlouqueceria se não pudesse repetir a cena, se não pudesse viver aquilo mais uma vez – nem que fosse somente uma vez, apesar de ela querer isso para o resto da vida. Foi aí, então, que ela enlouqueceu. Não quis saber do tal do possível ou impossível, ela queria aquela sensação de novo, e se jogou. Foi de cabeça, de corpo e de alma. Os olhos dela brilhavam. O coração palpitava aquela sensação inédita-que-não-era-inédita que ela sempre quis. Aos poucos o beijo e o gosto, que não passavam de um fio de lembrança na sua memória, foram se tornando um misto de sentimentos inexplicáveis. Dentro dela foi composta uma poesia, uma canção, uma lenda, o início de uma história sem previsão de final. E a cada vez que ela sentia aquilo, mais e mais ela necessitava sentir. E essa menina, essa ingênua menina, hoje só pensa em desfrutar das melhores sensações do mundo. Ela acredita que um dia será possível...
Ilária Oliveira. Tecnologia do Blogger.